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Saúde e trabalho · Saúde mental

Estresse no trabalho: epidemia, exagero ou as duas coisas ao mesmo tempo?

O Brasil registrou mais de meio milhão de afastamentos por transtornos mentais em 2025, um recorde. Para uns, é a prova de que o trabalho está adoecendo as pessoas. Para outros, é o retrato de um país que passou a diagnosticar e a afastar mais. Oito afirmações comuns sobre o tema, cada uma confrontada com os dados que a sustentam e com os que a contestam.

Redação Zuben · 1º de outubro de 2026 · Leitura de 17 minutos

Pintura de Edvard Munch: uma multidão de pessoas de rosto pálido e olhos arregalados caminha por uma rua ao anoitecer, enquanto uma figura solitária segue na direção oposta
“Noite na rua Karl Johan”, de Edvard Munch, pintado em 1892. Uma multidão caminha ao anoitecer, cada um fechado em si mesmo. Acervo KODE, Bergen (obra em domínio público, via Wikimedia Commons).

Edvard Munch pintou esta cena em 1892: gente bem-vestida caminhando no fim do dia, lado a lado, sem se olhar. Cento e trinta e quatro anos depois, a imagem serviria de ilustração para qualquer manchete sobre saúde mental. Em 2025, o INSS concedeu 546.254 afastamentos do trabalho por transtornos mentais e comportamentais, 15% a mais que no ano anterior e o maior número já registrado1.

O número é real, é grave e virou argumento para quase tudo. Sindicatos veem nele a prova de que as empresas estão moendo gente. Empresários desconfiam de que se afasta com facilidade demais. Consultorias vendem programas de bem-estar, e pesquisadores perguntam se esses programas funcionam. Todos têm dados a seu favor, e é isso que torna o assunto difícil.

Esta reportagem não escolhe um lado antes de olhar os números. Ela pega as afirmações mais repetidas sobre estresse e trabalho e faz com cada uma a mesma coisa: mostra a evidência a favor, a evidência contra e o que sobra de pé.

546 milafastamentos por transtornos mentais no Brasil em 2025
45%dos trabalhadores brasileiros sentiram muito estresse no dia anterior
12 bide dias de trabalho perdidos por ano no mundo por depressão e ansiedade
16%dos adultos em idade de trabalhar têm algum transtorno mental

Fontes: Ministério da Previdência Social, em levantamento do G1; Gallup, State of the Global Workplace 2026; Organização Mundial da Saúde (2026).

O retrato em números

Ansiedade e depressão respondem pela maior parte: foram 166.489 e 126.608 afastamentos em 20251. Mais de 60% das pessoas afastadas são mulheres. A licença dura, em média, três meses, com benefício de cerca de R$ 2.140 mensais, e o custo para a Previdência é estimado em R$ 3,5 bilhões por ano1 3.

Um detalhe para guardar: mesmo sendo recorde, os transtornos mentais representam cerca de 13,6% dos auxílios concedidos pelo INSS3. Dor nas costas e hérnia de disco afastaram, cada uma, mais gente do que a ansiedade em 20251.

Estresse, burnout e doença não são a mesma coisa

Parte da confusão do debate vem das palavras. Estresse é a reação do corpo a uma exigência, e em dose moderada ajuda a render. Burnout é o esgotamento por estresse crônico no trabalho que não foi bem administrado. A Organização Mundial da Saúde o descreve por três sinais (exaustão, distanciamento ou cinismo em relação ao trabalho e queda da eficácia) e o classifica como fenômeno ocupacional, e não como doença11. Ansiedade e depressão são transtornos com diagnóstico clínico, que podem ou não ter o trabalho entre as causas.

Oito afirmações postas à prova

Afirmação 1

“Vivemos uma epidemia de adoecimento mental.”

O que sustenta

Os afastamentos subiram 68% de 2023 para 2024 e mais 15% em 20251. No primeiro ano da pandemia, a OMS estimou alta de 25% na prevalência de ansiedade e depressão no mundo10.

O que contesta

Afastamento mede benefício concedido, e não doença. O salto coincide com o período de expansão do Atestmed, sistema que permite pedir o benefício por análise de documentos, sem perícia presencial5. E o estresse diário medido pelo Gallup no Brasil não mudou em relação à média dos três anos anteriores6.

O que os dados permitem dizerHá mais gente adoecida do que antes da pandemia e, ao mesmo tempo, mais gente diagnosticada e com acesso mais fácil ao benefício. Pesquisadores de Oxford chamam o segundo efeito de hipótese da inflação de prevalência: campanhas de conscientização fazem as pessoas reconhecerem problemas reais que antes ignoravam, mas também levam algumas a interpretar como transtorno o que é sofrimento comum14. As duas coisas acontecem juntas, e ninguém sabe ainda a proporção de cada uma.

Afirmação 2

“O trabalho adoece.”

O que sustenta

A OMS lista os riscos: carga excessiva, insegurança no emprego, assédio, papéis mal definidos, falta de apoio8. Jornadas de 55 horas ou mais por semana elevam em 35% o risco de AVC e em 17% o de morte por doença do coração, e foram associadas a 745 mil mortes no mundo em 20169.

O que contesta

A mesma OMS abre seu documento afirmando que o trabalho decente faz bem à saúde mental: dá renda, propósito, rotina e convívio8. E ficar sem trabalho é pior. Uma meta-análise de 237 estudos encontrou problemas psicológicos em 34% dos desempregados, contra 16% dos empregados13.

O que os dados permitem dizerO que adoece não é trabalhar, e sim trabalhar mal: horas demais, controle de menos, medo e humilhação. A pergunta útil deixa de ser “trabalho faz mal?” e passa a ser “o que, neste trabalho, faz mal?”.

Afirmação 3

“O brasileiro está infeliz no trabalho.”

O que sustenta

Quase metade dos trabalhadores brasileiros (45%) disse ter sentido muito estresse no dia anterior à pesquisa do Gallup, acima da média da América Latina (43%) e do mundo (40%)6.

O que contesta

Na mesma pesquisa, o Brasil aparece bem acima da média mundial em engajamento e em satisfação com a vida, e abaixo em raiva, tristeza e solidão6.

O que os dados permitem dizerEstresse e infelicidade não são sinônimos. O trabalhador brasileiro típico está pressionado, mas envolvido com o que faz e otimista com a própria vida. Isso não diminui o problema de quem adoece, mas desmente a ideia de um país inteiro em colapso.

Afirmação 4

“Trabalhar de casa resolve.” Ou: “trabalhar de casa piora.”

A favor do trabalho remoto

Quem trabalha totalmente a distância é o grupo mais engajado: 31%, contra 23% dos híbridos e 19% dos que precisam estar no local7. Autonomia sobre o tempo é um fator de proteção conhecido.

Contra o trabalho remoto

O mesmo grupo relata mais estresse diário (45%, contra 38% a 39% dos presenciais) e tem menos gente prosperando na vida (36%) do que os híbridos (42%). Também declara mais raiva, tristeza e solidão7.

Regime de trabalhoEngajadosProsperandoEstresse
Totalmente remoto31%36%45%
Híbrido23%42%46%
Presencial (poderia ser remoto)23%42%39%
Presencial (função exige)19%30%38%

Fonte: Gallup, “The Remote Work Paradox” (maio de 2025), dados mundiais.

O que os dados permitem dizerO Gallup chama isso de paradoxo do trabalho remoto: mais engajamento e menos bem-estar no mesmo grupo. Nenhum regime vence em tudo. O híbrido aparece como o melhor equilíbrio na satisfação com a vida, mas não no estresse.

Afirmação 5

“A saída é cuidar de si: meditação, resiliência e aplicativos de bem-estar.”

O que sustenta

Tratar funciona e compensa. Um estudo publicado na Lancet Psychiatry calculou retorno de US$ 4 em saúde e produtividade para cada US$ 1 investido em tratamento de depressão e ansiedade15. A OMS inclui o apoio individual entre as medidas recomendadas8.

O que contesta

Um pesquisador de Oxford comparou 46.336 trabalhadores de 233 organizações britânicas. Quem participou de programas individuais (atenção plena, treinamento de resiliência, gestão do estresse, aulas de relaxamento, aplicativos de bem-estar) não estava melhor do que quem não participou12.

O que os dados permitem dizerÉ preciso separar duas coisas que o mercado mistura. Tratamento clínico, com profissional de saúde, tem evidência sólida. Programas corporativos de bem-estar oferecidos no lugar de mudanças na organização do trabalho, não. O estudo britânico tem um limite importante: é um retrato de um momento, e não um experimento, de modo que não prova que os programas sejam inúteis para todos. Mas o autor resume o consenso que vem se formando: é preciso mudar o local de trabalho, e não só o trabalhador.

Afirmação 6

“A responsabilidade é da empresa.”

O que sustenta

A lei passou a dizer isso. Desde 26 de maio de 2026, a fiscalização da norma NR-1 pode autuar empresas que não identifiquem e controlem riscos psicossociais, como metas abusivas, sobrecarga e assédio, em seu gerenciamento de riscos16. As medidas com melhor evidência são organizacionais8 12.

O que contesta

Transtornos mentais têm muitas causas: genética, história de vida, dívidas, luto, problemas familiares. Entre os diagnósticos que mais afastam estão o transtorno bipolar e a dependência química, que o emprego não cria. Reações ao estresse somaram 20,9 mil dos 472 mil afastamentos de 20242.

O que os dados permitem dizerA empresa responde pelas condições que cria, e a nova regra torna isso cobrável. Mas nem todo adoecimento de um empregado nasce no emprego, e tratar todo afastamento como culpa do empregador é tão impreciso quanto tratar todos como fraqueza do empregado.

Afirmação 7

“Burnout virou a doença do século.”

O que sustenta

Os benefícios concedidos pelo INSS com diagnóstico de esgotamento quase quadruplicaram em dois anos: de 1.760 em 2023 para 6.985 em 2025, segundo levantamento da associação dos médicos do trabalho4.

O que contesta

Mesmo depois desse salto, o burnout é uma fração pequena do total. No mesmo levantamento, a ansiedade somou 157.235 benefícios, vinte e duas vezes mais4. E, para a OMS, burnout nem é classificado como doença11.

O que os dados permitem dizerO esgotamento existe e cresce depressa nos registros. Mas “burnout” virou, na conversa do dia a dia, um nome para qualquer cansaço, e isso atrapalha: quem está apenas exausto pode achar que está doente, e quem tem depressão pode achar que só precisa de férias.

Afirmação 8

“Pressão faz parte, e antigamente ninguém reclamava.”

O que sustenta

Alguma pressão ajuda. Desde 1908 a psicologia descreve uma curva em que o desempenho melhora com a ativação até certo ponto17. Um trabalho sem desafio nenhum também desgasta, e quem está engajado costuma relatar estresse.

O que contesta

A mesma curva mostra que, passado o ponto ideal, o desempenho despenca. Não é questão de geração: a idade média de quem foi afastado em 2024 era de 41 anos2. E “aguentar” jornadas longas tem um preço medido em infartos e derrames9.

O que os dados permitem dizerQuem diz que todo estresse é doença está errado, e quem diz que basta aguentar também. A diferença está na dose e na duração: pressão com prazo para acabar e com recursos para dar conta faz crescer; pressão sem fim e sem controle adoece.

O que sobra de pé

Depois de confrontar as oito afirmações, poucas ideias resistem inteiras, e são as menos espetaculares:

  • O problema é real e também é mais visível. As duas coisas juntas explicam o recorde.
  • O alvo é a organização do trabalho. Carga, jornada, autonomia, clareza de papel e qualidade da chefia pesam mais que qualquer benefício oferecido por fora.
  • Tratamento não é mimo. Ansiedade e depressão são doenças tratáveis, e tratar cedo custa menos para todos.
  • Trabalho bom protege. O objetivo não é trabalhar menos a qualquer custo, e sim trabalhar em condições decentes.
  • Nem todo cansaço é doença, e nem toda doença é cansaço. Saber a diferença evita tanto o exagero quanto a negligência.

O que está ao alcance do profissional

Nenhuma lista de hábitos compensa um ambiente tóxico. Dentro do que cabe a cada um, a evidência aponta para medidas simples:

  1. Defina um fim para o dia. Jornada sem hora para acabar é o fator de risco mais bem medido. Um horário de encerramento, respeitado, vale mais que um fim de semana de descanso.
  2. Proteja o sono. É a primeira coisa que o estresse crônico tira e a que mais faz falta para se recuperar dele.
  3. Faça pausas de verdade. Alguns minutos longe da tela a cada bloco de trabalho, e o almoço fora da mesa.
  4. Converse cedo. Com a chefia, sobre carga e prioridades, antes do limite. Com alguém de confiança, sobre como você está.
  5. Procure um profissional quando os sinais persistirem. Insônia, irritação constante, perda de interesse e crises de ansiedade por mais de duas semanas pedem avaliação médica ou psicológica.
  6. Guarde seus registros. Atestados, receitas e relatórios organizados facilitam o tratamento e, se for o caso, o afastamento.

Onde buscar ajuda

  • CVV, Centro de Valorização da Vida: telefone 188, gratuito, 24 horas por dia, e atendimento por chat em cvv.org.br. Apoio emocional para quem precisa conversar.
  • SUS: a unidade básica de saúde é a porta de entrada, e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) atendem casos que precisam de acompanhamento.
  • Emergência: em risco imediato, ligue para o SAMU, 192, ou procure um pronto-socorro.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. É o que as pessoas que se recuperam têm em comum.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Depois de ler que aplicativos de bem-estar não mostraram resultado em pesquisa, seria incoerente prometer o contrário. Os aplicativos da Zuben não tratam, não diagnosticam e não substituem um ambiente de trabalho saudável. O que fazem é dar suporte a alguns dos hábitos listados acima.

  • LimitesZubenRemindUm alarme diário para encerrar o expediente e lembretes de pausa ao longo do dia. Também serve para os horários de remédio e as sessões de terapia, que não podem ser esquecidos.
  • Fora do horárioZubenMailO envio agendado permite escrever a mensagem à noite e fazê-la sair na manhã seguinte. Respeita o descanso dos colegas e tira da cabeça o que ficaria pendente.
  • Descanso planejadoZubenCalendarFeriados e fins de semana à vista, para planejar folgas e férias com antecedência, em vez de deixá-las para quando o corpo cobrar.
  • RegistrosZubenPDFAtestados, receitas e relatórios médicos digitalizados em um único arquivo, prontos para o médico, para a empresa ou para a perícia.
  • OrganizaçãoZubenFilesUma pasta para os documentos de saúde, separada do trabalho e fácil de achar quando for preciso.

Se o que você sente vai além do cansaço, a ferramenta certa não é um aplicativo: é um profissional de saúde.

A pergunta que fica

No quadro de Munch, há uma figura que quase passa despercebida: alguém de costas, sozinho, andando no sentido contrário ao da multidão. Não se sabe se está fugindo ou apenas indo para outro lugar.

O debate sobre saúde mental no trabalho costuma oferecer duas posições prontas, a de que o mundo do trabalho enlouqueceu e a de que as pessoas ficaram frágeis. Os dados não autorizam nenhuma das duas por inteiro. Autorizam uma terceira, menos confortável: cada um precisa olhar para o próprio trabalho e separar o que é esforço que vale a pena do que é desgaste sem retorno. É uma conta que nenhuma estatística faz por você.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica ou psicológica. Os números de afastamentos variam conforme a fonte e o critério de contagem. Pesquisas de opinião, como a do Gallup, medem o que as pessoas relatam, e não diagnósticos. Se você está em sofrimento, procure ajuda profissional ou ligue 188. As ofertas identificadas como publicidade não têm relação com o tema de saúde e não influenciaram o conteúdo da reportagem.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 1º de outubro de 2026.

  1. G1. Brasil tem mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025 e bate recorde pela segunda vez em 10 anos (dados do Ministério da Previdência Social). 29 jan. 2026. Reproduzido em: contec.org.br.
  2. AGÊNCIA BRASIL. Saúde mental: afastamentos dobram em dez anos e chegam a 440 mil. 11 mar. 2025. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br. Perfil dos afastados em 2024 (idade média e sexo): levantamento do G1 com dados do INSS.
  3. CAJUÍNA. Brasil bate recorde e registra mais de 534 mil afastamentos de profissionais do trabalho por problemas de saúde mental em 2025 (dados do INSS e do Ministério da Previdência Social). 2026. Disponível em: cajuina.org.
  4. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MEDICINA DO TRABALHO (ANAMT). Levantamento da ANAMT revela crescimento de afastamentos por problemas de saúde mental. 27 jan. 2026. Disponível em: anamt.org.br.
  5. FOLHA DE S.PAULO. Auxílios-doença por ansiedade têm maior patamar em dez anos no INSS. 14 mar. 2025. Reproduzido em: contec.org.br.
  6. GALLUP. State of the Global Workplace 2026: Brazil country-level data. Disponível em: gallup.com.
  7. GALLUP. The Remote Work Paradox: Higher Engagement, Lower Wellbeing. 7 maio 2025. Disponível em: gallup.com.
  8. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Mental health at work: fact sheet. 15 set. 2026. Disponível em: who.int.
  9. WHO; INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION (ILO). Long working hours increasing deaths from heart disease and stroke. 17 maio 2021. Disponível em: who.int. Estudo original: PEGA, F. et al. Environment International, v. 154, 2021.
  10. WHO. COVID-19 pandemic triggers 25% increase in prevalence of anxiety and depression worldwide. 2 mar. 2022. Disponível em: who.int.
  11. WHO. Burn-out an “occupational phenomenon”: International Classification of Diseases. 28 maio 2019. Disponível em: who.int.
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  13. PAUL, K. I.; MOSER, K. Unemployment impairs mental health: meta-analyses. Journal of Vocational Behavior, v. 74, n. 3, p. 264–282, 2009.
  14. FOULKES, L.; ANDREWS, J. L. Are mental health awareness efforts contributing to the rise in reported mental health problems? A call to test the prevalence inflation hypothesis. New Ideas in Psychology, v. 69, 101010, 2023. Disponível em: ora.ox.ac.uk.
  15. CHISHOLM, D. et al. Scaling-up treatment of depression and anxiety: a global return on investment analysis. The Lancet Psychiatry, v. 3, n. 5, p. 415–424, 2016. Disponível em: thelancet.com.
  16. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), com a inclusão dos fatores de risco psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais. Sobre o início da fiscalização: SINAT. NR-1 entra em fase de fiscalização e pressiona empresas a partir de 26 de maio. 2026. Disponível em: sinat.com.br.
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  18. Imagem: Edvard Munch, “Noite na rua Karl Johan” (Aften på Karl Johan), 1892, óleo sobre tela, KODE, Bergen. Obra em domínio público, via Wikimedia Commons.
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