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Segurança digital · Black Friday

Golpes da Black Friday: os sites falsos e as ofertas que não existem

Faltam cinco semanas para a Black Friday, em 27 de novembro, e os golpistas já trabalham. Na semana da promoção de 2025, os anúncios falsos cresceram 147%, enquanto muitos descontos de verdade eram menores do que pareciam. Seis afirmações sobre golpes, preços e pagamento, confrontadas com o que as sustenta e com o que as contesta.

Redação Zuben · 21 de outubro de 2026 · Leitura de 10 minutos

Mulher de óculos confere o celular com um cartão na mão, diante de um notebook
Conferir a loja antes de digitar o número do cartão é o passo que mais evita prejuízo. Imagem ilustrativa. Foto: Julio Lopez/Unsplash, recortada.

A oferta chega pelo celular: o mesmo celular do anúncio da loja famosa, pela metade do preço, só até a meia-noite e com desconto extra no Pix. O logotipo é igual, as fotos são iguais, o site parece o de sempre. Em muitos casos, é um golpe montado semanas antes da data.

A Black Friday de 2026 cai em 27 de novembro, e a temporada de ofertas já começou. Pelos dados da Serasa Experian, as ameaças digitais cresceram 27,2% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período de 202512. Ao lado deles, há uma armadilha que não depende de criminosos: o desconto que não existe, anunciado por lojas de verdade, que pode configurar propaganda enganosa e faz o consumidor pagar o preço de sempre achando que economizou.

Como nas outras reportagens da Gazeta, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre golpes e promoções e mostra, para cada uma, o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.

147%foi a alta dos anúncios falsos na semana da Black Friday de 2025, em relação às três semanas anteriores
1.339ameaças digitais foram mapeadas pela Serasa Experian em apenas sete dias da promoção de 2025
45,4%dos produtos monitorados na Black Friday de 2025 ofereceram economia de fato, segundo a Timelens
11 diasé o prazo máximo para o banco devolver um Pix tirado por golpe, quando a fraude é confirmada pelo MED

Fontes: Serasa Experian, outubro de 2026; Timelens, via Mundo do Marketing; Banco Central, Resolução BCB nº 493/2025.

Os três golpes da temporada

Os levantamentos das empresas de segurança e dos órgãos de defesa do consumidor agrupam os golpes da data em três famílias. Elas se misturam: um anúncio falso numa rede social costuma levar a um site falso, que pede pagamento por Pix.

  • A iscaPerfis e anúncios falsosPáginas recém-criadas nas redes sociais, com fotos de lojas conhecidas e vídeos que usam o rosto de famosos, às vezes feitos com inteligência artificial6.
  • A armadilhaSites clonadosCópias de lojas conhecidas em endereços com uma letra trocada, um hífen a mais ou outra terminação6.
  • O descontoPreço maquiadoA loja existe e entrega, mas sobe o preço antes da data para anunciar um desconto que não existe: a “metade do dobro”5.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“Na Black Friday, os golpes explodem.”

O que sustenta

Na semana da promoção de 2025, de 23 a 29 de novembro, a Serasa Experian identificou 604 anúncios falsos, 147% acima da média das três semanas anteriores, e 625 perfis falsos, 89 por dia. Ao todo, foram 1.339 ameaças em sete dias, 99% acima da média semanal do começo do mês1.

A madrugada é a hora preferida. Num estudo com 5,2 milhões de compras da Black Friday de 2024, a Serasa viu a taxa de ataques dobrar entre meia-noite e duas da manhã e chegar a 2% às três horas, o dobro da média do dia. “Os fraudadores seguem o movimento do consumidor: quando ele acelera, eles também”, disse Rodrigo Sanchez, diretor da empresa3.

O que contesta

Em parte, os golpes crescem porque as compras crescem. E nem toda medida aponta para cima: na primeira semana da Black November de 2025, de 1º a 8 de novembro, o varejo registrou 39 mil tentativas de fraude, contra mais de 53 mil no mesmo período de 2024. O valor médio de cada tentativa caiu de R$ 1.165 para R$ 7484.

E a fraude não tira férias no resto do ano. A alta de 27,2% nas ameaças é do primeiro semestre de 2026, longe de qualquer promoção. Para a própria Serasa, a prevenção precisa ser feita o ano todo, com atenção redobrada nas datas do comércio12.

O que os dados permitem dizerOs golpes que dependem de chamar a atenção, como anúncios e perfis falsos, de fato disparam na semana da promoção, e a madrugada concentra os ataques. As tentativas de fraude nas compras, porém, não cresceram de 2024 para 2025 na primeira semana de novembro. O perigo da data está menos no número de golpes e mais na pressa de quem compra.

Afirmação 2

“Se o site tem o cadeado, é seguro.”

O que sustenta

O cadeado ao lado do endereço indica que a conexão é criptografada, pelo protocolo HTTPS. Isso impede que alguém no meio do caminho, numa rede Wi-Fi pública, por exemplo, leia o número do cartão enquanto ele é enviado. Comprar num site sem cadeado é um risco a mais.

Por isso, a orientação de usar só conexões criptografadas para informar dados pessoais e bancários aparece em praticamente todos os guias, inclusive no do Reclame AQUI para 20267.

O que contesta

O cadeado diz que a conversa é sigilosa, e não com quem você está conversando. Um certificado HTTPS é gratuito e sai em minutos, e os golpistas aprenderam isso há muito tempo. Já no segundo trimestre de 2020, 77,6% dos sites de phishing monitorados pelo grupo internacional APWG usavam HTTPS, contra cerca de 55% um ano antes8.

O que o cadeado não mostra, o endereço mostra. Os sites clonados trocam uma letra, acrescentam um hífen ou uma palavra, ou usam outra terminação6. E a lei exige que toda loja on-line informe, em local de fácil visualização, o nome da empresa, o CNPJ e o endereço físico11.

O que os dados permitem dizerO cadeado é necessário, mas não basta: a maioria dos sites falsos também o tem. O que separa a loja verdadeira da cópia é o endereço exato, digitado por você ou salvo nos favoritos, e a identificação da empresa no rodapé, com CNPJ que pode ser conferido.

Afirmação 3

“Desconto de Black Friday é a metade do dobro.”

O que sustenta

A Timelens acompanhou diariamente 2,3 mil produtos na Black Friday de 2025, com mais de 809 mil registros de preço em sites de comparação. Em 21% deles o preço não mudou durante a promoção, e em outros 21% ficou mais alto do que em dias comuns. Só 16,1% tiveram queda maior que 15%5.

O consumidor percebe. Nas redes sociais, a manipulação de preços e os descontos falsos responderam por 51% das críticas à data analisadas pela empresa5.

O que contesta

A maquiagem clássica, a de subir o preço antes para anunciar o desconto depois, apareceu em apenas 3,4% dos casos no mesmo levantamento. E 45,4% dos produtos ofereceram economia efetiva na promoção5.

O resultado varia por setor. Linha branca e eletroportáteis tiveram as quedas mais consistentes, enquanto mercado, farmácia, brinquedos, moda e acessórios quase não mudaram de preço5. Quem compra geladeira na data tem mais chance de achar desconto real do que quem compra roupa.

O que os dados permitem dizerA “metade do dobro” existe, mas é rara. O problema mais comum é mais discreto: muitos produtos simplesmente não ficam mais baratos, ou ficam até mais caros, durante a promoção. A única defesa é saber o preço de antes, anotado ou consultado num histórico de preços.

Afirmação 4

“Pagar com Pix é o jeito mais arriscado.”

O que sustenta

O Pix é instantâneo e não pode ser cancelado depois de confirmado. “Uma vez que você fez uma transação instantânea, é muito mais difícil recuperar”, disse Luiz Felipe Morra, gerente de prevenção a fraudes da Serasa Experian4. Por isso, o golpista prefere: o site falso costuma oferecer um desconto extra só no Pix.

O medo é grande. Numa pesquisa da Serasa com 1.480 pessoas, o golpe do Pix ficou em segundo lugar entre os mais temidos na data, citado por 42%, atrás apenas dos sites falsos, com 53%6.

O que contesta

Desde 1º de outubro de 2025, todo banco que oferece Pix tem de ter, no aplicativo, um botão para contestar uma transação feita por golpe, sem falar com o atendimento. E, desde 2 de fevereiro de 2026, o Mecanismo Especial de Devolução, o MED, segue o caminho do dinheiro por várias contas, e não só pela primeira. Confirmada a fraude, a devolução sai em até 11 dias9.

O risco não está no Pix em si, e sim em para quem ele vai. Um Pix para a conta de uma pessoa física, que não tem o nome da loja, é o sinal de alerta mais claro. O cartão de crédito, de preferência o virtual, gerado no aplicativo do banco, permite contestar a compra com o emissor e não expõe o número do cartão físico7.

O que os dados permitem dizerEntre as formas de pagamento, o Pix é a que oferece menos volta, e por isso é a preferida dos golpistas. As novas regras do MED aumentaram a chance de recuperar o dinheiro, mas só quando o pedido é feito rápido. Em loja desconhecida, o cartão virtual é a escolha mais segura; Pix, só para quem recebe em nome da própria empresa.

Afirmação 5

“Com a inteligência artificial, ficou impossível distinguir o falso.”

O que sustenta

Pelo Reclame AQUI, cerca de 63% dos compradores não sabem reconhecer quando um anúncio falso foi gerado por algoritmo, e a parcela de consumidores exposta a fraudes com IA subiu de 26% em 2025 para 32% em 20267. Na pesquisa Golpes e Fraudes 2026 da Serasa, 84% disseram acreditar que a IA deixa os golpes mais convincentes6.

As ferramentas que imitam rosto e voz de pessoas conhecidas já aparecem nos anúncios da data, e as cópias de sites ficaram mais fáceis de fazer6.

O que contesta

A IA melhora a fachada, mas não muda o que o golpe precisa no fim: um endereço que não é o da loja, um perfil recém-criado, um prazo curto e um pagamento para quem não deveria receber. Esses sinais continuam visíveis6.

E o consumidor está mais desconfiado. Na pesquisa Black Friday 2026 da Serasa, 86% disseram já ter desistido de uma promoção por medo de golpe, e 57% começam a pesquisar antes da semana da data6. Já 87% pretendem usar ferramentas de IA para procurar descontos, segundo o Reclame AQUI: a tecnologia serve também para se defender7.

O que os dados permitem dizerA inteligência artificial deixou os anúncios e os vídeos falsos mais difíceis de reconhecer pela aparência. Por isso, a conferência precisa deixar de ser visual: o que denuncia o golpe é o endereço, quem recebe o pagamento e a idade do perfil, e isso nenhuma IA consegue disfarçar.

Afirmação 6

“Caiu no golpe, o dinheiro está perdido.”

O que sustenta

Na maioria das vezes, a devolução depende de haver dinheiro na conta do golpista quando o banco a bloqueia, e o dinheiro costuma ser espalhado em minutos. O próprio Banco Central justificou a mudança do MED dizendo que a rapidez aumenta “a chance de ainda haver recursos na conta do fraudador”9.

E o MED tem limites. Ele vale para fraude comprovada ou erro do banco, e não para desacordo comercial: se a loja existe e só atrasou a entrega, o caminho é outro9.

O que contesta

Há mais caminhos do que antes. O pedido de devolução do Pix é feito no aplicativo, sem atendente, e o MED agora rastreia as contas por onde o dinheiro passou9. No cartão, a compra pode ser contestada com o banco emissor.

Quando a loja é real, o Código de Defesa do Consumidor garante sete dias para desistir de qualquer compra feita fora da loja física, com devolução do valor pago12. Lojas que não respondem às reclamações vão para a lista “Evite esses sites” do Procon-SP, atualizada em maio de 202610.

O que os dados permitem dizerRecuperar o dinheiro de um golpe é difícil, mas não impossível, e a chance cai a cada hora. Quem percebe a fraude deve pedir a devolução no aplicativo do banco no mesmo dia, registrar boletim de ocorrência e guardar os comprovantes. Quando a loja existe, o direito de arrependimento e o Procon resolvem a maioria dos casos.

Caiu num golpe? O que fazer nas primeiras horas

  1. Avise o banco imediatamente. No Pix, use o botão de contestação no aplicativo, que abre o MED9. No cartão, peça o bloqueio e conteste a compra.
  2. Guarde as provas. Comprovante, endereço do site, conversa, anúncio e perfil: faça capturas de tela antes que sumam.
  3. Registre um boletim de ocorrência. Na maioria dos estados, a delegacia eletrônica aceita o registro pela internet.
  4. Denuncie o anúncio e o perfil. Na própria rede social, para que outras pessoas não caiam.
  5. Se a loja é real, reclame. Procon do seu estado e consumidor.gov.br. Lembre-se do prazo de sete dias para desistir da compra12.
  6. Troque as senhas. Se você digitou senha ou código de verificação no site falso, troque-os e ative a verificação em duas etapas.

Loja confiável ou golpe

Os sinais abaixo resumem o que os levantamentos e os órgãos de defesa do consumidor indicam. Nenhum deles sozinho prova nada, mas vários juntos pedem que a compra espere.

Sinais de loja confiável

  • Você chegou pelo endereço digitado ou salvo nos favoritos, e não por um link recebido.
  • O rodapé mostra nome da empresa, CNPJ e endereço físico11.
  • O preço é parecido com o de outras lojas e com o histórico do produto.
  • Há várias formas de pagamento, inclusive cartão.
  • A loja tem reputação em sites de reclamação e não está na lista do Procon-SP10.

Sinais de golpe

  • Endereço com letra trocada, hífen a mais ou terminação estranha6.
  • Preço muito abaixo de todas as outras lojas.
  • Pagamento só por Pix ou boleto, para uma pessoa física7.
  • Contagem regressiva, “últimas unidades” e avaliações de cinco estrelas sem detalhe6.
  • Perfil novo, com poucas publicações, ou pedido de senha e código por mensagem.

Roteiro para a Black Friday

  1. Faça a lista agora. Anote o que pretende comprar e o preço de hoje em duas ou três lojas.
  2. Acompanhe o preço. Um histórico de preços mostra se o desconto de novembro é real5.
  3. Salve os endereços das lojas. Entre sempre pelos favoritos, e não por links de mensagens.
  4. Desconfie da pressa. Oferta que só vale até a meia-noite é a ferramenta preferida do golpista.
  5. Confira a empresa. CNPJ no rodapé, reputação e a lista do Procon-SP.
  6. Pague com cartão virtual. Gerado no aplicativo do banco, ele pode ser apagado depois da compra7.
  7. Evite comprar de madrugada. É o horário em que a taxa de ataques dobra3.
  8. Guarde tudo. Nota fiscal, comprovante e rastreamento, até o produto chegar e funcionar.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Boa parte da defesa contra os golpes da data é conferir o link antes de abrir e saber o preço de antes. Três utilitários simples ajudam nessas tarefas.

  • Links suspeitosZubenQRPara ler o QR Code de uma oferta e ver o endereço completo, com aviso de link suspeito, antes de abrir.
  • NavegaçãoZubenBrowserNavegador com bloqueador de pop-ups e modo anônimo, para pesquisar preços sem janelas de ofertas pulando na tela.
  • Lista de preçosZubenNotesPara anotar o preço de cada produto em cada loja antes da data e comparar com o de novembro.

ZubenQR e ZubenNotes guardam os dados apenas no aparelho. O ZubenBrowser precisa de internet para navegar.

A pergunta que ficou

Os golpes da Black Friday são menos sofisticados do que parecem. A inteligência artificial melhorou a fachada, mas quase todos ainda dependem das mesmas três coisas: um link que não leva à loja verdadeira, uma pressa fabricada e um pagamento que não volta. Ao lado deles, corre uma armadilha mais silenciosa, armada por lojas de verdade: o desconto que não existe.

As duas defesas são parecidas e começam agora, cinco semanas antes: saber onde você vai comprar e quanto o produto custa hoje. Fica a pergunta: você já anotou o preço do que pretende comprar em novembro?

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui a orientação do seu banco, da polícia ou dos órgãos de defesa do consumidor. Os números citados vêm de levantamentos de empresas e pesquisas com metodologias próprias, que nem sempre são comparáveis entre si. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem, e os produtos anunciados não foram avaliados pela redação.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 21 de outubro de 2026.

  1. POTENZA, L. Golpes na Black Friday disparam e anúncios falsos crescem 147%, revela Serasa Experian. Âncora 1, 14 out. 2026. Disponível em: ancora1.com.
  2. BERNARDES, P. I. Serasa faz alerta sobre aumento de golpes na Black Friday, com dados do Mapa da Fraude da Serasa Experian. Diario de Pernambuco, 19 out. 2026. Disponível em: diariodepernambuco.com.br.
  3. CNN BRASIL. Golpistas intensificam ataques na madrugada da Black Friday, mostra estudo, com dados da Serasa Experian. 6 nov. 2025. Disponível em: cnnbrasil.com.br.
  4. BARBOSA, J. Black November já registrou 39 mil tentativas de fraude on-line. Radioagência Nacional, Agência Brasil, 13 nov. 2025. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  5. CÂNDIDO, I. Black Friday em xeque: 42% dos produtos mantiveram ou elevaram preços durante a promoção em 2025, com dados da Timelens. Mundo do Marketing, out. 2026. Disponível em: mundodomarketing.com.br.
  6. SERASA. Black Fraude: golpes comuns na Black Friday e sinais de alerta, com as pesquisas Black Friday 2026 e Golpes e Fraudes 2026. Atualizado em 15 out. 2026. Disponível em: serasa.com.br.
  7. AREDES, K. Black Friday 2026: Reclame AQUI dá 18 dicas para o consumidor não cair em golpes. O Tempo, 19 out. 2026. Disponível em: otempo.com.br.
  8. DIGITAL TRANSACTIONS. Phishing gets even fishier as online criminals turn a security protocol to their advantage, sobre relatório do Anti-Phishing Working Group (APWG) com dados da PhishLabs. 31 ago. 2020. Disponível em: digitaltransactions.net.
  9. AGÊNCIA BRASIL. Pix: novas regras vão facilitar devolução de valores em casos de golpe, sobre a Resolução BCB nº 493. 28 ago. 2025. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  10. FUNDAÇÃO PROCON-SP. Evite esses sites. Listagem atualizada em 12 maio 2026. Disponível em: procon.sp.gov.br.
  11. BRASIL. Decreto nº 7.962, de 15 de março de 2013, que regulamenta o Código de Defesa do Consumidor no comércio eletrônico, art. 2º. Disponível em: planalto.gov.br.
  12. BRASIL. Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), art. 49. Disponível em: planalto.gov.br.
  13. Imagem: mulher conferindo o celular com um cartão na mão, por Julio Lopez, via Unsplash, sob a Licença Unsplash.
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