Segurança digital · Dinheiro
Golpes digitais e Pix: os mais comuns, por que funcionam e como se proteger
O Brasil registra 258 estelionatos por hora, e de cada R$ 100 que as vítimas pedem de volta pelo sistema do Pix, menos de R$ 10 retornam. Quem são as vítimas, como agem os golpistas, o que mudou nas regras de devolução e de quem é a responsabilidade, segundo bancos, Banco Central, Justiça, polícia e especialistas em fraude.
Redação Zuben · 3 de outubro de 2026 · Leitura de 16 minutos
O golpe mudou de endereço. O assaltante que esperava na saída do banco deu lugar a alguém que nunca vê a vítima, não sabe onde ela mora e não precisa de arma: basta um número de telefone, uma história convincente e pressa. Em 2025, as polícias brasileiras registraram 2.261.055 estelionatos, o equivalente a 258 por hora. O número é mais de cinco vezes o de 2018, e o crime se tornou o principal delito contra o patrimônio no país1.
O Pix não criou o golpe, mas mudou a sua velocidade. O dinheiro sai da conta em segundos, a qualquer hora, e costuma ser repartido entre várias contas antes que a vítima perceba o que aconteceu. Essa combinação explica um dado pouco conhecido do Banco Central: em 2025, só 9,3% do valor contestado pelas vítimas foi recuperado6.
Esta reportagem reúne o que os números mostram sobre quem cai, descreve os golpes mais aplicados e o sinal de alerta de cada um, explica o que fazer nas primeiras horas e registra um debate que ainda não terminou: quando o dinheiro some, de quem é a conta.
Fontes: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Anuário 2026; DataSenado; Banco Central; Febraban.
O tamanho do problema
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026 calcula a taxa nacional em 1.059 estelionatos para cada 100 mil habitantes, 20% acima da registrada nos Estados Unidos. Sete unidades da Federação superam a marca de mil registros por 100 mil habitantes, com São Paulo e Distrito Federal à frente1.
Onde há mais registros
Estelionatos por 100 mil habitantes em 2025
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026. A taxa mede boletins de ocorrência: estados onde é mais fácil registrar o crime tendem a aparecer com números maiores.
Os boletins contam só uma parte, porque muita gente não registra o golpe. Por isso as pesquisas de opinião mostram números bem maiores, e diferentes entre si, já que cada uma faz uma pergunta distinta.
Três pesquisas, três medidas
Parcela dos brasileiros atingidos, conforme a pergunta de cada levantamento
Fontes: Observatório Febraban / Ipespe; DataSenado (2024); Fórum Brasileiro de Segurança Pública (pesquisa de março de 2026). As perguntas e os períodos são diferentes, e os resultados não devem ser somados nem comparados diretamente.
Mesmo na medida mais conservadora, a do Fórum de Segurança, são 26,3 milhões de pessoas em um ano. A mesma pesquisa mostra que 83,2% dos brasileiros têm medo de sofrer uma fraude pela internet ou pelo celular1. Na do DataSenado, que ouviu cerca de 22 mil pessoas, a estimativa passa de 40 milhões2 3.
Quem cai: o engano sobre os idosos
A imagem mais comum da vítima de golpe é a do idoso com pouca intimidade com o celular. Os dados do DataSenado dizem outra coisa: os jovens de 16 a 29 anos são 27% das vítimas, e as pessoas com mais de 60 anos, 16%2.
Os mais jovens são os mais atingidos
Participação de cada faixa de idade entre as vítimas de golpes digitais
Fonte: DataSenado, via Senado Notícias (2025). As demais faixas de idade somam o restante.
Para o coordenador do instituto, Marcos Ruben de Oliveira, os números “não evidenciam que os idosos sofrem mais golpes”. O economista Luciano Póvoa, consultor do Senado, aponta uma das razões: os jovens são mais expostos e costumam ser atraídos por promessas de emprego e de renda pela internet2. Quem passa mais horas conectado recebe mais tentativas, e familiaridade com a tecnologia não é o mesmo que desconfiança.
Isso não torna os idosos menos vulneráveis. O prejuízo de quem tem a aposentadoria como única renda pode ser mais difícil de recompor, e alguns golpes, como o da falsa central, miram justamente quem atende o telefone fixo. O que os dados desmontam é a ideia de que golpe é problema dos outros.
Os golpes mais aplicados
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) acompanha as fraudes contra clientes das instituições. No primeiro semestre de 2025, três golpes concentraram a maior parte das ocorrências, e dois deles mais que dobraram em um ano4.
Os três primeiros do ranking
Ocorrências contra clientes de bancos no primeiro semestre de 2025
Fonte: Febraban (11 nov. 2025). Em relação ao primeiro semestre de 2024, a falsa venda cresceu 314% e a falsa central, 195,7%. O golpe do WhatsApp recuou 9,9%.
1º do ranking
A falsa venda
- Como funciona
- O criminoso cria uma loja virtual, um perfil em rede social ou um anúncio com um produto desejado a um preço muito abaixo do mercado. A promoção chega por e-mail, SMS, WhatsApp ou anúncio patrocinado. O pagamento é pedido por Pix, e o produto nunca chega.
- O sinal de alerta
- Preço bom demais, pressa (“últimas unidades”) e Pix como única forma de pagamento, para uma conta em nome de pessoa física ou de empresa com nome diferente do da loja.
- A defesa
- Digitar o endereço da loja no navegador em vez de tocar no link, pesquisar o nome e o CNPJ, e conferir o nome do destinatário que o aplicativo do banco mostra antes de confirmar o Pix. “O produto ofertado está com preço muito abaixo do comércio?”, pergunta Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços e Segurança da Febraban4.
2º do ranking
A falsa central de atendimento
- Como funciona
- Alguém liga dizendo ser do banco, muitas vezes já sabendo o nome e o CPF da vítima, e avisa de uma compra suspeita ou de uma invasão na conta. Para “resolver”, pede senhas, códigos recebidos por SMS, a instalação de um aplicativo ou uma transferência para uma “conta segura”.
- O sinal de alerta
- Banco nenhum pede senha, código ou transferência por telefone. Quanto mais urgente o tom, maior a chance de ser golpe.
- A defesa
- Desligar e ligar de volta, de outro aparelho se possível, para o número que está no verso do cartão ou no aplicativo. Nunca para o número que o suposto atendente informar.
3º do ranking
O golpe do WhatsApp
- Como funciona
- Em uma versão, o golpista convence a vítima a informar o código de seis dígitos que chega por SMS e assume a conta dela no aplicativo. Em outra, mais simples, usa a foto de alguém em um número novo, diz que trocou de telefone e pede um Pix urgente a parentes e amigos.
- O sinal de alerta
- Pedido de dinheiro por mensagem, de um número desconhecido, com urgência e para uma conta de terceiros.
- A defesa
- Ativar a confirmação em duas etapas do WhatsApp, nunca informar códigos recebidos por SMS e, diante de um pedido de dinheiro, ligar para a pessoa no número antigo antes de transferir.
Os outros sete golpes da lista da Febraban seguem a mesma lógica: uma história plausível, um intermediário de confiança falsificado e um motivo para agir depressa4.
| Golpe | Como age | O que denuncia |
|---|---|---|
| Falso investimento | Promete rendimento alto e rápido, às vezes com depoimentos e painéis falsos de lucro | Ganho garantido e pressão para depositar logo |
| Phishing | Mensagem ou e-mail com link para uma página que imita a do banco, da loja ou do governo | Endereço estranho, erros de escrita, pedido de senha |
| Falso boleto | Boleto ou código Pix adulterado, com o dinheiro indo para outra conta | Nome do beneficiário diferente do esperado na hora de pagar |
| Troca de cartão | Em uma compra presencial, o cartão é devolvido trocado depois de a senha ter sido observada | Maquininha com visor quebrado, alguém “ajudando” no caixa eletrônico |
| Devolução de empréstimo | Um empréstimo não pedido cai na conta e alguém orienta a “devolver” por Pix a um terceiro | Devolução para conta que não é a do banco |
| Mão fantasma | A vítima é levada a instalar um aplicativo de acesso remoto, e o golpista opera o celular dela | Pedido para instalar aplicativo durante uma ligação |
| Falso entregador | Na entrega, a maquininha cobra um valor muito acima do combinado | Visor escondido ou danificado, pressa para digitar a senha |
Na pesquisa do Observatório Febraban, feita pelo Ipespe, quem já passou por golpe ou tentativa aponta quais foram os mais frequentes. A clonagem ou troca de cartão ainda lidera, seguida pelos golpes por WhatsApp e pela falsa central5.
O que as vítimas relatam
Golpes sofridos ou tentados, entre quem já foi alvo. Cada pessoa pode citar mais de um
Fonte: Observatório Febraban / Ipespe.
A novidade: rosto e voz falsificados
A inteligência artificial acrescentou uma camada ao problema. Segundo a VU, empresa de identidade digital e prevenção a fraudes, o uso de deepfakes, vídeos e áudios sintéticos que imitam uma pessoa real, cresceu 830% entre 2024 e 2025. Em 2026, eles aparecem em 6,5% das fraudes identificadas pela empresa, contra 0,1% em março de 202511.
De raridade a rotina
Participação dos deepfakes nas fraudes identificadas
Fonte: VU (set. 2026). O dado é de uma empresa que vende sistemas antifraude e se refere às fraudes que ela própria detectou.
Na prática, isso significa um vídeo de uma celebridade recomendando um investimento que não existe, ou um áudio com a voz de um filho pedindo dinheiro. A defesa não é tecnológica: é combinar com a família uma palavra de segurança e confirmar qualquer pedido de dinheiro por outro canal.
O dinheiro volta?
Quase nunca inteiro. O Banco Central criou em 2021 o Mecanismo Especial de Devolução (MED), pelo qual o banco da vítima pede ao banco que recebeu o Pix o bloqueio e a devolução do valor. O problema está na velocidade do outro lado: o dinheiro é transferido em minutos para outras contas, e o mecanismo original só alcançava a primeira delas. O resultado foi apresentado pelo próprio Banco Central a bancos e empresas de pagamento6.
De cada R$ 100 contestados, R$ 9,30 voltaram
Destino do valor contestado pelo mecanismo de devolução do Pix em 2025
Fonte: Banco Central, apresentação “Circuito Pix” (14 out. 2025). Média de 2025 até a data da apresentação.
Para mudar esse quadro, o Banco Central reformou o sistema. Desde 2026, o chamado MED 2.0 permite seguir o dinheiro pelas contas seguintes, e não só pela primeira, e marcar como suspeitas as contas por onde ele passou. O pedido pode ser feito no próprio aplicativo do banco7 12. Ainda não há dados públicos que mostrem quanto a taxa de recuperação melhorou.
- O Pix entra em operaçãoTransferências em segundos, a qualquer hora, sem custo para pessoas físicas.
- Nasce o mecanismo de devoluçãoO Banco Central cria o MED para casos de fraude e de falha operacional.
- O diagnósticoO Banco Central informa que só 9,3% do valor contestado foi recuperado em 20256.
- BC Protege+O cidadão passa a poder bloquear, de graça, a abertura de contas em seu nome8.
- MED 2.0O rastreamento passa a acompanhar o dinheiro por várias contas7.
- O STJ impõe um limiteO tribunal decide que o banco não responde quando a fraude se desenrola fora do ambiente bancário e a operação é compatível com o perfil do cliente9.
- Mais prazoO prazo para contestar uma devolução feita pelo MED sobe de 30 para 80 dias7.
- Próxima etapaEntram em vigor novos procedimentos de notificação entre as instituições7.
Caí em um golpe: o que fazer, na ordem
- Avise o seu banco imediatamente, pelo aplicativo ou pelo telefone oficial, e peça a abertura do Mecanismo Especial de Devolução. O prazo é de 80 dias a partir da transação, mas cada hora conta: o bloqueio só alcança o dinheiro que ainda estiver nas contas7.
- Registre um boletim de ocorrência. A maioria dos estados aceita o registro pela delegacia eletrônica. Anote o número, que o banco costuma pedir.
- Guarde as provas: comprovante do Pix, conversas, números de telefone, links e perfis usados pelo golpista. Não apague nada.
- Troque as senhas do banco, do e-mail e das redes sociais se você informou algum dado, e avise seus contatos se a sua conta de mensagens foi tomada.
- Se o banco negar a devolução, registre reclamação no Banco Central e na plataforma consumidor.gov.br e procure o Procon. A Justiça é o passo seguinte, e a Defensoria Pública atende quem não pode pagar advogado.
O MED vale para fraude e para falha do banco. Ele não se aplica a arrependimento de compra, a desacordo comercial nem a Pix enviado por engano7.
De quem é a conta: seis pontos de vista
Quando a vítima digita a senha e confirma a transferência, quem deve arcar com o prejuízo? A pergunta divide bancos, reguladores, juízes e defensores do consumidor.
Os bancos
“Segurança e informação”
A Febraban afirma que as instituições investem cerca de R$ 5 bilhões por ano em tecnologia voltada à segurança e mantém campanhas de orientação ao cliente. O argumento central é que, na maioria dos golpes, o sistema do banco não foi invadido: foi a vítima quem autorizou a operação, enganada4.
O Banco Central
“Seguir o dinheiro”
O regulador aposta em regras que dificultem a vida do golpista depois do golpe: rastrear o dinheiro por várias contas, marcar contas suspeitas e impedir a abertura de contas com dados alheios. Sobre o BC Protege+, Carlos Eduardo Gomes, chefe de departamento do órgão, disse que as instituições “são obrigadas a fazer consulta para qualquer abertura” de conta8.
A Justiça
“Depende do caso”
A Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça diz que os bancos respondem por fraudes de terceiros ligadas ao risco da sua atividade10. Em 2025, o tribunal condenou bancos que deixaram passar operações fora do padrão do cliente. Em 2026, decidiu em sentido contrário em um caso de operação compatível com o perfil, sem falha demonstrada9.
A defesa do consumidor
“A conta laranja também é do banco”
Advogados que atuam pelos clientes sustentam que todo golpe termina em uma conta aberta em algum banco, muitas vezes com dados de terceiros, e que a instituição que a abriu sem checar e a que não barrou uma transferência atípica falharam no serviço. Nessa leitura, a regra deveria ser a devolução, e a exceção, a recusa9.
A segurança pública
“O crime mudou, a polícia nem tanto”
Para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o estelionato virou o principal crime contra o patrimônio no país, com alta de 429,8% desde 2018. O golpe é barato, pode ser aplicado de qualquer lugar e raramente termina em prisão, o que desafia polícias organizadas para crimes de rua1.
Os especialistas em fraude
“Não é preciso ser hacker”
Sebastián Stranieri, fundador da VU, diz que “o modelo de ameaça mudou radicalmente” e que o fraudador de hoje não precisa de conhecimento técnico avançado: compra ferramentas prontas. Ele acrescenta que o criminoso quase sempre deixa rastro, no aparelho ou na rede, o que sustenta a tese de que os bancos podem detectar mais11.
O ponto em que os seis concordam é modesto, mas útil: a prevenção é mais eficaz do que a recuperação. Com 9,3% de retorno, cada golpe evitado vale mais do que dez contestados.
Dez hábitos que barram a maioria dos golpes
- Desconfie da pressa. Urgência é a ferramenta do golpista. Nenhum banco, loja ou parente de verdade exige uma transferência nos próximos cinco minutos.
- Nunca informe senhas nem códigos. Código que chega por SMS ou aplicativo é para você digitar, e não para ditar a alguém.
- Desligue e ligue de volta. Recebeu uma ligação do “banco”? Encerre e telefone para o número do verso do cartão.
- Confira o nome antes de confirmar o Pix. O aplicativo mostra quem vai receber. Se o nome não bate com o da loja ou da pessoa, pare.
- Ative a confirmação em duas etapas no WhatsApp, no e-mail e nas redes sociais.
- Ajuste os limites do Pix. Reduza o valor por transação e o limite noturno no aplicativo do banco. O aumento leva de 24 a 48 horas para valer, e esse intervalo protege você.
- Ative o BC Protege+. No site do Banco Central, em “Meu BC”, é possível bloquear de graça a abertura de contas em seu nome. É preciso ter conta Gov.br de nível prata ou ouro8.
- Não instale aplicativos a pedido de ninguém. Programas de acesso remoto entregam o controle do seu celular.
- Digite o endereço, não toque no link. Para entrar no banco ou em uma loja, abra o aplicativo ou digite o endereço no navegador.
- Combine uma palavra de segurança com a família. Diante de um pedido de dinheiro por mensagem, áudio ou vídeo, pergunte a palavra. É a defesa mais simples contra voz e rosto falsificados.
Onde os aplicativos Zuben podem ajudar
Nenhum aplicativo impede alguém de ser enganado por uma boa história. O que um aplicativo pode fazer é tirar algumas armadilhas do caminho e pedir menos dados do que o necessário.
- NavegaçãoZubenBrowserBloqueia janelas pop-up e redes conhecidas de anúncios e rastreadores, mostra o cadeado da conexão e não abre páginas com certificado de segurança inválido.
- RotinaZubenRemindUm lembrete a cada seis meses para revisar os limites do Pix e trocar as senhas mais importantes transforma a prevenção em hábito.
- PrivacidadeSem conta e sem cadastroOs utilitários da Zuben não pedem CPF, e-mail nem telefone para funcionar. Dado que não foi entregue não pode vazar.
Nenhum navegador ou bloqueador substitui a conferência do nome do destinatário antes de confirmar um Pix.
O golpe que não acontece
Todos os golpes desta reportagem dependem do mesmo instante: aquele em que a vítima, com pressa, medo ou esperança, deixa de fazer uma pergunta. O sistema financeiro está aprendendo a seguir o dinheiro, e a Justiça ainda decide quem paga a conta. Enquanto isso, a estatística é clara sobre o que funciona.
Recuperar é exceção. Desconfiar é de graça. Entre a mensagem que chega e o dedo que confirma, cabem os dez segundos de uma ligação para o número certo, e é nesse intervalo que a maior parte dos golpes termina sem ter começado.
Bibliografia
Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 3 de outubro de 2026.
- FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026. Jul. 2026. Dados em: PIUMHI NOTÍCIAS, Anuário de segurança pública: Brasil registrou mais de 2,2 milhões de casos de estelionato em 2025, 28 jul. 2026. Disponível em: piumhinoticias.com.
- SENADO NOTÍCIAS. Golpes virtuais aumentam e não fazem distinção de idade. Abr. 2025. Disponível em: senado.leg.br.
- DATASENADO. Golpes digitais atingem 24% dos brasileiros, aponta a 21ª edição da pesquisa Panorama Político. 1º out. 2024. Disponível em: senado.leg.br.
- FEBRABAN. Golpe da Falsa Venda é o mais aplicado contra clientes bancários no 1º semestre do ano. 11 nov. 2025. Disponível em: portal.febraban.org.br.
- FEBRABAN TECH. Quase 4 em cada 10 brasileiros já sofreram golpe, aponta pesquisa da Febraban (Observatório Febraban / Ipespe). Disponível em: febrabantech.febraban.org.br.
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- AGÊNCIA BRASIL. Ferramenta do BC permite bloquear abertura de contas falsas em bancos. 1º dez. 2025. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
- TAFELLI RITZ ADVOGADOS. Golpe da falsa central: o STJ restringe a aplicação automática da Súmula 479. 29 set. 2026. Disponível em: tafelliritz.com.br. Recursos citados: REsp 2.052.228/DF, REsp 2.222.059/SP, REsp 2.229.519/SP, REsp 2.220.333 e REsp 2.209.868, todos da Terceira Turma do STJ.
- SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Súmula 479: “As instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”. 2012.
- SINDPD. Golpes usando deepfake crescem 830% no Brasil (dados da VU). 16 set. 2026. Disponível em: sindpd.org.br.
- MATERA. MED 2.0: o que é e como funciona o mecanismo do Pix. 5 jun. 2026. Disponível em: matera.com.
- Imagem: Isabell Winter, “Late Night Wifi”, 29 dez. 2016, licença CC0, via Wikimedia Commons.