Gazeta Zuben

Segurança digital · Dinheiro

Golpes digitais e Pix: os mais comuns, por que funcionam e como se proteger

O Brasil registra 258 estelionatos por hora, e de cada R$ 100 que as vítimas pedem de volta pelo sistema do Pix, menos de R$ 10 retornam. Quem são as vítimas, como agem os golpistas, o que mudou nas regras de devolução e de quem é a responsabilidade, segundo bancos, Banco Central, Justiça, polícia e especialistas em fraude.

Redação Zuben · 3 de outubro de 2026 · Leitura de 16 minutos

Rosto de um homem jovem, de perfil, iluminado no escuro pela tela do celular que ele segura
Imagem ilustrativa. A maior parte dos golpes começa na tela do celular, por mensagem ou ligação. Foto: Isabell Winter (licença CC0, via Wikimedia Commons).

O golpe mudou de endereço. O assaltante que esperava na saída do banco deu lugar a alguém que nunca vê a vítima, não sabe onde ela mora e não precisa de arma: basta um número de telefone, uma história convincente e pressa. Em 2025, as polícias brasileiras registraram 2.261.055 estelionatos, o equivalente a 258 por hora. O número é mais de cinco vezes o de 2018, e o crime se tornou o principal delito contra o patrimônio no país1.

O Pix não criou o golpe, mas mudou a sua velocidade. O dinheiro sai da conta em segundos, a qualquer hora, e costuma ser repartido entre várias contas antes que a vítima perceba o que aconteceu. Essa combinação explica um dado pouco conhecido do Banco Central: em 2025, só 9,3% do valor contestado pelas vítimas foi recuperado6.

Esta reportagem reúne o que os números mostram sobre quem cai, descreve os golpes mais aplicados e o sinal de alerta de cada um, explica o que fazer nas primeiras horas e registra um debate que ainda não terminou: quando o dinheiro some, de quem é a conta.

258estelionatos registrados por hora no Brasil em 2025
24%dos brasileiros perderam dinheiro em golpes digitais em um ano
9,3%do valor contestado no Pix foi recuperado em 2025
+314%foi a alta do golpe da falsa venda em um ano

Fontes: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Anuário 2026; DataSenado; Banco Central; Febraban.

O tamanho do problema

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026 calcula a taxa nacional em 1.059 estelionatos para cada 100 mil habitantes, 20% acima da registrada nos Estados Unidos. Sete unidades da Federação superam a marca de mil registros por 100 mil habitantes, com São Paulo e Distrito Federal à frente1.

Os boletins contam só uma parte, porque muita gente não registra o golpe. Por isso as pesquisas de opinião mostram números bem maiores, e diferentes entre si, já que cada uma faz uma pergunta distinta.

Mesmo na medida mais conservadora, a do Fórum de Segurança, são 26,3 milhões de pessoas em um ano. A mesma pesquisa mostra que 83,2% dos brasileiros têm medo de sofrer uma fraude pela internet ou pelo celular1. Na do DataSenado, que ouviu cerca de 22 mil pessoas, a estimativa passa de 40 milhões2 3.

Quem cai: o engano sobre os idosos

A imagem mais comum da vítima de golpe é a do idoso com pouca intimidade com o celular. Os dados do DataSenado dizem outra coisa: os jovens de 16 a 29 anos são 27% das vítimas, e as pessoas com mais de 60 anos, 16%2.

Para o coordenador do instituto, Marcos Ruben de Oliveira, os números “não evidenciam que os idosos sofrem mais golpes”. O economista Luciano Póvoa, consultor do Senado, aponta uma das razões: os jovens são mais expostos e costumam ser atraídos por promessas de emprego e de renda pela internet2. Quem passa mais horas conectado recebe mais tentativas, e familiaridade com a tecnologia não é o mesmo que desconfiança.

Isso não torna os idosos menos vulneráveis. O prejuízo de quem tem a aposentadoria como única renda pode ser mais difícil de recompor, e alguns golpes, como o da falsa central, miram justamente quem atende o telefone fixo. O que os dados desmontam é a ideia de que golpe é problema dos outros.

Os golpes mais aplicados

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) acompanha as fraudes contra clientes das instituições. No primeiro semestre de 2025, três golpes concentraram a maior parte das ocorrências, e dois deles mais que dobraram em um ano4.

1º do ranking

A falsa venda

Como funciona
O criminoso cria uma loja virtual, um perfil em rede social ou um anúncio com um produto desejado a um preço muito abaixo do mercado. A promoção chega por e-mail, SMS, WhatsApp ou anúncio patrocinado. O pagamento é pedido por Pix, e o produto nunca chega.
O sinal de alerta
Preço bom demais, pressa (“últimas unidades”) e Pix como única forma de pagamento, para uma conta em nome de pessoa física ou de empresa com nome diferente do da loja.
A defesa
Digitar o endereço da loja no navegador em vez de tocar no link, pesquisar o nome e o CNPJ, e conferir o nome do destinatário que o aplicativo do banco mostra antes de confirmar o Pix. “O produto ofertado está com preço muito abaixo do comércio?”, pergunta Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços e Segurança da Febraban4.

2º do ranking

A falsa central de atendimento

Como funciona
Alguém liga dizendo ser do banco, muitas vezes já sabendo o nome e o CPF da vítima, e avisa de uma compra suspeita ou de uma invasão na conta. Para “resolver”, pede senhas, códigos recebidos por SMS, a instalação de um aplicativo ou uma transferência para uma “conta segura”.
O sinal de alerta
Banco nenhum pede senha, código ou transferência por telefone. Quanto mais urgente o tom, maior a chance de ser golpe.
A defesa
Desligar e ligar de volta, de outro aparelho se possível, para o número que está no verso do cartão ou no aplicativo. Nunca para o número que o suposto atendente informar.

3º do ranking

O golpe do WhatsApp

Como funciona
Em uma versão, o golpista convence a vítima a informar o código de seis dígitos que chega por SMS e assume a conta dela no aplicativo. Em outra, mais simples, usa a foto de alguém em um número novo, diz que trocou de telefone e pede um Pix urgente a parentes e amigos.
O sinal de alerta
Pedido de dinheiro por mensagem, de um número desconhecido, com urgência e para uma conta de terceiros.
A defesa
Ativar a confirmação em duas etapas do WhatsApp, nunca informar códigos recebidos por SMS e, diante de um pedido de dinheiro, ligar para a pessoa no número antigo antes de transferir.

Os outros sete golpes da lista da Febraban seguem a mesma lógica: uma história plausível, um intermediário de confiança falsificado e um motivo para agir depressa4.

GolpeComo ageO que denuncia
Falso investimentoPromete rendimento alto e rápido, às vezes com depoimentos e painéis falsos de lucroGanho garantido e pressão para depositar logo
PhishingMensagem ou e-mail com link para uma página que imita a do banco, da loja ou do governoEndereço estranho, erros de escrita, pedido de senha
Falso boletoBoleto ou código Pix adulterado, com o dinheiro indo para outra contaNome do beneficiário diferente do esperado na hora de pagar
Troca de cartãoEm uma compra presencial, o cartão é devolvido trocado depois de a senha ter sido observadaMaquininha com visor quebrado, alguém “ajudando” no caixa eletrônico
Devolução de empréstimoUm empréstimo não pedido cai na conta e alguém orienta a “devolver” por Pix a um terceiroDevolução para conta que não é a do banco
Mão fantasmaA vítima é levada a instalar um aplicativo de acesso remoto, e o golpista opera o celular delaPedido para instalar aplicativo durante uma ligação
Falso entregadorNa entrega, a maquininha cobra um valor muito acima do combinadoVisor escondido ou danificado, pressa para digitar a senha

Na pesquisa do Observatório Febraban, feita pelo Ipespe, quem já passou por golpe ou tentativa aponta quais foram os mais frequentes. A clonagem ou troca de cartão ainda lidera, seguida pelos golpes por WhatsApp e pela falsa central5.

A novidade: rosto e voz falsificados

A inteligência artificial acrescentou uma camada ao problema. Segundo a VU, empresa de identidade digital e prevenção a fraudes, o uso de deepfakes, vídeos e áudios sintéticos que imitam uma pessoa real, cresceu 830% entre 2024 e 2025. Em 2026, eles aparecem em 6,5% das fraudes identificadas pela empresa, contra 0,1% em março de 202511.

Na prática, isso significa um vídeo de uma celebridade recomendando um investimento que não existe, ou um áudio com a voz de um filho pedindo dinheiro. A defesa não é tecnológica: é combinar com a família uma palavra de segurança e confirmar qualquer pedido de dinheiro por outro canal.

O dinheiro volta?

Quase nunca inteiro. O Banco Central criou em 2021 o Mecanismo Especial de Devolução (MED), pelo qual o banco da vítima pede ao banco que recebeu o Pix o bloqueio e a devolução do valor. O problema está na velocidade do outro lado: o dinheiro é transferido em minutos para outras contas, e o mecanismo original só alcançava a primeira delas. O resultado foi apresentado pelo próprio Banco Central a bancos e empresas de pagamento6.

Para mudar esse quadro, o Banco Central reformou o sistema. Desde 2026, o chamado MED 2.0 permite seguir o dinheiro pelas contas seguintes, e não só pela primeira, e marcar como suspeitas as contas por onde ele passou. O pedido pode ser feito no próprio aplicativo do banco7 12. Ainda não há dados públicos que mostrem quanto a taxa de recuperação melhorou.

  1. O Pix entra em operaçãoTransferências em segundos, a qualquer hora, sem custo para pessoas físicas.
  2. Nasce o mecanismo de devoluçãoO Banco Central cria o MED para casos de fraude e de falha operacional.
  3. O diagnósticoO Banco Central informa que só 9,3% do valor contestado foi recuperado em 20256.
  4. BC Protege+O cidadão passa a poder bloquear, de graça, a abertura de contas em seu nome8.
  5. MED 2.0O rastreamento passa a acompanhar o dinheiro por várias contas7.
  6. O STJ impõe um limiteO tribunal decide que o banco não responde quando a fraude se desenrola fora do ambiente bancário e a operação é compatível com o perfil do cliente9.
  7. Mais prazoO prazo para contestar uma devolução feita pelo MED sobe de 30 para 80 dias7.
  8. Próxima etapaEntram em vigor novos procedimentos de notificação entre as instituições7.

Caí em um golpe: o que fazer, na ordem

  1. Avise o seu banco imediatamente, pelo aplicativo ou pelo telefone oficial, e peça a abertura do Mecanismo Especial de Devolução. O prazo é de 80 dias a partir da transação, mas cada hora conta: o bloqueio só alcança o dinheiro que ainda estiver nas contas7.
  2. Registre um boletim de ocorrência. A maioria dos estados aceita o registro pela delegacia eletrônica. Anote o número, que o banco costuma pedir.
  3. Guarde as provas: comprovante do Pix, conversas, números de telefone, links e perfis usados pelo golpista. Não apague nada.
  4. Troque as senhas do banco, do e-mail e das redes sociais se você informou algum dado, e avise seus contatos se a sua conta de mensagens foi tomada.
  5. Se o banco negar a devolução, registre reclamação no Banco Central e na plataforma consumidor.gov.br e procure o Procon. A Justiça é o passo seguinte, e a Defensoria Pública atende quem não pode pagar advogado.

O MED vale para fraude e para falha do banco. Ele não se aplica a arrependimento de compra, a desacordo comercial nem a Pix enviado por engano7.

De quem é a conta: seis pontos de vista

Quando a vítima digita a senha e confirma a transferência, quem deve arcar com o prejuízo? A pergunta divide bancos, reguladores, juízes e defensores do consumidor.

Os bancos

“Segurança e informação”

A Febraban afirma que as instituições investem cerca de R$ 5 bilhões por ano em tecnologia voltada à segurança e mantém campanhas de orientação ao cliente. O argumento central é que, na maioria dos golpes, o sistema do banco não foi invadido: foi a vítima quem autorizou a operação, enganada4.

O Banco Central

“Seguir o dinheiro”

O regulador aposta em regras que dificultem a vida do golpista depois do golpe: rastrear o dinheiro por várias contas, marcar contas suspeitas e impedir a abertura de contas com dados alheios. Sobre o BC Protege+, Carlos Eduardo Gomes, chefe de departamento do órgão, disse que as instituições “são obrigadas a fazer consulta para qualquer abertura” de conta8.

A Justiça

“Depende do caso”

A Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça diz que os bancos respondem por fraudes de terceiros ligadas ao risco da sua atividade10. Em 2025, o tribunal condenou bancos que deixaram passar operações fora do padrão do cliente. Em 2026, decidiu em sentido contrário em um caso de operação compatível com o perfil, sem falha demonstrada9.

A defesa do consumidor

“A conta laranja também é do banco”

Advogados que atuam pelos clientes sustentam que todo golpe termina em uma conta aberta em algum banco, muitas vezes com dados de terceiros, e que a instituição que a abriu sem checar e a que não barrou uma transferência atípica falharam no serviço. Nessa leitura, a regra deveria ser a devolução, e a exceção, a recusa9.

A segurança pública

“O crime mudou, a polícia nem tanto”

Para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o estelionato virou o principal crime contra o patrimônio no país, com alta de 429,8% desde 2018. O golpe é barato, pode ser aplicado de qualquer lugar e raramente termina em prisão, o que desafia polícias organizadas para crimes de rua1.

Os especialistas em fraude

“Não é preciso ser hacker”

Sebastián Stranieri, fundador da VU, diz que “o modelo de ameaça mudou radicalmente” e que o fraudador de hoje não precisa de conhecimento técnico avançado: compra ferramentas prontas. Ele acrescenta que o criminoso quase sempre deixa rastro, no aparelho ou na rede, o que sustenta a tese de que os bancos podem detectar mais11.

O ponto em que os seis concordam é modesto, mas útil: a prevenção é mais eficaz do que a recuperação. Com 9,3% de retorno, cada golpe evitado vale mais do que dez contestados.

Dez hábitos que barram a maioria dos golpes

  1. Desconfie da pressa. Urgência é a ferramenta do golpista. Nenhum banco, loja ou parente de verdade exige uma transferência nos próximos cinco minutos.
  2. Nunca informe senhas nem códigos. Código que chega por SMS ou aplicativo é para você digitar, e não para ditar a alguém.
  3. Desligue e ligue de volta. Recebeu uma ligação do “banco”? Encerre e telefone para o número do verso do cartão.
  4. Confira o nome antes de confirmar o Pix. O aplicativo mostra quem vai receber. Se o nome não bate com o da loja ou da pessoa, pare.
  5. Ative a confirmação em duas etapas no WhatsApp, no e-mail e nas redes sociais.
  6. Ajuste os limites do Pix. Reduza o valor por transação e o limite noturno no aplicativo do banco. O aumento leva de 24 a 48 horas para valer, e esse intervalo protege você.
  7. Ative o BC Protege+. No site do Banco Central, em “Meu BC”, é possível bloquear de graça a abertura de contas em seu nome. É preciso ter conta Gov.br de nível prata ou ouro8.
  8. Não instale aplicativos a pedido de ninguém. Programas de acesso remoto entregam o controle do seu celular.
  9. Digite o endereço, não toque no link. Para entrar no banco ou em uma loja, abra o aplicativo ou digite o endereço no navegador.
  10. Combine uma palavra de segurança com a família. Diante de um pedido de dinheiro por mensagem, áudio ou vídeo, pergunte a palavra. É a defesa mais simples contra voz e rosto falsificados.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Nenhum aplicativo impede alguém de ser enganado por uma boa história. O que um aplicativo pode fazer é tirar algumas armadilhas do caminho e pedir menos dados do que o necessário.

  • NavegaçãoZubenBrowserBloqueia janelas pop-up e redes conhecidas de anúncios e rastreadores, mostra o cadeado da conexão e não abre páginas com certificado de segurança inválido.
  • RotinaZubenRemindUm lembrete a cada seis meses para revisar os limites do Pix e trocar as senhas mais importantes transforma a prevenção em hábito.
  • PrivacidadeSem conta e sem cadastroOs utilitários da Zuben não pedem CPF, e-mail nem telefone para funcionar. Dado que não foi entregue não pode vazar.

Nenhum navegador ou bloqueador substitui a conferência do nome do destinatário antes de confirmar um Pix.

O golpe que não acontece

Todos os golpes desta reportagem dependem do mesmo instante: aquele em que a vítima, com pressa, medo ou esperança, deixa de fazer uma pergunta. O sistema financeiro está aprendendo a seguir o dinheiro, e a Justiça ainda decide quem paga a conta. Enquanto isso, a estatística é clara sobre o que funciona.

Recuperar é exceção. Desconfiar é de graça. Entre a mensagem que chega e o dedo que confirma, cabem os dez segundos de uma ligação para o número certo, e é nesse intervalo que a maior parte dos golpes termina sem ter começado.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica nem o atendimento do seu banco. Regras e prazos do Pix são definidos pelo Banco Central e podem mudar. As decisões judiciais citadas dependem das circunstâncias de cada caso. As pesquisas de opinião registram o que as pessoas relatam, e os dados de empresas privadas refletem a base de clientes de cada uma. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 3 de outubro de 2026.

  1. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026. Jul. 2026. Dados em: PIUMHI NOTÍCIAS, Anuário de segurança pública: Brasil registrou mais de 2,2 milhões de casos de estelionato em 2025, 28 jul. 2026. Disponível em: piumhinoticias.com.
  2. SENADO NOTÍCIAS. Golpes virtuais aumentam e não fazem distinção de idade. Abr. 2025. Disponível em: senado.leg.br.
  3. DATASENADO. Golpes digitais atingem 24% dos brasileiros, aponta a 21ª edição da pesquisa Panorama Político. 1º out. 2024. Disponível em: senado.leg.br.
  4. FEBRABAN. Golpe da Falsa Venda é o mais aplicado contra clientes bancários no 1º semestre do ano. 11 nov. 2025. Disponível em: portal.febraban.org.br.
  5. FEBRABAN TECH. Quase 4 em cada 10 brasileiros já sofreram golpe, aponta pesquisa da Febraban (Observatório Febraban / Ipespe). Disponível em: febrabantech.febraban.org.br.
  6. BANCO CENTRAL DO BRASIL. Circuito Pix, Dia 1: MED 2.0. Apresentação, 14 out. 2025. Disponível em: bcb.gov.br.
  7. AGÊNCIA BRASIL. Nova regra do Pix amplia prazo para contestar golpe. 1º set. 2026. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  8. AGÊNCIA BRASIL. Ferramenta do BC permite bloquear abertura de contas falsas em bancos. 1º dez. 2025. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br.
  9. TAFELLI RITZ ADVOGADOS. Golpe da falsa central: o STJ restringe a aplicação automática da Súmula 479. 29 set. 2026. Disponível em: tafelliritz.com.br. Recursos citados: REsp 2.052.228/DF, REsp 2.222.059/SP, REsp 2.229.519/SP, REsp 2.220.333 e REsp 2.209.868, todos da Terceira Turma do STJ.
  10. SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Súmula 479: “As instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”. 2012.
  11. SINDPD. Golpes usando deepfake crescem 830% no Brasil (dados da VU). 16 set. 2026. Disponível em: sindpd.org.br.
  12. MATERA. MED 2.0: o que é e como funciona o mecanismo do Pix. 5 jun. 2026. Disponível em: matera.com.
  13. Imagem: Isabell Winter, “Late Night Wifi”, 29 dez. 2016, licença CC0, via Wikimedia Commons.
Gazeta Zuben · uma publicação da Zuben Intelligent Utilities InstagramFacebookVoltar à capa