Carreira · Gestão de projetos
Gestão de projetos: a profissão que o mundo não consegue formar na velocidade em que precisa
São quase 40 milhões de profissionais no planeta, mais do que enfermeiros ou desenvolvedores de software, e ainda assim devem faltar até 30 milhões em dez anos. Como é a formação, como é o trabalho, quem são essas pessoas e o que os números dizem sobre o mercado.
Redação Zuben · 1º de outubro de 2026 · Leitura de 14 minutos
Levar três pessoas à órbita e trazê-las de volta exigiu, em 1968, coordenar milhares de fornecedores, prazos que não podiam escorregar e riscos que não podiam ser ignorados. A sala da foto acima é o retrato de uma ideia que depois se espalhou por todos os setores da economia: alguém precisa responder pelo conjunto. No ano seguinte, 1969, nascia nos Estados Unidos o Project Management Institute (PMI), hoje a principal associação da área1.
Mais de meio século depois, o que era assunto de engenheiros aeroespaciais virou uma das maiores ocupações do planeta. Lançar um aplicativo, construir um hospital, trocar o sistema de um banco, organizar uma campanha de vacinação: tudo isso é projeto, e todo projeto precisa de quem o conduza.
O que é, afinal, um projeto
Projeto é um esforço temporário, com começo e fim definidos, feito para entregar algo novo: um produto, um serviço ou um resultado. É o contrário da rotina. A folha de pagamento de todo mês é operação. Implantar o sistema que vai processar a folha é projeto.
Gerir um projeto é equilibrar o que foi prometido (o escopo), o tempo, o dinheiro e a qualidade, lidando com pessoas e com imprevistos. O PMI resume o sucesso de um projeto de forma mais simples e mais exigente: entregar um valor que tenha compensado o esforço e o custo4.
Uma profissão do tamanho de um país
O retrato mais recente do setor é o relatório Global Project Management Talent Gap, publicado pelo PMI em 2025. Ele contou os profissionais que passam a maior parte do tempo conduzindo projetos, a partir de 172 cargos em mais de 180 países1.
Fonte: PMI, Global Project Management Talent Gap (2025).
Para dar a dimensão, o próprio relatório compara: a força de trabalho mundial tem cerca de 30 milhões de enfermeiros e 25 milhões de desenvolvedores de software1.
Maior que a enfermagem e que a programação
Profissionais em atividade no mundo, em milhões (estimativas)
Fonte: PMI, Global Project Management Talent Gap (2025), com dados da Organização Mundial da Saúde e da McKinsey para as outras duas profissões.
A conta que não fecha
A demanda cresce mais rápido do que a formação. O PMI projetou dois cenários para 2035, um conservador e um otimista, com base no crescimento do investimento em cada país:
De 40 para até 65 milhões em dez anos
Profissionais de projetos: existentes em 2025 e necessários em 2035, em milhões
Fonte: PMI, Global Project Management Talent Gap (2025). Além do crescimento da demanda, 4,4 milhões de profissionais devem deixar o mercado até 2035 por aposentadoria.
Somando o crescimento da demanda às aposentadorias, a lacuna fica entre 23,3 milhões e 29,8 milhões de profissionais. Mesmo na hipótese mais pessimista para a economia, o mundo precisará de dezenas de milhões de pessoas a mais nessa função1.
Onde a procura mais cresce
Todos os setores que dependem de projetos devem ampliar a demanda, com a construção e a indústria à frente:
Crescimento da demanda até 2035, por setor
A barra mostra o cenário conservador; o número traz a faixa até o cenário otimista
Fonte: PMI, Global Project Management Talent Gap (2025), Figura 6.
O Brasil no mapa
O país tem cerca de 411 mil profissionais de projetos, o segundo maior contingente da América Latina, atrás do México. A região toda soma 2 milhões1.
Profissionais de projetos na América Latina
Maiores mercados da região em 2025, em milhares de profissionais
Fonte: PMI, Global Project Management Talent Gap (2025), apêndice por país, cenário conservador.
A projeção brasileira é mais contida que a média mundial: a demanda deve crescer entre 11,8% e 14,9% até 2035, chegando a algo entre 460 mil e 474 mil profissionais. Ainda assim, somando as cerca de 43 mil aposentadorias previstas, o país precisará formar de 92 mil a 105 mil novos profissionais em dez anos1.
Em certificações, o Brasil tinha 15.375 profissionais com a credencial PMP em junho de 2024, segundo levantamento feito no registro público do PMI13. No mundo, são mais de 1,4 milhão de certificados10.
Como se forma um gestor de projetos
Não existe uma única porta de entrada. A maioria dos gestores de projetos vem de outra formação (engenharia, administração, tecnologia da informação, arquitetura, saúde) e chega à função depois de alguns anos atuando em equipes de projeto. A trilha mais comum tem quatro etapas:
- GraduaçãoUma formação de base, em qualquer áreaBacharelado na área em que se pretende atuar ou o curso superior de tecnologia em Gestão de Projetos, que dura cerca de dois anos e dá diploma de nível superior15.
- ExperiênciaOs primeiros projetosAtuação como analista, assistente de projetos ou membro de equipe. É aqui que se aprende a lidar com prazos, clientes e mudanças, e é essa experiência que as certificações exigem comprovar.
- Pós-graduaçãoEspecialização ou MBAOs cursos lato sensu em Gestão de Projetos têm carga mínima de 360 horas, definida pelo Conselho Nacional de Educação12, e costumam durar de 12 a 18 meses. Quem busca a carreira acadêmica ou de pesquisa segue para o mestrado e o doutorado (stricto sensu).
- CertificaçãoO reconhecimento do mercadoCredenciais emitidas por associações profissionais, com prova e, em geral, comprovação de experiência. Precisam ser renovadas, o que obriga o profissional a continuar estudando.
As principais certificações
| Certificação | Para quem é |
|---|---|
| CAPM (PMI) | Porta de entrada, para quem está começando e ainda não tem experiência em liderar projetos. |
| PMP (PMI) | A mais reconhecida no mundo. Exige graduação, 36 meses de experiência liderando projetos e 35 horas de formação específica; sem graduação, são 60 meses10. |
| PMI-ACP, CSM, PSM | Voltadas a métodos ágeis, como Scrum e Kanban. |
| PgMP e PfMP (PMI) | Para quem gerencia programas (conjuntos de projetos) e portfólios. |
| IPMA níveis D a A | Modelo internacional, de origem europeia, em quatro níveis, do conhecimento básico à direção de programas e portfólios14. |
| PRINCE2 | Método de origem britânica, nos níveis Foundation e Practitioner14. |
O exame PMP tem 180 questões, e a certificação vale por três anos: para mantê-la é preciso acumular 60 unidades de desenvolvimento profissional (PDUs) a cada ciclo10. A versão da prova em vigor desde julho de 2026 se divide em três domínios: Pessoas (33%), Processo (41%) e Ambiente de Negócios (26%). Cerca de 40% das questões tratam de abordagens preditivas, e os outros 60%, de abordagens ágeis e híbridas11. A referência de conteúdo é o Guia PMBOK, cuja oitava edição saiu em 202516.
Como é o trabalho
O gestor de projetos raramente é o maior especialista técnico da equipe. O papel dele é fazer o conjunto funcionar. Em um dia comum, isso significa:
- Planejar: definir o que será entregue, dividir o trabalho em partes, estimar prazos e custos e montar o cronograma.
- Coordenar pessoas: distribuir tarefas, remover obstáculos e manter a equipe alinhada, muitas vezes sem ser o chefe formal de ninguém.
- Comunicar: reuniões de acompanhamento, relatórios de status e conversas com clientes, fornecedores e diretoria. É a atividade que mais ocupa o tempo.
- Gerir riscos e mudanças: antecipar o que pode dar errado e decidir o que fazer quando o escopo muda no meio do caminho.
- Controlar: comparar o realizado com o planejado em prazo, custo e qualidade, e corrigir o rumo.
- Encerrar: entregar formalmente, registrar as lições aprendidas e liberar a equipe.
Três formas de conduzir
Na abordagem preditiva (ou “cascata”), o plano é detalhado no início e seguido etapa por etapa, o que funciona bem em obras e na indústria. Na abordagem ágil, o trabalho avança em ciclos curtos, com entregas parciais e ajustes frequentes, como é comum em software. A híbrida combina as duas. No Brasil, a pesquisa Panorama Gestão de Projetos 2026, da Artia, com 1.265 profissionais, encontrou 43,3% trabalhando com abordagem híbrida e 26,5% com ágil8.
A escada da carreira
A progressão típica vai de analista ou especialista a gerente de projetos em níveis crescentes, depois a gerente de programas, de portfólio e à direção do escritório de projetos (PMO). A pesquisa salarial do PMI mostra como a remuneração acompanha essa escada no Brasil2:
| Cargo | Salário anual mediano |
|---|---|
| Diretor de projetos / PMO | US$ 50.126 |
| Gerente de portfólio | US$ 43.610 |
| Gerente de programas | US$ 41.304 |
| Gerente de projetos III | US$ 37.294 |
| Gerente de projetos II | US$ 31.278 |
| Gerente de projetos I | US$ 29.077 |
| Especialista em projetos | US$ 26.065 |
Fonte: PMI, Earning Power: Project Management Salary Survey, 13ª edição (2023), respondentes do Brasil, valores convertidos em dólares. A amostra é formada sobretudo por profissionais ligados ao PMI (78% com certificação PMP), e por isso tende a ficar acima da média do mercado.
Características do trabalho
É uma função de muita exposição. Quem gere projetos responde por resultados que dependem de outras pessoas, negocia o tempo todo e decide com informação incompleta. A pressão por prazo é constante, e a complexidade vem aumentando: 81% dos profissionais ouvidos pelo PMI dizem que os projetos ficaram mais complexos nos últimos anos5. Em compensação, é um trabalho variado, com começo, meio e fim visíveis, e que abre caminho para cargos de direção.
A inteligência artificial já faz parte da rotina. Na pesquisa da Artia, 85,4% dos profissionais brasileiros disseram usar IA no trabalho, principalmente para gerar documentos, resumos e relatórios8.
Quem são esses profissionais
O Brasil não tem uma estatística oficial detalhada da profissão, porque a gestão de projetos aparece espalhada por vários códigos de ocupação. O retrato mais completo por idade e escolaridade vem dos Estados Unidos, onde o Bureau of Labor Statistics (BLS) acompanha a categoria “especialistas em gestão de projetos”, com 1,15 milhão de pessoas empregadas em 20256.
Por idade: uma carreira de meio de trajetória
Especialistas em gestão de projetos empregados nos Estados Unidos em 2025, por faixa etária
Fonte: U.S. Bureau of Labor Statistics, Current Population Survey, tabela 11b (2025). Percentuais calculados pela redação sobre 1,15 milhão de empregados. Idade mediana: 43,6 anos, contra 42,1 anos no conjunto dos trabalhadores.
Quase ninguém começa a carreira como gestor de projetos: só 2% têm menos de 25 anos. A função se concentra entre os 25 e os 54 anos, o que confirma a trilha descrita acima, em que a pessoa primeiro se forma e trabalha em outra coisa. No Brasil, os registros de emprego formal do Ministério do Trabalho para a ocupação que reúne gerentes de projetos e de pesquisa e desenvolvimento apontam idade média de cerca de 38 anos9.
Por formação: sete em cada dez têm diploma superior
Escolaridade dos trabalhadores com 25 anos ou mais, Estados Unidos, 2023–2024
Gestão de projetosTodas as ocupações
Fonte: U.S. Bureau of Labor Statistics, Employment Projections, tabela 5.3 (2023–2024). As duas primeiras faixas foram agrupadas pela redação a partir das categorias originais.
Somando graduação, mestrado e doutorado, 72,4% dos gestores de projetos americanos têm diploma superior completo, contra 42,6% no conjunto das ocupações7. A proporção com mestrado é quase o dobro da média, o que mostra o peso da pós-graduação na área.
O retrato brasileiro
A pesquisa da Artia dá as pistas mais recentes sobre o profissional brasileiro8. Entre os 1.265 respondentes, 50,75% são mulheres e 46,25% são homens. Pouco mais de um quarto (26,25%) tem mais de dez anos de experiência, e 19,53% estão nos dois primeiros anos de carreira.
Três em cada quatro não têm certificação
Profissionais de projetos no Brasil, por certificação declarada
Fonte: Artia, Panorama Gestão de Projetos Brasil 2026 (1.265 respondentes). Pesquisa por adesão voluntária, não representa estatisticamente todo o mercado.
Quanto vale a experiência e a certificação
A remuneração cresce de forma consistente com o tempo de atuação. Entre os respondentes brasileiros da pesquisa do PMI, quem tem mais de vinte anos em gestão de projetos ganha quase o triplo de quem tem menos de três2:
O salário acompanha a experiência
Salário anual mediano no Brasil, em milhares de dólares, por tempo de experiência em gestão de projetos
Fonte: PMI, Earning Power: Project Management Salary Survey, 13ª edição (2023), 969 respondentes do Brasil. Mediana geral do país: US$ 35.489 por ano.
A certificação também pesa. Na mesma pesquisa, os brasileiros com PMP declararam mediana de US$ 38.497 por ano, contra US$ 24.602 dos não certificados, uma diferença de 56%2. Na edição seguinte, divulgada em novembro de 2025 com 14.628 profissionais de 21 países, a vantagem mediana dos certificados no conjunto dos países foi de 17%3. Convém ler esses números com cuidado: parte da diferença vem do fato de que profissionais certificados costumam ser também mais experientes.
Por que as empresas pagam por isso
Porque projeto mal conduzido custa caro. O levantamento anual do PMI com profissionais do mundo todo mostra que mesmo os melhores não acertam sempre, e que a diferença entre grupos está na capacidade de entender o negócio, e não só a técnica4:
Nem os melhores cumprem todos os prazos
Desempenho dos projetos, conforme o nível de visão de negócios de quem os conduz
Profissionais com alta visão de negóciosDemais profissionais
Fonte: PMI, Pulse of the Profession 2025. Apenas 18% dos profissionais foram classificados com alta visão de negócios.
Quando o projeto é complexo, o risco aumenta: cerca de um terço (31%) dos projetos complexos não entrega todos os benefícios previstos. Mas a boa gestão faz diferença mensurável. Nos projetos em que a equipe lidou muito bem com a complexidade, 88% foram avaliados como muito bem-sucedidos; onde isso não aconteceu, só 14%5.
No Brasil, os resultados são mais modestos. Na pesquisa da Artia, apenas 39,6% dos profissionais disseram entregar no prazo “na maioria das vezes”; dentro do orçamento, 44,58%; dentro do escopo, 50,43%. Quase metade (48,8%) trabalha em empresas sem escritório de projetos8.
No Brasil, o prazo é o ponto mais fraco
Profissionais que dizem entregar conforme o planejado “na maioria das vezes”
Fonte: Artia, Panorama Gestão de Projetos Brasil 2026 (1.265 respondentes).
Prazo perdido é, quase sempre, uma soma de pequenos atrasos: uma aprovação que ficou esperando, uma reunião que não aconteceu, um documento que ninguém achou. É nesse terreno miúdo, do dia a dia, que ferramentas simples ajudam.
Aplicativos Zuben no dia a dia do gestor
Os aplicativos da Zuben não são um software de gestão de projetos e não substituem um cronograma ou um quadro de tarefas. São utilitários de bolso, para Android, que cobrem as pequenas tarefas que cercam qualquer projeto: lembrar, calcular, registrar, organizar e comunicar.
- Prazos e marcosZubenRemindUm grupo de lembretes por projeto, cada um com sua cor. Alarme em tela cheia para marcos e entregas, e repetição semanal para a reunião de acompanhamento e o relatório de status.
- Calendário do projetoZubenCalendarFeriados nacionais em vermelho e fins de semana em azul, para contar dias úteis ao montar o cronograma. Integrado ao ZubenRemind, mostra no mês os dias que têm marcos.
- ComunicaçãoZubenMailCliente de e-mail completo, com envio agendado: o relatório de status pode ser escrito na sexta e sair na segunda de manhã.
- RegistroZubenPDFAtas assinadas, termos de aceite, notas e recibos fotografados e reunidos em um único PDF, prontos para anexar à documentação do projeto.
- Do quadro ao textoZubenTextA foto do quadro branco depois da reunião, ou de um documento impresso, vira texto editável, com reconhecimento feito no próprio aparelho.
- DocumentaçãoZubenFilesGerenciador de arquivos para manter uma pasta por projeto, compactar entregas em ZIP e achar um documento pelo nome.
- Contas rápidasZubenCalcCalculadora para conferir percentuais de avanço, estouros de orçamento e rateios na hora, sem abrir uma planilha.
- Reuniões remotasZubenFastMede download, upload e latência da internet e a força do sinal do Wi-Fi antes de uma videoconferência importante.
ZubenRemind, ZubenCalendar, ZubenText e ZubenCalc funcionam sem internet. Todos os aplicativos estão em português, inglês e espanhol.
Para quem quer começar
- Peça para participar de um projeto onde você já trabalha. A experiência prática é o requisito que nenhum curso substitui, e é o que as certificações vão pedir que você comprove.
- Aprenda o vocabulário. Escopo, cronograma, risco, parte interessada, entrega. Um curso introdutório ou a preparação para a CAPM resolve essa etapa.
- Escolha a pós-graduação com calma. Uma especialização ou MBA de 360 horas faz mais sentido depois dos primeiros projetos, quando há experiência para relacionar com a teoria.
- Planeje a certificação. Para a PMP, comece a registrar desde já os projetos de que participa: datas, papel e horas. A comprovação é exigida na inscrição.
- Desenvolva o lado humano e o de negócios. Comunicação, negociação e entendimento do negócio são o que mais diferencia os profissionais nas pesquisas.
- Organize a própria rotina. Quem gere o prazo dos outros precisa, antes, não perder os seus.
A sala de controle de 1968 ficou no passado, mas a pergunta que ela respondia continua a mesma em qualquer empresa: quem está cuidando do conjunto? Enquanto houver coisas novas a construir, haverá trabalho para quem souber responder.
Bibliografia
Fontes consultadas pela redação. Documentos e páginas acessados em 1º de outubro de 2026.
- PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE (PMI). Global Project Management Talent Gap. Newtown Square: PMI, 2025. Disponível em: pmi.org › thought leadership › talent gap.
- PMI. Earning Power: Project Management Salary Survey, 13ª edição, versão resumida. Newtown Square: PMI, 2023. Disponível em: pmi.org › salary survey.
- PMI. Amidst Ongoing Economic Uncertainty, PMP Certification Holders Build Career Momentum and Experience Earning Advantage, PMI Survey Finds (comunicado sobre a 14ª edição da pesquisa salarial). 13 nov. 2025. Disponível em: pmworldlibrary.net.
- PMI. Pulse of the Profession 2025: Boosting Business Acumen. Newtown Square: PMI, 2025. Disponível em: pmi.org (PDF).
- PMI. Pulse of the Profession 2026: Driving Success in Complex Projects. Newtown Square: PMI, 2026. Disponível em: pmi.org › thought leadership.
- U.S. BUREAU OF LABOR STATISTICS (BLS). Current Population Survey: Table 11b. Employed persons by detailed occupation and age, 2025. Disponível em: bls.gov/cps.
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- QUERO BOLSA. Gestão de Projetos: saiba tudo sobre o curso. Disponível em: querobolsa.com.br.
- PMI. A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK Guide), 8ª edição. Newtown Square: PMI, 2025.
- Imagem: NASA / Johnson Space Center, “Overall view of Mission Control on first day of Apollo 7 space mission” (S68-49301), 11 out. 1968, domínio público, via Wikimedia Commons.