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Seguro de carro: por que o preço varia tanto de um motorista para outro
O mesmo carro pode ter um seguro com o dobro do preço dependendo de quem dirige e de onde ele dorme. Idade, sexo, estado civil, CEP e modelo entram na conta, enquanto a proteção veicular, mais barata, acaba de passar à fiscalização da Susep. Seis afirmações sobre o preço do seguro, confrontadas com o que as sustenta e com o que as contesta.
Redação Zuben · 20 de outubro de 2026 · Leitura de 10 minutos
Duas pessoas com o mesmo carro, no mesmo ano, pedem uma cotação de seguro e recebem preços muito diferentes. Não é erro do corretor. Cada seguradora tenta estimar quanto aquele motorista, naquele carro e naquele endereço, vai custar em indenizações, e cobra de acordo.
O resultado é que só três em cada dez carros do país têm seguro. Pelo levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, eram 18,4 milhões de automóveis segurados entre 63,3 milhões em circulação1. Quem fica de fora costuma apontar o preço, e uma parte recorre à proteção veicular das associações, que desde 2025 entrou no radar da Superintendência de Seguros Privados, a Susep79.
Como nas outras reportagens da série sobre o carro, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre o preço do seguro e mostra, para cada uma, o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.
Fontes: CNseg; TEx (Serasa Experian), Índice de Preços do Seguro de Automóvel (IPSA), agosto de 2026; Creditas Seguros, levantamento de agosto de 2026, com cálculo da redação.
Como o preço é montado
O preço do seguro, chamado de prêmio, é uma aposta da seguradora sobre o risco. Para medir o movimento desse preço, a TEx, empresa da Serasa Experian, criou o Índice de Preços do Seguro de Automóvel, o IPSA. Ele não olha o valor em reais, e sim quanto o seguro representa do preço do carro: uma taxa de 4% num carro de R$ 50 mil dá R$ 2 mil por ano2. Na prática, três blocos de informação decidem essa taxa.
- O motoristaQuem dirige e com que históricoIdade, sexo, estado civil e anos sem acionar o seguro, que viram a classe de bônus210.
- O lugarOnde o carro passa a noiteO CEP de pernoite e o uso, de casa para o trabalho ou rodando o dia todo, medem a exposição a roubo e batida.
- O carroQuanto vale e quanto custa consertarO valor de tabela, o preço das peças e o interesse dos ladrões pelo modelo3.
Seis afirmações postas à prova
Afirmação 1
“O seguro de carro está cada vez mais caro.”
O que sustenta
Em reais, o dinheiro que passa pelo seguro de automóvel quase dobrou. Pelos dados da CNseg, a arrecadação do ramo foi de R$ 31,7 bilhões em 2016 para R$ 61,6 bilhões em 2025, alta nominal de 94%; as indenizações pagas foram de R$ 21,2 bilhões para R$ 35,5 bilhões1.
E carro caro tem seguro caro. Como o prêmio acompanha o valor do veículo, quem trocou de carro nos últimos anos sentiu a apólice subir junto. Em julho, a média das cotações mais baratas para os dez carros mais vendidos, num levantamento da Creditas Seguros em 11 capitais, ainda passava de R$ 2.900 por ano para homens3.
O que contesta
Em proporção do valor do carro, o seguro ficou mais barato. O IPSA caiu de 5,2% em agosto de 2025 para 4,4% em agosto de 2026, queda de 15,4% em um ano, e está perto do menor nível da série da TEx2.
No mesmo levantamento da Creditas, a média para homens recuou 23,8% de julho para agosto, para R$ 2.212,733. Um dos motivos possíveis é o risco menor: o Brasil registrou 308.440 roubos e furtos de veículos em 2025, com a taxa nacional 14,3% abaixo da de 2024, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública4.
Em um ano, o seguro ficou mais barato em relação ao carro
Preço de um ano de seguro em % do valor do veículo (mediana), a cada três meses
Fonte: TEx (Serasa Experian), Índice de Preços do Seguro de Automóvel, relatório de agosto de 2026. O índice considera veículos de até 10 anos, as principais regiões metropolitanas, franquia normal e seguro compreensivo, pela mediana das cotações.
O que os dados permitem dizerA conta do seguro subiu em reais porque os carros ficaram mais caros, mas a taxa cobrada sobre o valor do carro caiu no último ano. Para quem mantém o mesmo carro, a renovação de 2026 tende a vir igual ou mais barata; para quem trocou por um modelo mais caro, não.
Afirmação 2
“Motorista jovem paga mais porque bate mais.”
O que sustenta
A diferença por idade é a maior de todas no índice. Em agosto, quem tinha de 18 a 25 anos pagava, na mediana, 7,2% do valor do carro por ano; de 26 a 35 anos, 5,5%; e com 56 anos ou mais, 3,5%. O jovem paga, proporcionalmente, o dobro do motorista mais velho2.
As seguradoras justificam a diferença com a própria experiência: o preço reflete a frequência e o custo dos sinistros de cada grupo, e o motorista novo ainda não acumulou classe de bônus, o desconto que cresce a cada renovação sem acionar o seguro, até a classe 1010.
O que contesta
A média do grupo é cobrada de cada jovem, inclusive do que dirige com cuidado. E a distância vem diminuindo: entre agosto de 2025 e agosto de 2026, o índice de 18 a 25 anos caiu 1,5 ponto, de 8,7% para 7,2%, o menor nível em 13 meses2.
A tentação de colocar o carro do filho no nome dos pais para pagar menos tem custo. Pelo Código Civil, quem faz declarações inexatas ou omite circunstâncias que influenciam o preço pode perder o direito à indenização5. Informar o condutor principal errado é o caso típico.
Quanto mais jovem, maior a taxa
Preço de um ano de seguro em % do valor do veículo, por idade do segurado, agosto de 2026
Fonte: TEx (Serasa Experian), Índice de Preços do Seguro de Automóvel, agosto de 2026, mediana por faixa etária.
O que os dados permitem dizerSer jovem é, de longe, o fator do perfil que mais encarece o seguro, e a diferença se mantém mesmo com a queda recente. Ela diminui com o tempo e com o bônus. Esconder quem dirige pode sair muito mais caro do que o desconto: a seguradora pode negar a indenização.
Afirmação 3
“Mulher paga menos seguro que homem.”
O que sustenta
No índice da TEx, sim. Em agosto, a mediana feminina foi de 4,2% do valor do carro, contra 4,5% da masculina. A diferença aparece em todos os estados civis: solteiras pagavam 5,0%, e solteiros, 5,4%; casadas, 3,8%, e casados, 4,2%2.
No levantamento da Creditas, com motoristas de 33 anos e casados, a média em agosto foi de R$ 2.118,10 para mulheres e R$ 2.212,73 para homens3.
O que contesta
A vantagem é pequena e está encolhendo. Em um ano, a distância entre os índices masculino e feminino caiu de 0,5 para 0,3 ponto percentual2. Em vários modelos, a diferença entre homens e mulheres na Creditas fica em poucas dezenas de reais por ano3.
E o critério é discutido. Na União Europeia, o Tribunal de Justiça decidiu em 2011, no caso Test-Achats, que usar o sexo para diferenciar o preço de seguros é discriminação; desde 21 de dezembro de 2012, os contratos novos têm de ter preço igual para homens e mulheres6. No Brasil, as seguradoras podem usar o sexo no cálculo.
Estado civil pesa mais que o sexo
Preço de um ano de seguro em % do valor do veículo, agosto de 2026
MulheresHomens
Fonte: TEx (Serasa Experian), Índice de Preços do Seguro de Automóvel, agosto de 2026, mediana por sexo e por sexo e estado civil.
O que os dados permitem dizerNo Brasil, as mulheres pagam um pouco menos, mas a diferença é de poucos décimos de ponto e vem caindo. Estado civil e, sobretudo, idade mexem muito mais no preço do que o sexo. A Europa mostra que é possível precificar sem esse critério.
Afirmação 4
“O CEP pesa mais do que o motorista.”
O que sustenta
Com o mesmo perfil, homem de 33 anos e casado, e os mesmos dez carros, a média das cotações em agosto foi de R$ 3.134,37 no Rio de Janeiro e de R$ 2.037,73 em Florianópolis, segundo a Creditas3. Só pela cidade, o seguro carioca saía 54% mais caro, pelo cálculo da redação.
Isso acontece porque o endereço onde o carro dorme resume riscos que o motorista não controla: roubo, furto, enchente e trânsito. É por isso que as seguradoras perguntam o CEP de pernoite, e não apenas o da residência.
O que contesta
Fora do Rio, as capitais pesquisadas ficaram muito próximas. Entre Florianópolis, São Paulo, Brasília, Salvador, Goiânia e Porto Alegre, a diferença da mais barata para a mais cara foi de apenas 6% para os homens3. Nesses lugares, o carro escolhido mexe mais no preço que a cidade.
E a idade do motorista, sozinha, dobra a taxa, como mostra o índice da TEx2. O levantamento da Creditas cobre apenas 11 capitais e um único perfil, então não diz como o preço muda entre bairros nem no interior.
O Rio de Janeiro está muito acima das outras capitais
Média do seguro por ano, em reais, para homens de 33 anos e casados, agosto de 2026
Fonte: Creditas Seguros, levantamento de agosto de 2026 com as cotações mais baratas de 15 seguradoras para os dez carros mais vendidos, divulgado pelo Carros e Garagem. A reportagem não publicou os valores masculinos de Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Vitória.
O que os dados permitem dizerO endereço pode encarecer muito o seguro onde o risco de roubo é alto, como no Rio de Janeiro. Na maioria das capitais pesquisadas, porém, a cidade muda pouco o preço, e a idade e o carro pesam mais. Declarar o CEP de pernoite verdadeiro é obrigação: informar outro para pagar menos tem o mesmo risco de declarar o condutor errado.
Afirmação 5
“Carro elétrico tem seguro caro demais.”
O que sustenta
Entre os dez carros mais vendidos de agosto, os seguros mais caros foram justamente de eletrificados. Para homens, o híbrido BYD Song Plus teve média de R$ 3.600,84 por ano, o GWM Haval H6 de R$ 3.213,35 e o elétrico BYD Dolphin de R$ 2.669,13. O mais barato foi o Volkswagen Polo Track, com R$ 1.533,033.
A diferença entre o Song Plus e o Polo Track passou de 130%. Bateria, peças importadas e a rede de oficinas ainda pequena encarecem o conserto, e o seguro acompanha.
O que contesta
Parte da diferença é só o preço do carro: um SUV híbrido custa bem mais que um compacto, e o seguro, cobrado em proporção do valor, sobe junto. O Dolphin Mini, elétrico de entrada, teve média de R$ 2.261,47, mais perto dos populares que dos SUVs3.
E o preço muda depressa. De julho para agosto, a média do Dolphin caiu 21% para homens e a do Fiat Argo, um carro a combustão, caiu 37%3. O próprio levantamento reconhece que não comparou preço de peças, custo de reparo nem frequência de sinistros de cada modelo.
Os eletrificados lideram o preço entre os mais vendidos
Média do seguro por ano, em reais, para homens de 33 anos e casados, agosto de 2026
Fonte: Creditas Seguros, levantamento de agosto de 2026, divulgado pelo Carros e Garagem. Em cor viva, os modelos híbridos e elétricos. O Haval H6 é híbrido.
O que os dados permitem dizerOs eletrificados têm hoje os seguros mais caros entre os carros mais vendidos, e o custo de reparo ajuda a explicar. Mas o valor do próprio carro responde por boa parte da diferença, e os preços desse segmento oscilam muito de um mês para outro. Antes de comprar um elétrico, vale cotar o seguro junto com o carro.
Afirmação 6
“Proteção veicular é a mesma coisa que seguro, só que mais barata.”
O que sustenta
A proteção veicular das associações costuma ter mensalidade menor, porque funciona por rateio: os associados dividem entre si o custo dos sinistros, sem a margem de lucro de uma seguradora. Ela atende quem as seguradoras recusam ou cobram caro, como donos de carros mais velhos. A Susep estimava, em 2024, cerca de 3 mil associações, com 5 a 8 milhões de pessoas8.
E ela deixou de ser terra de ninguém. A Lei Complementar 213, de janeiro de 2025, criou a proteção patrimonial mutualista e a colocou sob a fiscalização da Susep9. As regras vieram com a Resolução 491 do Conselho Nacional de Seguros Privados, de maio de 2026. “O Brasil possui um déficit de proteção patrimonial”, disse Regis Dudena, presidente do conselho8.
O que contesta
A regularização ainda está no começo. Pela própria Susep, a associação cadastrada aparece como “em regularização”, o que não é o mesmo que regular: ela só fica regular depois de contratar uma administradora autorizada, e o prazo final para isso é 7 de maio de 2028. Associações que não se cadastraram até 15 de julho de 2025 não podem mais operar7.
No rateio, o valor pode mudar de um mês para outro, conforme os sinistros do grupo, e a garantia de pagamento depende da saúde financeira da associação. Com as novas exigências de governança e de gestão, a expectativa é que parte dessa diferença de preço diminua8.
O que os dados permitem dizerProteção veicular e seguro não são a mesma coisa, embora a nova lei os aproxime. A proteção pode custar menos, mas, até a regularização terminar, o associado tem menos garantias do que o segurado. Quem escolhe uma associação deve conferir a situação dela no site da Susep e ler o regulamento do rateio antes de assinar.
Como pagar menos sem ficar desprotegido
- Cote em várias seguradoras. No levantamento da Creditas, o preço do mesmo carro mudou mais de 30% de um mês para outro3. Compare sempre as mesmas coberturas e a mesma franquia.
- Diga a verdade no questionário. Condutor principal, CEP de pernoite e uso do carro mudam o preço, e uma resposta falsa pode custar a indenização5.
- Pense na franquia. Uma franquia maior baixa o preço do seguro, mas é você quem paga essa parte nos consertos menores.
- Cuide do bônus. Cada ano sem acionar o seguro aumenta a classe de bônus, até a 10. Renove no prazo e pergunte à seguradora como ela trata atrasos e trocas de carro10.
- Avalie o que pode ficar de fora. Carro reserva, vidros e assistência encarecem a apólice. Fique com o que você usaria de verdade.
- Confira quem vende. Seguradoras e associações podem ser consultadas no site da Susep7.
Seguro ou proteção veicular
As situações abaixo resumem o que os dados mostram. Valem como ponto de partida, e não substituem a leitura das condições de cada contrato.
O seguro tende a valer mais
- Para carros novos ou financiados, em que uma perda total sem indenização seria um desastre.
- Para quem quer garantia de pagamento e um órgão regulador com regras estáveis.
- Para quem já tem classe de bônus alta e paga uma taxa menor.
- Para quem precisa de cobertura contra terceiros com valores altos.
A proteção veicular pode fazer sentido
- Para carros mais velhos, que as seguradoras recusam ou cobram caro.
- Quando a associação já está cadastrada na Susep e mostra as contas do rateio.
- Para quem aceita que a mensalidade varie com os sinistros do grupo.
- Como alternativa a ficar sem nenhuma proteção.
Roteiro para a próxima cotação
- Separe os dados do carro. Modelo, ano, versão e o valor na tabela Fipe, que serve de base para a indenização.
- Defina o condutor principal. É quem mais dirige o carro, e não quem paga a conta.
- Informe o CEP de pernoite. O endereço onde o carro passa a noite, com garagem ou não.
- Escolha as coberturas antes de cotar. Assim as propostas ficam comparáveis.
- Peça pelo menos três cotações. Por corretor, comparador ou direto nas seguradoras.
- Compare franquia e assistências. O preço mais baixo pode vir com franquia mais alta.
- Leia as exclusões. É ali que ficam as situações em que a seguradora não paga.
- Anote o vencimento. Renovar no prazo preserva o bônus acumulado.
Onde os aplicativos Zuben podem ajudar
O preço do seguro depende do valor do carro, de comparar propostas e de não perder o prazo da renovação. Três utilitários simples ajudam nessas tarefas.
- Preço de referênciaZubenFipePara consultar o valor de tabela do carro, a base que o seguro usa para calcular o prêmio e a indenização.
- ComparaçãoZubenNotesPara anotar as cotações, franquias e coberturas de cada seguradora numa lista e comparar sem confusão.
- PrazosZubenRemindPara criar um lembrete antes do vencimento da apólice e renovar sem perder a classe de bônus.
ZubenNotes e ZubenRemind funcionam sem internet e guardam os dados apenas no aparelho. O ZubenFipe precisa de internet para consultar a tabela.
A pergunta que ficou
O seguro de carro está mais barato em relação ao valor dos carros do que há um ano, mas a conta continua pesada para muita gente, e sete em cada dez carros rodam sem nenhuma apólice. Idade e endereço explicam boa parte das diferenças entre motoristas; sexo e estado civil, uma parte menor. A proteção veicular vira uma alternativa mais vigiada, mas ainda em transição.
Nenhum desses fatores muda de uma hora para outra, mas a escolha das coberturas, da franquia e de quem vende, sim. Fica a pergunta: quando foi a última vez que você comparou o seu seguro com outras propostas, em vez de só renovar?
Bibliografia
Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 20 de outubro de 2026.
- NIERO, J. Classe C lidera o seguro automóvel, mas 71% dos carros ainda não têm cobertura, com dados da Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg. InfoMoney, 29 jul. 2026. Disponível em: infomoney.com.br.
- TEx TECNOLOGIA (SERASA EXPERIAN). Relatório econômico: Índice de Preços do Seguro de Automóvel e Moto (IPSA e IPSM), agosto de 2026. Disponível em: textecnologia.com.br.
- MENDONÇA, L. Seguro auto até 24% mais barato no Brasil? Levantamento mostra reduções em 2026, com dados da Creditas Seguros. Carros e Garagem, 24 set. 2026. Disponível em: carrosegaragem.com.br.
- PORTAL DO TRÂNSITO. Brasil registra um veículo roubado ou furtado a cada dois minutos, aponta Anuário da Segurança Pública, sobre o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Jul. 2026. Disponível em: portaldotransito.com.br.
- BRASIL. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), art. 766. Disponível em: planalto.gov.br.
- TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA UNIÃO EUROPEIA. Acórdão no processo C-236/09, Association belge des Consommateurs Test-Achats e outros, 1 mar. 2011. Disponível em: curia.europa.eu.
- SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP). Associações de proteção patrimonial mutualista: cadastro, fases e prazos. Disponível em: gov.br/susep.
- INFOMONEY. Governo publica novas regras e avança na regularização da proteção veicular. 6 maio 2026. Disponível em: infomoney.com.br.
- BRASIL. Lei Complementar nº 213, de 15 de janeiro de 2025. Disponível em: planalto.gov.br.
- ALLIANZ SEGUROS. Regras de bônus do seguro automóvel. Disponível em: allianz.com.br.
- Imagem: jovem sorrindo num carro conversível, por Wendell Fernandes, via Unsplash, sob a Licença Unsplash.