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Endividamento: o brasileiro deve mais ou só ficou mais fácil dever?

Oito em cada dez famílias têm alguma dívida, e quase 84 milhões de pessoas estão com o nome negativado. Ao mesmo tempo, a renda média e o emprego batem recorde. Entre os dois retratos estão a comida que subiu mais do que a inflação, o aluguel, os juros do cartão e um crédito que nunca foi tão fácil de contratar. Seis afirmações sobre as dívidas, cada uma confrontada com a evidência que a sustenta e com a que a contesta.

Redação Zuben · 6 de outubro de 2026 · Leitura de 14 minutos

Celular com a calculadora aberta somando duas contas, sobre moedas de um real, notas de cem reais e cupons de pagamento amassados
A soma das contas do mês, entre moedas, notas e cupons amassados: para boa parte das famílias, ela passou a fechar no cartão. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil (licença Creative Commons Atribuição).

Os números das dívidas no Brasil parecem contar duas histórias que não combinam. Na primeira, o país vive o melhor mercado de trabalho da sua série estatística: desemprego de 5,3% e rendimento médio de R$ 3.777, os dois em nível recorde4. Na segunda, 82% das famílias têm alguma dívida1, e a quantidade de pessoas com contas em atraso é a maior já registrada6.

Como as duas coisas acontecem juntas? Há pelo menos cinco explicações em circulação, cada uma com seus defensores: os preços subiram mais do que a renda de quem ganha menos; os juros brasileiros transformam qualquer atraso em bola de neve; o crédito ficou fácil demais; as apostas online drenam o orçamento; e os programas de renegociação limpam o nome sem mudar a situação de quem deve.

Como nas outras reportagens desta série, o texto não parte de uma conclusão. Pega as afirmações mais repetidas sobre o endividamento e faz com cada uma a mesma coisa: mostra o que a sustenta, o que a contesta e o que sobra de pé.

82%das famílias brasileiras tinham alguma dívida em julho de 2026, o maior percentual já medido pela CNC
83,9 mide pessoas estavam com contas em atraso em agosto, segundo a Serasa
+67,5%foi a alta da comida consumida em casa desde 2020; a inflação geral ficou em 43,3%
444,9%ao ano é o juro médio do rotativo do cartão de crédito

Fontes: CNC, via Agência Brasil (ago. 2026); Serasa (ago. 2026); FGV Ibre (jun. 2026); Banco Central, via O Povo (set. 2026).

Antes de tudo: dívida não é atraso

Boa parte da confusão começa nas palavras. A pesquisa mais citada, a Peic, da Confederação Nacional do Comércio (CNC), chama de endividada a família que tem qualquer compromisso a pagar: fatura de cartão, carnê, financiamento, empréstimo. Quem parcelou uma geladeira e paga em dia entra na conta. Inadimplente é outra coisa: é quem está com parcela atrasada.

Em julho de 2026, 82% das famílias tinham dívidas, contra 78,5% um ano antes. Com contas em atraso estavam 29,8%, praticamente o mesmo percentual de julho de 20251. Em dezembro de 2019, antes da pandemia, as famílias com dívidas eram 65,6%, e esse já era o recorde da pesquisa até então2.

O cartão de crédito aparece em 85,3% das famílias com dívidas, muito à frente de qualquer outra modalidade1. É por isso que o percentual de “endividados” é tão alto: usar o cartão, mesmo pagando a fatura inteira, já conta.

O Banco Central mede de outro jeito: soma tudo o que as famílias devem aos bancos e compara com a renda de um ano. Em agosto de 2026, a dívida equivalia a 49,9% da renda anual, o nível mais alto da série, e as parcelas consumiam 28,7% da renda de cada mês3. A Serasa, que conta pessoas com o nome negativado, registrou 83,9 milhões em agosto, o maior número de sua série6.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“O brasileiro nunca deveu tanto.”

O que sustenta

As três medições principais estão no ponto mais alto de suas séries: 82% das famílias com dívidas na CNC1, 49,9% da renda anual no Banco Central3 e 83,9 milhões de negativados na Serasa6. Em dez anos, o número de inadimplentes cresceu 38,1%7.

O que contesta

Na comparação com outros países, o brasileiro deve pouco. A dívida das famílias está perto de 38% do PIB, enquanto nos países do G7, com exceção da Itália, fica entre 50% e 100%11. E o valor devido por pessoa cresceu devagar: a dívida média de cada inadimplente passou de R$ 5.880, em valores corrigidos, para R$ 6.598 em dez anos, alta de 12,2%7. O que disparou foi a quantidade de gente devendo.

O que os dados permitem dizerA frase é verdadeira para a história do Brasil e falsa na comparação com o mundo. O tamanho da dívida brasileira é modesto; o que não tem paralelo é o quanto ela custa. Uma família americana ou alemã deve mais e compromete menos da renda, porque paga juros muito menores e em prazos longos.

Afirmação 2

“O problema é o preço das coisas: o dinheiro deixou de dar.”

O que sustenta

A inflação oficial esconde o que mais pesa em casa. De 2020 a junho de 2026, o IPCA acumulou 43,3%, mas a comida consumida no domicílio subiu 67,5%8. O aluguel de novos contratos avançou 9,16% em doze meses, mais que o dobro do IPCA do período, de 4,22%10. Em abril, a cesta básica de São Paulo custava R$ 906,14, e o Dieese calculava em R$ 7.612,49 o salário necessário para uma família, 4,7 vezes o mínimo de R$ 1.6219.

Quem ganha menos gasta uma fatia maior com comida e moradia, e é aí que o aperto aparece: entre as famílias com até três salários mínimos, 84,9% têm dívidas e 38,5% estão com contas em atraso. Entre as que ganham mais de dez, o atraso atinge 15,1%1.

O que contesta

A renda também subiu, e já descontada a inflação. O rendimento médio real chegou a R$ 3.777 no trimestre encerrado em agosto, alta de 3,7% em um ano e recorde da série iniciada em 2012. O desemprego caiu a 5,3%, o menor já medido, e a massa de rendimentos somou R$ 385,6 bilhões4. A inflação em doze meses, de 4,22%, está longe dos picos de 2021 e 202210.

Se o problema fosse só o preço, o endividamento deveria ter recuado com a renda em alta. Aconteceu o contrário: ele subiu 3,5 pontos em um ano1.

O que os dados permitem dizerAs duas colunas são verdadeiras ao mesmo tempo, porque falam de médias diferentes. O rendimento “real” é corrigido pelo IPCA, que é a inflação de uma cesta média. Para quem gasta quase tudo com comida, aluguel e transporte, a inflação vivida foi maior do que a oficial, e a renda não acompanhou. Esse grupo usa o cartão para fechar o mês, e não para comprar a mais. O carro usado, que subiu 80,5% desde 2020, conta a mesma história. A perda de poder de compra explica boa parte do endividamento de quem ganha menos; não explica sozinha o das famílias de renda alta, que também passaram a dever mais.

Afirmação 3

“A culpa é dos juros.”

O que sustenta

Nenhuma outra grande economia cobra o que o Brasil cobra de quem atrasa a fatura. O juro médio do rotativo do cartão foi de 444,9% ao ano em agosto, e o do parcelamento da fatura, de 192,1%5. A média do crédito livre para pessoas físicas está em 61,7% ao ano4. E a composição piorou: as linhas mais caras, como cheque especial, cartão e empréstimo pessoal, passaram de 18,2% para 24,7% da dívida das famílias depois de 202011.

O que contesta

Juro alto não é novidade no Brasil, e o endividamento subiu assim mesmo, inclusive em 2026, com a taxa básica em queda. Desde janeiro de 2024, além disso, os juros do rotativo e do parcelado não podem passar de 100% do valor original da dívida5. Há quem aponte a causa mais atrás: para Rodrigo Saraiva Marinho, do Instituto Livre Mercado, os juros são altos porque o Estado é muito endividado12.

O que os dados permitem dizerOs juros não explicam por que mais gente passou a dever, mas explicam por que é tão difícil sair. Com parcelas que levam 28,7% da renda, um imprevisto basta para o atraso, e o atraso no cartão é a dívida mais cara que existe. O limite de 100% impede que a dívida do rotativo mais que dobre; não impede que dobre.

Afirmação 4

“Ficou fácil demais dever.”

O que sustenta

O número de pessoas com conta ou crédito ativo no sistema financeiro quase dobrou em cinco anos e meio: de 77,2 milhões, em junho de 2018, para 152 milhões, em dezembro de 2023. Eram 46,8% dos adultos e passaram a 87,7%, com o empurrão do auxílio emergencial, dos bancos digitais e do Pix13. O crédito às famílias chegou a R$ 4,5 trilhões, com alta de 10,9% em um ano15.

O consignado para trabalhadores com carteira, relançado em 2025, saltou de R$ 41 bilhões para R$ 110 bilhões em um ano. Segundo análise da Serasa Experian, 86% dos empréstimos foram para pessoas com pontuação de crédito baixa, e a inadimplência da linha subiu de 4,9% para 6,6% em quatro meses14.

O que contesta

Ter acesso a banco e a crédito é o que se chamava, até pouco tempo, de inclusão financeira. Quem não conseguia empréstimo no banco não deixava de dever: recorria ao carnê da loja, ao cheque de terceiros ou ao agiota. O consignado, a 3,2% ao mês em média14, custa uma fração do rotativo e pode servir justamente para trocar uma dívida cara por uma mais barata.

O que os dados permitem dizerÉ a parte da pergunta do título com resposta mais clara: sim, ficou muito mais fácil dever, e isso por si só aumenta o número de endividados sem que ninguém tenha empobrecido. A dívida média por pessoa mudou pouco; o que mudou foi quanta gente entrou na conta. O problema está em quem recebe o crédito fácil: quando a maior parte vai para quem já tem o orçamento no limite, a inclusão vira atraso em poucos meses.

Afirmação 5

“As apostas online são o novo vilão.”

O que sustenta

Um estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar) com a FIA Business School estimou que, para cada 1% de aumento nas apostas, o endividamento cresce 0,23%, efeito quase duas vezes maior que o dos juros e do crédito16. A CNC calcula que as apostas tiram cerca de R$ 30 bilhões por mês do consumo e levaram 270 mil famílias à inadimplência grave19. Em agosto de 2024, segundo o Banco Central, 5 milhões de beneficiários do Bolsa Família enviaram R$ 2 bilhões às plataformas16.

O que contesta

Para Roger Amarante, presidente de uma associação do setor de apostas, a conta da CNC confunde o total apostado com o dinheiro efetivamente perdido: o valor que fica com as casas, segundo o Ministério da Fazenda, foi de R$ 37 bilhões em todo o ano de 2025. Isso equivale a cerca de 1,5% do que as famílias devem aos bancos. E aposta, lembra ele, não é crédito: não cria parcela nem juro17.

O que os dados permitem dizerOs dois lados têm interesse no resultado: o varejo perde vendas para as apostas, e o setor de apostas defende o próprio negócio. Somado, o dinheiro perdido em apostas é pequeno perto do total das dívidas e não explica um recorde nacional. Mas ele não se distribui por igual: pesa em orçamentos que já estavam no limite, e nesses casos basta pouco para virar atraso. É um agravante real para um grupo, e não a causa geral.

Afirmação 6

“Renegociar resolve.”

O que sustenta

O Novo Desenrola Brasil, lançado em maio de 2026, somou mais de 13,5 milhões de renegociações e R$ 75 bilhões em dívidas nas duas primeiras fases, com juros de até 1,99% ao mês. Em setembro, o governo anunciou uma terceira fase, para dívidas antigas de até R$ 10 mil, com desconto mínimo de 90%18. Para quem estava no rotativo, trocar 444,9% ao ano por 1,99% ao mês muda a conta inteira.

O que contesta

A dívida volta. Dos inadimplentes de 2026, 42% já estavam negativados em 2016: são cerca de 34 milhões de pessoas7. Mesmo com o programa em vigor, a inadimplência das pessoas físicas nos bancos subiu a 6% em agosto3, e a CNC registra recorde de famílias que dizem não ter como pagar19. No Senado, Rogério Marinho (PL-RN) afirma que a inadimplência cresceu depois do primeiro Desenrola; Flávio Arns (PSB-PR) defende proteção permanente e educação financeira no lugar de medidas pontuais12.

O que os dados permitem dizerRenegociar resolve a dívida, e não o motivo dela. Para quem atrasou por um imprevisto e tem renda para a nova parcela, funciona. Para quem deve porque o salário não cobre o mês, o acordo limpa o nome e reabre o crédito, e a conta que não fechava continua sem fechar.

Quatro diagnósticos, quatro remédios

Quem estuda o assunto discorda menos sobre os números do que sobre a causa principal, e cada causa leva a uma receita diferente.

Para o professor Marcos Melo, do Ibmec Brasília, tudo começa na taxa básica: com a Selic alta, todo o crédito fica caro, e a saída passa pelas contas públicas. A economista Maria Lúcia Fattorelli, da Auditoria Cidadã da Dívida, inverte a relação: são os juros altos que fazem a dívida pública crescer12. A CNC destaca o peso do cartão e das apostas no orçamento12. E o economista Fernando Rugitsky sustenta que o crédito fácil a juros altos transfere aos bancos os ganhos de salário dos trabalhadores: o aumento da renda vira parcela antes de virar melhora de vida11.

No Congresso, tramitam propostas para rever o chamado mínimo existencial, a parte da renda que não pode ser tomada na negociação de dívidas, e para levar a educação financeira aos currículos12.

O que sobra de pé

Dívida que costuma caber

  • Tem parcela fixa e data para acabar.
  • Paga algo que dura mais do que o carnê: casa, estudo, ferramenta de trabalho.
  • Somada às outras, fica bem abaixo de um terço da renda.
  • Tem juro que você sabe dizer qual é.

Dívida que vira bola de neve

  • Rotativo e pagamento mínimo da fatura.
  • Cheque especial usado todo mês, como se fosse salário.
  • Empréstimo novo para pagar a parcela do anterior.
  • Parcelamento de comida, conta de luz ou aluguel.

Se a conta não está fechando

  1. Liste tudo o que deve, com o juro de cada dívida. O relatório Registrato, gratuito no site do Banco Central, mostra todos os empréstimos e cartões em seu nome.
  2. Ataque primeiro a mais cara. Quase sempre é o cartão. Sair do rotativo vem antes de qualquer outra meta.
  3. Troque dívida cara por barata, e só por isso. Consignado ou crédito pessoal para quitar o cartão faz sentido; para abrir espaço para gastar, não.
  4. Negocie antes de atrasar. O banco tem mais margem para alongar o prazo de quem ainda está em dia.
  5. Confira a parcela do acordo. Desconto grande com parcela que não cabe no mês é só um atraso adiado.
  6. Separe o que é preço do que é hábito. Comida e aluguel subiram de verdade; assinaturas, entregas e apostas são o que dá para cortar.
  7. Se as dívidas passam do que você consegue pagar, procure o Procon ou a Defensoria Pública. A Lei do Superendividamento (14.181, de 2021) permite renegociar tudo de uma vez, preservando o mínimo para viver.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Boa parte do juro pago no Brasil nasce de um vencimento esquecido ou de uma conta que ninguém fez. Três utilitários simples ajudam nas duas coisas.

  • VencimentosZubenRemindUm lembrete com alarme para cada fatura, boleto e parcela de acordo, para o atraso não virar rotativo.
  • ContasZubenCalcPara somar as parcelas do mês e ver quanto da renda elas levam antes de assumir mais uma.
  • ComprovantesZubenPDFContratos, acordos e recibos de quitação digitalizados em um único PDF, guardados para quando for preciso provar o pagamento.

Os aplicativos funcionam sem internet e não pedem cadastro.

A pergunta que ficou

O brasileiro deve mais ou só ficou mais fácil dever? Os dados apontam para as duas coisas, em proporções diferentes conforme a renda. Ficou, sim, muito mais fácil: o dobro de pessoas tem hoje acesso a cartão e empréstimo, e isso sozinho empurra as estatísticas para cima. O valor devido por pessoa cresceu pouco, e o total é pequeno perto do que devem as famílias de países ricos.

Mas a facilidade chegou junto com duas outras coisas. A comida e o aluguel subiram bem mais do que a inflação média, e tiraram poder de compra justamente de quem tinha menos folga. E o crédito que ficou fácil é o mais caro do mundo. O resultado é um país em que se deve pouco e se paga muito: quase 29% da renda vai para parcelas, pelo menos o dobro do padrão dos países ricos. Para a metade de baixo da renda, a dívida deixou de ser uma forma de antecipar uma compra e passou a ser uma forma de completar o mês.

Aviso: este conteúdo é informativo e não é orientação financeira individual. Os indicadores citados valem para as datas indicadas e são revistos com frequência pelas instituições que os produzem. CNC, Banco Central e Serasa medem coisas diferentes, e seus números não são comparáveis entre si. Estudos e opiniões de entidades do varejo e do setor de apostas refletem os interesses de quem os publica. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 6 de outubro de 2026.

  1. AGÊNCIA BRASIL. CNC: endividamento das famílias sobe para 82%, mas inadimplência cai (Peic de julho de 2026). 6 ago. 2026. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  2. EXAME. Percentual de famílias com dívidas chega a 65,6% em dezembro, diz CNC. Jan. 2020. Disponível em: exame.com. Ver também PORTAL DO COMÉRCIO. CNC: endividamento das famílias bate novo recorde histórico em fevereiro. 11 mar. 2026. Disponível em: portaldocomercio.org.br.
  3. METRÓPOLES. Endividamento das famílias chegou a 49,9% em agosto, segundo BC (Estatísticas Monetárias e de Crédito do Banco Central). 29 set. 2026. Disponível em: metropoles.com.
  4. INFOMONEY. Ocupação e massa de renda recordes com desemprego a 5,3% pressionam inflação e Selic (PNAD Contínua, IBGE). 29 set. 2026. Disponível em: infomoney.com.br.
  5. O POVO. Juro médio do rotativo do cartão de crédito sobe a 444,9% ao ano em agosto, diz BC. 29 set. 2026. Disponível em: opovo.com.br.
  6. SERASA. Mapa da inadimplência e renegociação de dívidas no Brasil (dados de agosto de 2026). Disponível em: serasa.com.br.
  7. SERASA. 42% dos brasileiros inadimplentes em 2026 já enfrentaram restrições há 10 anos. Mar. 2026. Disponível em: serasa.com.br. Ver também CNN BRASIL. Inadimplência atinge 81,7 milhões e cresce 38% em 10 anos no Brasil. 24 mar. 2026. Disponível em: cnnbrasil.com.br.
  8. BRAZ, André. Alimentos no domicílio: quando a inflação pesa mais no prato do que no índice. FGV Ibre, 30 jun. 2026. Disponível em: portalibre.fgv.br.
  9. INFOMONEY. Dieese: custo da cesta básica sobe em todas as 27 capitais pela 2ª vez consecutiva. 11 maio 2026. Disponível em: infomoney.com.br.
  10. SPACE MONEY. Aluguel residencial avança 9,16% em 12 meses, aponta FipeZAP. Set. 2026. Disponível em: spacemoney.com.br.
  11. RUGITSKY, Fernando. Drowning in Debt. Phenomenal World, 26 jun. 2026. Disponível em: phenomenalworld.org.
  12. SENADO NOTÍCIAS. Dívidas em recorde assombram as famílias brasileiras. Maio 2026. Disponível em: senado.leg.br.
  13. CNN BRASIL. Número de usuários dos sistemas financeiro e de pagamentos dobra em 5 anos, diz BC (Relatório de Economia Bancária). 5 jun. 2024. Disponível em: cnnbrasil.com.br.
  14. INFOMONEY. Após um ano, crédito consignado CLT tem queda de 73% no valor tomado por trabalhador (análise da Serasa Experian). 22 jun. 2026. Disponível em: infomoney.com.br.
  15. AGÊNCIA BRASIL. Juros elevados mantêm pressão sobre endividamento das famílias. 27 abr. 2026. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  16. GAZETA DO POVO. Estudo: bets pesam mais no endividamento do que juros e crédito (estudo do Ibevar e da FIA Business School). 21 abr. 2026. Disponível em: gazetadopovo.com.br.
  17. AMARANTE, Roger. As bets são o vilão do endividamento brasileiro? Os dados dizem que não. BNLData, 30 abr. 2026. Disponível em: bnldata.com.br. O autor preside uma associação do setor de apostas.
  18. AGÊNCIA BRASIL. Governo cria terceira fase do Desenrola com compra de dívidas pela União. 25 set. 2026. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  19. MOVIMENTO ECONÔMICO. CNC: bets drenam R$ 30 bi por mês e levam 270 mil famílias à inadimplência. 29 abr. 2026. Disponível em: movimentoeconomico.com.br. Ver também FCDL-ESP. Brasil chega ao maior percentual de famílias que não têm condições de pagar suas dívidas em 15 anos. Disponível em: fcdlesp.org.br.
  20. Imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil, publicada em agenciabrasil.ebc.com.br. Conteúdo da Agência Brasil sob licença Creative Commons Atribuição.
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