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Saúde e alimentação · Adoçantes

Adoçantes: mais seguros que o açúcar ou só outro problema?

O brasileiro consome cerca de 80 gramas de açúcar por dia, mais que o triplo do ideal da OMS, e o adoçante virou a saída de muita gente. Desde 2023, porém, a própria OMS desaconselha usá-lo para emagrecer, o aspartame entrou na lista de “possíveis cancerígenos” e um estudo da USP ligou o consumo a uma perda mais rápida de memória. O que se sabe de fato sobre aspartame, sucralose, estévia, eritritol e xilitol, em seis afirmações confrontadas com o que as sustenta e com o que as contesta.

Redação Zuben · 18 de outubro de 2026 · Leitura de 11 minutos

Mulher de cabelos longos sorri olhando para cima, segurando uma xícara de café com as duas mãos, sentada à mesa de um café com plantas ao redor
O cafezinho é a porta de entrada do adoçante na rotina de muita gente. Imagem ilustrativa. Foto: Narissa de Villiers/Unsplash, recortada.

Por muito tempo, a conta parecia simples: o açúcar engorda e estraga os dentes, o adoçante adoça sem calorias. Trocar um pelo outro era o conselho do médico, da revista e da embalagem. Nos últimos três anos, essa certeza rachou. Em maio de 2023, a Organização Mundial da Saúde recomendou não usar adoçantes para controlar o peso1. Dois meses depois, a agência de câncer da mesma OMS classificou o aspartame como “possivelmente cancerígeno”2.

Vieram também estudos que ligaram o eritritol e o xilitol, vendidos como alternativas “naturais”, a infarto e derrame78, e uma pesquisa com mais de 12 mil brasileiros que associou o consumo a uma piora mais rápida da memória9. Ao mesmo tempo, um ensaio europeu de 2025 concluiu que os adoçantes ajudaram adultos a manter o peso perdido4.

Como nas outras reportagens da série, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre adoçante e mostra, para cada uma, o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.

80 gde açúcar por dia é o consumo médio do brasileiro; a OMS sugere até 50 g, e o ideal é 25 g
9 a 14latas de refrigerante diet por dia levariam um adulto de 70 kg ao limite seguro do aspartame
2Bé o grupo da IARC em que o aspartame entrou em 2023: “possivelmente cancerígeno”, com evidência limitada
62%mais rápido foi o declínio cognitivo de quem mais consumia adoçantes, num estudo da USP com 12.772 adultos

Fontes: Ministério da Saúde, citado pela Agência Brasil; OMS, IARC e JECFA; Gonçalves e colegas, Neurology, 2025, com dados do ELSA-Brasil.

Do que se está falando

“Adoçante” é um nome que cobre produtos muito diferentes. A Anvisa chama as substâncias de edulcorantes e define quais podem ser usadas e em que quantidade em cada alimento14. Desde 2023, o adoçante de mesa precisa trazer, perto do nome, a frase “Contém edulcorante(s)” seguida dos nomes de cada um13. Para entender o debate, vale separá-los em três famílias.

  • ArtificiaisAspartame, sucralose, sacarina, ciclamato, acessulfame-KCriados em laboratório, adoçam centenas de vezes mais que o açúcar e quase não têm calorias. Estão em refrigerantes zero, gelatinas, iogurtes e chicletes, além dos sachês e gotas2.
  • De origem vegetalEstévia e derivadosExtraídos da planta Stevia rebaudiana e purificados na indústria. Também não têm calorias e, para a OMS, entram no mesmo grupo dos artificiais: são “adoçantes sem açúcar”1.
  • PolióisEritritol, xilitol, sorbitol, maltitolÁlcoois de açúcar, comuns em produtos “sem açúcar” e em misturas com estévia. Têm algumas calorias e, por isso, ficaram fora da diretriz da OMS de 20231.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“Trocar o açúcar pelo adoçante ajuda a emagrecer.”

O que sustenta

A conta de calorias está a favor. Uma colher de chá de açúcar tem cerca de 20 calorias; o adoçante, praticamente nenhuma. Em ensaios curtos, a troca reduz um pouco o índice de massa corporal: a revisão de Toews e colegas, publicada no BMJ em 2019, encontrou um pequeno efeito favorável nos adultos3.

O estudo mais recente reforça esse lado. No ensaio europeu SWEET, 341 adultos com sobrepeso perderam peso numa dieta de dois meses e depois passaram dez meses comendo à vontade, um grupo com adoçantes e outro sem. Ao fim de um ano, quem usou adoçante manteve 1,6 kg a mais de perda, com menos vontade de doce4.

O que contesta

A OMS chegou à conclusão oposta. A revisão que embasou a diretriz de 2023 não encontrou benefício de longo prazo na gordura corporal de adultos ou crianças. “Substituir os açúcares livres por adoçantes não ajuda a controlar o peso a longo prazo”, disse Francesco Branca, diretor de Nutrição da organização1.

A revisão do BMJ também classificou suas próprias evidências como de certeza baixa ou muito baixa, vindas de poucos estudos pequenos, e concluiu que não havia “evidência convincente” de benefícios importantes para a saúde3. No SWEET, a diferença existe, mas é pequena e não apareceu nas crianças4.

O que os dados permitem dizerO adoçante pode ajudar quem já está mudando a alimentação a não recuperar o peso, mas o efeito é pequeno. Sozinho, sem mudar o resto da dieta, não há prova de que emagreça. A OMS e o SWEET não se contradizem tanto quanto parece: uma olha para quem usa adoçante na vida real, o outro para pessoas num programa de dieta acompanhado.

Afirmação 2

“Aspartame dá câncer. A própria OMS admitiu.”

O que sustenta

Em julho de 2023, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), ligada à OMS, colocou o aspartame no grupo 2B, de agentes “possivelmente cancerígenos para humanos”, com base em evidência limitada para câncer de fígado2.

A principal pesquisa populacional sobre o tema aponta na mesma direção. Na coorte francesa NutriNet-Santé, com 102.865 adultos, quem consumia mais adoçantes teve risco 13% maior de câncer que quem não consumia; para o aspartame, o aumento foi de 15%5.

O que contesta

No mesmo dia, o comitê de especialistas em aditivos da OMS e da FAO (JECFA) avaliou o risco real e manteve a ingestão diária aceitável em até 40 mg por quilo de peso. “A evidência de associação entre aspartame e câncer em humanos não é convincente”, disse Moez Sanaa, da OMS2.

O grupo 2B mede a força da evidência, não o tamanho do perigo: nele também estão, por exemplo, o extrato de folha inteira de babosa. E o estudo francês é observacional, com dieta informada pelos próprios participantes; os autores pedem que seja repetido em outras populações5.

O que os dados permitem dizerA OMS não disse que o aspartame dá câncer. Disse que há uma suspeita, com evidência limitada, que merece mais pesquisa, e que dentro do limite diário o consumo é considerado seguro. Para a maioria das pessoas, esse limite fica longe. Quem toma vários refrigerantes zero por dia, e as crianças, pelo peso menor, são os que mais se aproximam dele.

Afirmação 3

“Adoçante natural, como estévia, eritritol ou xilitol, não tem risco.”

O que sustenta

A estévia se saiu bem no estudo mais citado sobre adoçantes e glicose. Num ensaio do Instituto Weizmann, em Israel, 120 adultos saudáveis tomaram sachês de sacarina, sucralose, aspartame ou estévia por duas semanas; só a sacarina e a sucralose pioraram a resposta do açúcar no sangue10.

Os polióis, por sua vez, estão na alimentação há décadas, aparecem naturalmente em frutas e o xilitol é usado em chicletes e cremes dentais justamente por não causar cárie.

O que contesta

Natural não quer dizer inofensivo. Em 2023, pesquisadores da Cleveland Clinic encontraram, em milhares de pacientes cardíacos dos Estados Unidos e da Europa, mais infarto, derrame e morte em três anos entre os que tinham mais eritritol no sangue; em laboratório, a substância deixou as plaquetas mais propensas a formar coágulos7.

Em 2024, o mesmo grupo achou o mesmo padrão para o xilitol8. Uma bebida adoçada com eritritol elevou o nível no sangue por dias7. E no estudo brasileiro sobre memória, eritritol, xilitol e sorbitol estavam entre os associados à piora9.

O que os dados permitem dizerA estévia tem, até aqui, o histórico mais tranquilo entre os adoçantes sem calorias. Para eritritol e xilitol, há um sinal de alerta: os estudos medem a substância no sangue de pessoas que já tinham risco cardíaco, e o corpo também produz eritritol, então não provam que o adoçante cause o problema. Ainda assim, a origem vegetal não é garantia de nada.

Afirmação 4

“Adoçante faz mal ao coração e à memória.”

O que sustenta

Os estudos de população apontam para o mesmo lado. Na NutriNet-Santé, com 103.388 franceses acompanhados por até 12 anos, quem mais consumia adoçantes artificiais teve risco 9% maior de doença cardiovascular e 18% maior de doença cerebrovascular, como o derrame6. A revisão da OMS também listou mais diabetes tipo 2, doença cardiovascular e mortalidade entre os efeitos possíveis do uso prolongado1.

No Brasil, o ELSA-Brasil, liderado pela USP, acompanhou 12.772 servidores públicos por cerca de oito anos. O terço que mais consumia adoçantes teve um declínio cognitivo 62% mais rápido que o terço que menos consumia, com efeito sobre a memória e a fluência verbal, sobretudo abaixo dos 60 anos9.

O que contesta

Todos esses estudos são observacionais: mostram associação, não causa. Quem já está acima do peso, tem diabetes ou pressão alta é justamente quem mais troca o açúcar pelo adoçante, o que pode fazer o adoçante parecer culpado por um risco que já existia. Foi por isso que a OMS classificou sua recomendação como “condicional”1.

Os próprios autores ressalvam. A geriatra Claudia Suemoto, que coordenou o estudo brasileiro, afirmou que ele não prova que os adoçantes causem o declínio e que são necessárias novas pesquisas, lembrando que a dieta foi informada pelos participantes e que a sucralose não foi analisada9. No SWEET, o único ensaio controlado longo, não houve diferença nos marcadores cardíacos e metabólicos4.

O que os dados permitem dizerHá sinais repetidos, em países diferentes, de que quem consome muito adoçante tem mais problemas de coração e de memória. Os aumentos são modestos e ninguém conseguiu separar com segurança o efeito do adoçante do efeito da saúde de quem o escolhe. É motivo para não exagerar no consumo, não para pânico.

Afirmação 5

“Quem tem diabetes deve usar adoçante no lugar do açúcar.”

O que sustenta

A diretriz da OMS de 2023 deixou de fora, de propósito, quem já tem diabetes1. Em nota conjunta, a Sociedade Brasileira de Diabetes, a de Endocrinologia e Metabologia e a Abeso lembraram que o açúcar eleva rapidamente a glicose no sangue e que pessoas com diabetes podem se beneficiar do uso moderado de adoçantes, com orientação médica e nutricional11.

“Não é necessário parar de usar adoçante, basta não consumir com exagero”, resumiu Levimar Rocha Araújo, então presidente da SBD11.

O que contesta

A mesma nota reconhece indícios de que os adoçantes podem interferir no metabolismo e na resposta da glicose, sobretudo no uso contínuo11. No ensaio do Weizmann, sacarina e sucralose alteraram a flora intestinal e pioraram a tolerância à glicose de parte dos voluntários, um efeito que variou de pessoa para pessoa10.

No ELSA-Brasil, entre os participantes com diabetes, o consumo maior de adoçantes se associou a uma perda mais rápida de memória9. E adoçante não resolve o resto do prato: doces “diet” podem ter tanta gordura e caloria quanto os comuns.

O que os dados permitem dizerPara quem tem diabetes, o adoçante continua sendo uma ferramenta aceita pelas sociedades médicas brasileiras, e a OMS não o contraindica. A ressalva é a quantidade e o tipo: variar, não exagerar e combinar a escolha com o médico ou o nutricionista, que conhecem o tratamento de cada um.

Afirmação 6

“Então é melhor voltar para o açúcar, que pelo menos é natural.”

O que sustenta

O adoçante não traz nutriente nenhum. A OMS diz que eles “não são fatores essenciais da dieta e não têm valor nutricional”1, e cada nova suspeita reforça a ideia de que o velho açúcar, conhecido há séculos, seria a escolha mais previsível.

Há também quem estranhe o gosto residual de alguns adoçantes e prefira uma colher de açúcar a um sachê de origem química.

O que contesta

Os brasileiros já comem açúcar demais. Segundo o Ministério da Saúde, a média é de cerca de 80 gramas por dia, o equivalente a 18 colheres de chá; a OMS recomenda no máximo 50 gramas e, idealmente, 2512. Dois terços desse açúcar são colocados pelas próprias pessoas na comida e na bebida12.

A própria OMS, ao desaconselhar o adoçante, não mandou ninguém de volta ao açúcar. A orientação de Branca é reduzir o gosto doce da dieta como um todo, desde cedo, preferindo frutas e alimentos e bebidas sem adição de açúcar1.

O que os dados permitem dizerVoltar ao açúcar troca um risco incerto por um risco conhecido: o excesso de açúcar é causa estabelecida de cárie, ganho de peso e diabetes. O caminho que as duas pontas do debate aceitam é outro: diminuir o doce, seja ele de açúcar ou de adoçante, até o paladar se acostumar.

Como ler o rótulo

  • No adoçante de mesa, a frase “Contém edulcorante(s)” aparece perto do nome do produto, seguida dos nomes de cada um13. Muitas marcas “de estévia” misturam estévia com eritritol, sucralose ou ciclamato.
  • Nos outros alimentos, os adoçantes aparecem na lista de ingredientes pelo nome ou pela função “edulcorante”. Iogurtes, sucos e gelatinas “zero” ou “light” quase sempre têm.
  • Quem tem fenilcetonúria deve evitar o aspartame, que libera fenilalanina no organismo. Os produtos que o contêm trazem esse aviso.
  • “Zero açúcar” não quer dizer zero caloria: chocolates e biscoitos diet podem ter tanta gordura quanto os comuns.
  • Polióis como sorbitol, maltitol e xilitol podem causar gases e diarreia em quantidades maiores, efeito que costuma vir avisado na embalagem.

O que funciona e o que não funciona

As medidas abaixo reúnem as orientações da OMS e das sociedades médicas brasileiras. Nenhuma substitui a orientação do médico ou do nutricionista, sobretudo para quem tem diabetes.

Funciona

  • Reduzir aos poucos a quantidade de doce no café, no suco e no chá, seja açúcar ou adoçante.
  • Usar o adoçante como ponte para diminuir o açúcar, e não como permissão para comer mais doce.
  • Variar o tipo de adoçante em vez de concentrar o consumo num só.
  • Trocar refrigerante, zero ou comum, por água, água com gás ou chá sem açúcar.
  • Preferir frutas inteiras para matar a vontade de doce.
  • Para quem tem diabetes, combinar a escolha do adoçante com o médico.

Não funciona ou piora

  • Achar que o produto “zero” pode ser consumido sem limite.
  • Contar com o adoçante para emagrecer sem mudar o resto da alimentação.
  • Voltar a pôr duas colheres de açúcar no café por medo do adoçante.
  • Confiar no rótulo “natural” sem ler a lista de ingredientes.
  • Dar bebidas adoçadas, com açúcar ou adoçante, a crianças pequenas.
  • Tirar conclusões definitivas de uma manchete sobre um estudo só.

Roteiro para diminuir o doce

  1. Conte as fontes. Durante uma semana, anote onde entra doce no seu dia: café, suco, refrigerante, sobremesa, iogurte.
  2. Comece pelas bebidas. Elas concentram boa parte do açúcar e do adoçante consumidos, e são as mais fáceis de trocar.
  3. Corte pela metade. Se põe duas colheres ou dez gotas no café, passe para uma colher ou cinco gotas por duas semanas.
  4. Leia a lista de ingredientes. Descubra quais adoçantes você já consome sem saber, nos produtos “zero” e “light”13.
  5. Não concentre num tipo só. Se usa adoçante, varie entre estévia e outros, e desconfie de quantidades grandes de eritritol e xilitol enquanto a pesquisa não avança78.
  6. Atenção às crianças. Pelo peso menor, elas chegam mais perto do limite diário com menos produto2.
  7. Tenha diabetes em mente. Quem tem diabetes deve discutir o adoçante com o médico, e não abandoná-lo por conta própria11.
  8. Dê tempo ao paladar. Depois de algumas semanas com menos doce, o café sem açúcar costuma parecer menos amargo.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Diminuir o doce é uma mudança de hábito, e hábito se muda com anotação e lembrete. Três utilitários simples ajudam a acompanhar.

  • AnotaçõesZubenNotesPara fazer a lista da semana com tudo o que leva açúcar ou adoçante, e marcar o que já foi trocado.
  • LembretesZubenRemindPara lembrar de beber água ao longo do dia e de cortar mais uma colher a cada duas semanas.
  • LeitorZubenQRPara ler o código do produto no mercado e guardar o que foi comparado na prateleira.

Os aplicativos funcionam sem cadastro e guardam os dados apenas no aparelho. Não substituem a orientação de um profissional de saúde.

A pergunta que ficou

Os adoçantes foram vendidos por décadas como a solução sem culpa para um país que come açúcar demais. As pesquisas dos últimos anos não os transformaram em veneno, mas tiraram deles o rótulo de inofensivos: nenhum estudo mostrou que eles emagrecem sozinhos, e vários encontraram sinais, ainda não comprovados, de risco para o coração e o cérebro de quem consome muito.

O ponto em que a OMS, as sociedades médicas e os pesquisadores concordam é menos confortável que trocar uma colher por um sachê: diminuir o gosto doce da vida inteira. Fica a pergunta: o brasileiro está disposto a se acostumar com o café menos doce, ou vai continuar procurando o adoçante perfeito?

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui a orientação do médico ou do nutricionista, que avaliam a saúde e o tratamento de cada pessoa. Quem tem diabetes não deve abandonar nem trocar o adoçante sem conversar com quem acompanha o tratamento. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem, e os produtos anunciados não foram avaliados pela redação.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 18 de outubro de 2026.

  1. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. WHO advises not to use non-sugar sweeteners for weight control in newly released guideline. 15 maio 2023. Disponível em: who.int.
  2. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE; IARC; JECFA. Aspartame hazard and risk assessment results released. 14 jul. 2023. Disponível em: who.int.
  3. TOEWS, I. et al. Association between intake of non-sugar sweeteners and health outcomes: systematic review and meta-analyses. BMJ, v. 364, k4718, 2019. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov.
  4. PANG, M. D. et al. Effect of sweeteners and sweetness enhancers on weight management and gut microbiota composition in individuals with overweight or obesity: the SWEET study. Nature Metabolism, v. 7, p. 2083-2098, 2025. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
  5. DEBRAS, C. et al. Artificial sweeteners and cancer risk: results from the NutriNet-Santé population-based cohort study. PLOS Medicine, v. 19, n. 3, e1003950, 2022. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
  6. DEBRAS, C. et al. Artificial sweeteners and risk of cardiovascular diseases: results from the prospective NutriNet-Santé cohort. BMJ, v. 378, e071204, 2022. Disponível em: hal-cnam.archives-ouvertes.fr.
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  8. WITKOWSKI, M. et al. Xylitol is prothrombotic and associated with cardiovascular risk. European Heart Journal, 2024. Disponível em: esc365.escardio.org.
  9. GONÇALVES, N. G. et al. Association between consumption of low- and no-calorie artificial sweeteners and cognitive decline. Neurology, v. 105, n. 7, e214023, 2025. Resumo em: sciencedaily.com.
  10. SUEZ, J. et al. Personalized microbiome-driven effects of non-nutritive sweeteners on human glucose tolerance. Cell, v. 185, n. 18, p. 3307-3328, 2022. Disponível em: pure.johnshopkins.edu.
  11. NUTRITOTAL. Sociedades médicas se posicionam sobre o consumo de adoçantes artificiais. 2023, sobre o posicionamento conjunto de SBD, SBEM e Abeso. Disponível em: nutritotal.com.br.
  12. AGÊNCIA BRASIL. Acordo pretende reduzir 144 mil toneladas de açúcar de alimentos. Nov. 2018. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  13. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 818, de 28 de setembro de 2023. Disponível em: lex.com.br.
  14. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Perguntas frequentes: aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia. 5. ed., 2023 (sobre a Instrução Normativa nº 211/2023). Disponível em: gov.br/anvisa.
  15. Imagem: mulher toma café numa cafeteria da Cidade do Cabo, por Narissa de Villiers, via Unsplash, sob a Licença Unsplash.
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