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Saúde · Calor

Escorpiões: por que os acidentes aumentam no calor e o que fazer

O Brasil registrou 225 mil picadas de escorpião em 2025, o maior número da série, e todo ano a curva sobe a partir de setembro. O calor explica a estação, mas não explica sozinho por que os casos mais que dobraram em uma década. Seis afirmações que se ouvem sobre o bicho, cada uma confrontada com o que a sustenta e com o que a contesta, e um roteiro do que fazer em casa e depois de uma picada.

Redação Zuben · 14 de outubro de 2026 · Leitura de 11 minutos

Criança pequena de cabelo claro, sentada no chão de madeira de uma casa à meia-luz, brinca concentrada com um carrinho de brinquedo
A maioria das picadas acontece dentro de casa, e crianças de até dez anos têm letalidade quatro vezes maior que a dos adultos, segundo o Ministério da Saúde. Imagem ilustrativa. Foto: mali desha/Unsplash, recortada.

Outubro é o mês em que o escorpião volta ao noticiário. Pesquisadores do Instituto Butantan observam que os registros de picadas “aumentam sensivelmente” a partir deste mês todos os anos8, e o boletim do Ministério da Saúde sobre 2023 mostra a curva subindo desde setembro, com o pico em novembro: 20.656 acidentes em um único mês3.

O número anual também não para de crescer. Foram 91,7 mil notificações em 20162, mais de 200 mil pela primeira vez em 20234 e 225.695 em 2025, segundo o painel do Ministério da Saúde6. O escorpião responde hoje por perto de seis em cada dez acidentes com animais peçonhentos no país3.

Como nas outras reportagens da série, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre o escorpião, do calor à dedetização, e mostra para cada uma o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.

225.695picadas de escorpião notificadas no Brasil em 2025, o maior número da série
265mortes em 2025, o dobro das 126 registradas em 2024
4 vezesé quanto a letalidade em crianças de até 10 anos supera a dos adultos
88,1%dos acidentes de 2022 foram leves, com dor no local e sem sinais no resto do corpo

Fontes: painel epidemiológico do Ministério da Saúde, via Tribuna de Jundiaí; G1, via APM; Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas dos Acidentes Escorpiônicos (Ministério da Saúde, 2025).

Três escorpiões que mais picam no Brasil

Há dezenas de espécies no país, mas o protocolo clínico do Ministério da Saúde, aprovado em agosto de 2025, aponta o gênero Tityus como o de maior importância para a saúde pública1. Três espécies medem de 5 a 7 centímetros e se diferenciam sobretudo pela cor.

  • Tityus serrulatusEscorpião-amareloTronco escuro, patas e cauda amareladas, com uma serrilha no dorso da cauda. É o principal responsável pelos casos graves e pelas mortes no país1, e a fêmea se reproduz sem macho8.
  • Tityus stigmurusEscorpião-amarelo-do-nordesteAmarelado, com uma faixa escura no meio do dorso. Nativo do Nordeste, hoje aparece também no Sul e no Sudeste8. Também se reproduz sem macho1.
  • Tityus bahiensisEscorpião-marromCorpo marrom-escuro e patas com manchas. Foi o mais comum em partes de São Paulo e vem sendo substituído pelo amarelo, que se adapta melhor à cidade8.

Na Amazônia, o escorpião-preto (Tityus obscurus) causa quadros com sintomas diferentes, como sensação de choque pelo corpo1. Para quem foi picado, identificar a espécie não muda a primeira providência: ir ao serviço de saúde. Se for possível sem risco, vale levar uma foto do animal.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“Os acidentes aumentam por causa do calor.”

O que sustenta

O calendário confirma. No boletim do Ministério da Saúde sobre 2023, os casos ficaram estáveis no primeiro semestre, subiram a partir de setembro e chegaram ao máximo em novembro3. O Ministério aponta o verão como o período de maior risco2.

A explicação biológica é conhecida. Com o calor, o metabolismo do escorpião acelera, ele caça e se reproduz mais8. As chuvas da primavera enchem galerias de esgoto e bueiros, onde ele se abriga, e o empurram para fora, muitas vezes para dentro das casas1.

O que contesta

O padrão não é o mesmo no país inteiro. O protocolo do Ministério registra que o pico de setembro a janeiro vale para o Sul e o Sudeste; no Nordeste, os casos permanecem altos o ano todo, e no Norte sobem entre maio e outubro, quando o nível dos rios baixa1.

E o calor explica a estação, mas não a tendência. Os pesquisadores do Butantan atribuem o crescimento de longo prazo a um conjunto de fatores: lixo e falta de saneamento, que alimentam as baratas, redes de esgoto que espalham o escorpião pela cidade, desmatamento e a melhora na notificação8.

O que os dados permitem dizerNo Sul e no Sudeste, onde está a maior parte dos casos, a frase é verdadeira para o calendário: a temporada de picadas começa com o calor de setembro e vai até o fim do verão. Mas o calor é o gatilho, e não a causa do aumento. O escorpião precisa de abrigo, de água e de comida, e o que mais oferece as três coisas é a cidade com entulho, esgoto aberto e baratas. O protocolo do Ministério acrescenta que ondas de calor e chuvas fora de época vêm deslocando a temporada1.

Afirmação 2

“O Brasil vive uma explosão de escorpiões.”

O que sustenta

Os números são de explosão. Um estudo com dados de todos os 5.570 municípios contou 1.729.023 acidentes e 1.230 mortes de 2012 a 2024, com a taxa de incidência subindo cerca de 349% no período7. As notificações passaram de 85 mil em 2015 para mais de 200 mil em 2023, segundo o Butantan8, e para 225.695 em 20256.

A biologia ajuda a entender. A fêmea do escorpião-amarelo gera filhotes sem acasalar, e um único animal pode dar origem a uma colônia se encontrar abrigo, água e alimento8. O Butantan projeta que a tendência de alta continue nos próximos 50 anos, sobretudo em cidades com pouca vegetação e poucos predadores8.

O que contesta

Parte da alta é de registro, e não de bicho. O acidente com escorpião entrou na lista de notificação compulsória em 2010, e o protocolo do Ministério mede o crescimento da incidência justamente a partir de 20111. A própria pesquisadora do Butantan reconhece que a vigilância mais rápida infla a série, embora afirme que o aumento também é real8.

As mortes não acompanharam os casos na mesma proporção. Foram 115 em 20162, 131 em 20233 e 126 em 20245, enquanto as notificações mais que dobravam. O salto de 2025, para 265 mortes, ainda não tem explicação oficial publicada6.

O que os dados permitem dizerHá mais escorpião e há mais registro, as duas coisas ao mesmo tempo, e os dados disponíveis não permitem separar uma da outra com precisão. O que sustenta a ideia de aumento real é que a alta continuou mais de uma década depois de a notificação se tornar obrigatória, e que espécies como o escorpião-amarelo-do-nordeste chegaram a regiões onde não existiam. “Explosão” é a palavra certa para a curva de casos. Para as mortes, que oscilaram em torno de cem por ano até 2024, o ano de 2025 é um alerta que ainda precisa ser confirmado nos dados consolidados.

Afirmação 3

“Para acabar com escorpião, basta dedetizar.”

O que sustenta

A dedetização é a resposta mais procurada e tem um alvo legítimo: a barata, principal alimento do escorpião. O Ministério da Saúde recomenda guardar o lixo em sacos bem fechados justamente porque as baratas atraem os escorpiões2. Menos comida, em tese, significa menos escorpião.

E dá uma sensação imediata de providência: depois da aplicação, aparecem baratas e às vezes escorpiões mortos, o que o morador entende como sinal de que o problema acabou.

O que contesta

O Ministério da Saúde não recomenda inseticidas contra escorpiões. O manual de controle explica por quê: o animal passa a maior parte do tempo escondido em frestas, sob entulho e em galerias, consegue ficar imóvel por meses e mantém fechadas por muito tempo as aberturas por onde respira, de modo que o produto raramente o atinge9.

E pode piorar. Escorpiões atingidos e não mortos tendem a fugir do produto e a buscar outros abrigos, o que aumenta o contato com as pessoas, explica o Butantan8. O método que o Ministério recomenda é a busca ativa e a coleta manual por equipes treinadas, junto com a limpeza do ambiente89.

O que os dados permitem dizerA frase está errada no que mais importa: o veneno contra insetos não é o caminho para eliminar escorpiões e pode espalhá-los pela casa. O controle de baratas tem papel, desde que venha junto com o que de fato funciona, que é tirar abrigo e comida do ambiente e vedar as entradas. Quando os escorpiões aparecem com frequência, o serviço indicado é o centro de controle de zoonoses ou a vigilância ambiental da prefeitura, que faz a captura e a vistoria.

Afirmação 4

“Galinha, lavanda e arruda mantêm o escorpião longe.”

O que sustenta

Predadores existem, e o próprio Ministério da Saúde os valoriza: o manual de controle e as orientações oficiais pedem que, em áreas rurais, sejam preservados os inimigos naturais do escorpião, como lagartos, sapos e corujas29. Galinhas comem escorpiões quando os encontram.

As plantas aromáticas têm a seu favor a tradição e o fato de afastarem alguns insetos, o que explica a recomendação que circula em sites de casa e jardinagem.

O que contesta

Não há comprovação para as plantas. Um pesquisador do Butantan ouvido pelo Olhar Digital afirmou que não existe estudo mostrando efeito repelente de arruda, lavanda ou citronela contra escorpiões, e que o animal não se orienta principalmente pelo cheiro: o que o atrai é abrigo, umidade e comida10.

A galinha esbarra no relógio. Ela é ativa de dia, e o escorpião sai à noite. No quintal urbano, a ave atrai ainda restos de ração, que atraem baratas, que atraem escorpiões.

O que os dados permitem dizerNenhum dos três resolve. Predadores naturais ajudam a equilibrar o ambiente em áreas abertas, e por isso não se deve matar sapo, lagarto ou coruja. Mas dentro da cidade a defesa é física: ralo fechado, fresta vedada, quintal sem entulho e lixo bem fechado. Plantar lavanda não faz mal; confiar nela no lugar dessas medidas, sim.

Escorpião amarelado com a cauda curvada sobre o corpo, caminhando sobre terra seca entre pedras
Escorpião amarelado fotografado em terreno seco. O escorpião-amarelo brasileiro, o Tityus serrulatus, tem o tronco mais escuro que o desta imagem, que é ilustrativa. Foto: Marcus Lange/Unsplash, recortada.

Afirmação 5

“Picada de escorpião dói muito, mas passa. Não precisa de hospital.”

O que sustenta

A maioria dos casos é leve. Em 2022, 88,1% dos acidentes ficaram restritos à dor, à vermelhidão e ao formigamento no local, com chance de reversão total1. Menos de 5% dos pacientes de 2025 precisaram de soro, segundo o painel do Ministério6.

Nos adultos saudáveis, a letalidade é muito baixa. Em 2023, morreram 131 das 202.714 pessoas picadas, menos de uma em mil3.

O que contesta

O risco não é igual para todos. A letalidade em crianças de até 10 anos é quatro vezes maior que a dos adultos1, e das 131 mortes de 2023, 44 foram de crianças de até 9 anos3. Em crianças pequenas, vômito, suor intenso e agitação são sinais de envenenamento que se espalha pelo corpo2.

E o quadro pode mudar depois. Os sintomas surgem em minutos ou em até duas horas e podem se agravar com o tempo1. O protocolo manda observar até quem não tem sintoma por quatro horas, e os casos leves por 6 a 12 horas1. O soro só existe nos hospitais de referência do SUS2, e a letalidade sobe quando o atendimento demora: 0,10% na primeira hora e 0,13% entre uma e três horas, nos dados de 20256.

O que os dados permitem dizerÉ verdade que a maioria das picadas se resolve com analgésico. Mas não há como saber, em casa, se aquela será uma das que não se resolvem, e o tempo conta. Por isso a orientação oficial vale para todos os casos: ir a um serviço de saúde logo após a picada. Com criança, idoso ou qualquer sinal além da dor no local, a ida é imediata, de preferência a um hospital de referência para animais peçonhentos.

Afirmação 6

“Gelo, torniquete ou chupar o veneno ajudam até chegar ao hospital.”

O que sustenta

A intenção faz sentido. A dor da picada é descrita como lancinante8, e a vontade de fazer alguma coisa antes de sair de casa é natural. O gelo alivia dores de pancada e de outras picadas, e o torniquete aparece em filmes como forma de “segurar” o veneno.

Há, de fato, uma medida caseira que ajuda: o protocolo do Ministério sugere compressa morna na área atingida para reduzir a intensidade da dor1.

O que contesta

O protocolo é direto: o primeiro cuidado é lavar o local com água e sabão, evitando torniquete e qualquer substância sobre o ferimento que não tenha sido indicada pela equipe de saúde1. Cortar, furar, apertar ou tentar sugar o local também estão na lista do que não fazer, assim como álcool, querosene, pó de café e folhas.

O Butantan recomenda compressa morna, e não gelo8. Nenhuma dessas medidas substitui o atendimento: no hospital, a dor é tratada com analgésico e, quando intensa, com anestesia local, e o soro é dado só quando o envenenamento atinge o resto do corpo1.

O que os dados permitem dizerA frase é falsa. O que ajuda cabe em três passos: lavar com água e sabão, aplicar compressa morna se der tempo e ir ao serviço de saúde. Tudo o que demora mais que isso, ou que machuca a pele, atrasa o atendimento sem tirar o veneno do corpo.

Foi picado? O que fazer agora

  • Lave o local com água e sabão. Se não atrasar a saída, aplique compressa morna.
  • Vá a um serviço de saúde, de preferência um hospital de referência para animais peçonhentos. O soro só existe na rede pública.
  • Se for possível sem risco, leve uma foto do escorpião. Não tente pegá-lo com a mão.
  • Não faça torniquete, não corte, não aperte e não tente sugar o local. Não passe álcool, querosene, pó de café ou folhas.
  • Com criança pequena, ou se aparecerem vômito, suor intenso, agitação, sonolência ou falta de ar, chame o SAMU, no 192.

Para orientação a qualquer hora, o Disque-Intoxicação, da Anvisa, atende pelo 0800 722 6001, com ligação gratuita.

O que funciona em casa e o que não funciona

As medidas abaixo reúnem as orientações do Ministério da Saúde e do Butantan. Nenhuma garante que o escorpião não apareça; juntas, tiram dele o que ele procura.

Funciona

  • Ralos de pia, tanque e box com tampa de abrir e fechar ou tela, fechados à noite.
  • Rodinho ou vedação na parte de baixo das portas e frestas de parede e rodapé fechadas.
  • Camas e berços afastados da parede, sem lençol arrastando no chão.
  • Sapato, roupa e toalha sacudidos antes do uso.
  • Quintal sem entulho, telha, tijolo ou madeira empilhada, e lixo em saco bem fechado.
  • Luvas e calçado fechado para mexer em entulho, jardim e caixa de papelão guardada.

Não funciona ou piora

  • Inseticida ou dedetização como solução para o escorpião.
  • Plantas como arruda, lavanda e citronela.
  • Criar galinhas no quintal da cidade para “limpar” o terreno.
  • Matar sapos, lagartixas e corujas, que comem escorpiões.
  • Pegar o escorpião com a mão, mesmo que pareça morto.
  • Esperar a dor passar em casa depois de uma picada em criança.

Roteiro para a temporada

  1. Feche as entradas. Ralos com tampa de abrir e fechar, telas nas janelas mais baixas, vedação nas portas e frestas de parede preenchidas.
  2. Tire o abrigo. Entulho, materiais de construção, lenha e caixas encostadas na parede são esconderijos. Mantenha o quintal limpo e o gramado aparado.
  3. Tire a comida. Lixo em saco fechado, ração de animais recolhida à noite e restos de comida longe do chão diminuem as baratas, e com elas os escorpiões.
  4. Mexa com proteção. Use luvas e calçado fechado para limpar o quintal, arrumar o depósito ou abrir caixas guardadas há tempo.
  5. Crie o hábito da conferência. Sacudir sapatos, roupas, toalhas e roupa de cama antes de usar, sobretudo em casas que já tiveram escorpião.
  6. Afaste camas e berços. Alguns centímetros da parede, sem mosquiteiro ou lençol tocando o chão.
  7. Avise a prefeitura. Escorpiões frequentes em casa ou na rua são caso para o centro de controle de zoonoses, que faz vistoria e captura.
  8. Saiba para onde ir. Descubra antes da temporada qual é o hospital de referência para animais peçonhentos na sua cidade. Na hora da picada, o tempo conta.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Prevenção contra escorpião é feita de hábitos repetidos e de saber o que fazer na hora. Três utilitários simples ajudam nisso.

  • LuzZubenLightLanterna do celular sempre à mão para olhar o chão, o ralo e o quintal antes de pisar no escuro.
  • RotinaZubenRemindUm lembrete semanal para limpar o quintal, conferir as tampas dos ralos e tirar o lixo antes que acumule.
  • AnotaçõesZubenNotesPara guardar o endereço do hospital de referência, o telefone do controle de zoonoses e o 0800 do Disque-Intoxicação.

Os aplicativos funcionam sem cadastro e guardam os dados apenas no aparelho. Não identificam escorpiões nem substituem o atendimento médico.

A pergunta que ficou

O calor explica por que outubro é o mês do alerta. Não explica por que o país passou de 91,7 mil para 225 mil picadas em nove anos. Essa resposta está menos no termômetro e mais no que a cidade oferece ao escorpião: abrigo no entulho, caminho pelo esgoto e comida no lixo. Também por isso a principal defesa não está na prateleira de inseticidas, e sim no ralo fechado e no quintal limpo.

O dado que mais preocupa é o das mortes. Por quase uma década elas ficaram em torno de cem por ano, mesmo com os casos crescendo, até saltarem para 265 em 2025. Se o número se confirmar nos dados consolidados, o país terá de responder a uma pergunta que vai além do clima: se o soro e o atendimento estão chegando a tempo onde o escorpião chegou primeiro.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui o atendimento médico. Em caso de picada, procure um serviço de saúde; em emergência, ligue para o SAMU (192). Os números de 2024 e 2025 vêm de painéis e reportagens que citam o Ministério da Saúde e podem mudar com a consolidação dos dados. Não manuseie escorpiões, nem mortos. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem, e os produtos anunciados não foram avaliados pela redação nem substituem as medidas de prevenção descritas.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 14 de outubro de 2026.

  1. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria SECTICS/MS nº 59, de 1º de agosto de 2025. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas dos Acidentes Escorpiônicos (seções 1, 1.1, 7 e quadros 4 e 5). Relatório disponível em: gov.br/conitec.
  2. BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE. Picada de escorpião: saiba os cuidados e o que fazer em caso de acidente. Disponível em: bvsms.saude.gov.br.
  3. ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. Ministério da Saúde divulga dados sobre acidentes escorpiônicos no Brasil (boletim epidemiológico sobre 2023). 17 abr. 2025. Disponível em: apm.org.br.
  4. AGÊNCIA BRASIL. Acidentes com escorpião somam mais de 202 mil notificações em 2023. 7 nov. 2024. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  5. ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. Temporada de escorpiões: Brasil vive alta de óbitos por acidentes; saiba como agir se você for picado (reprodução de reportagem do G1). 18 dez. 2025. Disponível em: apm.org.br.
  6. TRIBUNA DE JUNDIAÍ. Escorpiões causaram 65% dos acidentes com animais peçonhentos em 2025 no Brasil (dados do painel epidemiológico do Ministério da Saúde). 13 abr. 2026. Disponível em: tribunadejundiai.com.br.
  7. LACERDA, A. B.; CÂNDIDO, D.; AZEVEDO, T. S. e outros. Scorpionism in Brazil: Space-time approach and risk areas in 2012 to 2024. PLOS Neglected Tropical Diseases, v. 19, n. 10, 2025. Disponível em: doi.org/10.1371/journal.pntd.0013602.
  8. AGÊNCIA SP. Por que aumentaram os acidentes por picada de escorpião? Butantan explica. 14 fev. 2026. Disponível em: agenciasp.sp.gov.br.
  9. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de controle de escorpiões. Brasília: Ministério da Saúde, 2009 (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em: goias.gov.br.
  10. OLHAR DIGITAL. Plantas podem espantar escorpiões da casa ou é apenas mito? 1 jan. 2026. Disponível em: olhardigital.com.br.
  11. Imagens: criança brincando no chão de casa, de mali desha, via Unsplash; escorpião em terreno seco, de Marcus Lange, via Unsplash. Ambas sob a Licença Unsplash.
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