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Seguro de carro: por que o preço varia tanto de um motorista para outro

O mesmo carro pode ter um seguro com o dobro do preço dependendo de quem dirige e de onde ele dorme. Idade, sexo, estado civil, CEP e modelo entram na conta, enquanto a proteção veicular, mais barata, acaba de passar à fiscalização da Susep. Seis afirmações sobre o preço do seguro, confrontadas com o que as sustenta e com o que as contesta.

Redação Zuben · 20 de outubro de 2026 · Leitura de 10 minutos

Jovem de cabelos longos sorri no banco de um carro conversível, com o cabelo ao vento e o sol entrando pelo para-brisa
Quem dirige, e onde o carro passa a noite, pesa tanto quanto o próprio carro no preço do seguro. Imagem ilustrativa. Foto: Wendell Fernandes/Unsplash, recortada.

Duas pessoas com o mesmo carro, no mesmo ano, pedem uma cotação de seguro e recebem preços muito diferentes. Não é erro do corretor. Cada seguradora tenta estimar quanto aquele motorista, naquele carro e naquele endereço, vai custar em indenizações, e cobra de acordo.

O resultado é que só três em cada dez carros do país têm seguro. Pelo levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, eram 18,4 milhões de automóveis segurados entre 63,3 milhões em circulação1. Quem fica de fora costuma apontar o preço, e uma parte recorre à proteção veicular das associações, que desde 2025 entrou no radar da Superintendência de Seguros Privados, a Susep79.

Como nas outras reportagens da série sobre o carro, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre o preço do seguro e mostra, para cada uma, o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.

29%dos automóveis em circulação no Brasil tinham seguro, segundo a CNseg em julho de 2026
4,4%do valor do carro era o preço típico de um ano de seguro em agosto de 2026, contra 5,2% um ano antes
2 vezesé quanto, em proporção do valor do carro, quem tem de 18 a 25 anos paga a mais do que quem tem 56 ou mais
54%mais caro saía o seguro no Rio de Janeiro do que em Florianópolis, para o mesmo perfil de motorista

Fontes: CNseg; TEx (Serasa Experian), Índice de Preços do Seguro de Automóvel (IPSA), agosto de 2026; Creditas Seguros, levantamento de agosto de 2026, com cálculo da redação.

Como o preço é montado

O preço do seguro, chamado de prêmio, é uma aposta da seguradora sobre o risco. Para medir o movimento desse preço, a TEx, empresa da Serasa Experian, criou o Índice de Preços do Seguro de Automóvel, o IPSA. Ele não olha o valor em reais, e sim quanto o seguro representa do preço do carro: uma taxa de 4% num carro de R$ 50 mil dá R$ 2 mil por ano2. Na prática, três blocos de informação decidem essa taxa.

  • O motoristaQuem dirige e com que históricoIdade, sexo, estado civil e anos sem acionar o seguro, que viram a classe de bônus210.
  • O lugarOnde o carro passa a noiteO CEP de pernoite e o uso, de casa para o trabalho ou rodando o dia todo, medem a exposição a roubo e batida.
  • O carroQuanto vale e quanto custa consertarO valor de tabela, o preço das peças e o interesse dos ladrões pelo modelo3.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“O seguro de carro está cada vez mais caro.”

O que sustenta

Em reais, o dinheiro que passa pelo seguro de automóvel quase dobrou. Pelos dados da CNseg, a arrecadação do ramo foi de R$ 31,7 bilhões em 2016 para R$ 61,6 bilhões em 2025, alta nominal de 94%; as indenizações pagas foram de R$ 21,2 bilhões para R$ 35,5 bilhões1.

E carro caro tem seguro caro. Como o prêmio acompanha o valor do veículo, quem trocou de carro nos últimos anos sentiu a apólice subir junto. Em julho, a média das cotações mais baratas para os dez carros mais vendidos, num levantamento da Creditas Seguros em 11 capitais, ainda passava de R$ 2.900 por ano para homens3.

O que contesta

Em proporção do valor do carro, o seguro ficou mais barato. O IPSA caiu de 5,2% em agosto de 2025 para 4,4% em agosto de 2026, queda de 15,4% em um ano, e está perto do menor nível da série da TEx2.

No mesmo levantamento da Creditas, a média para homens recuou 23,8% de julho para agosto, para R$ 2.212,733. Um dos motivos possíveis é o risco menor: o Brasil registrou 308.440 roubos e furtos de veículos em 2025, com a taxa nacional 14,3% abaixo da de 2024, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública4.

O que os dados permitem dizerA conta do seguro subiu em reais porque os carros ficaram mais caros, mas a taxa cobrada sobre o valor do carro caiu no último ano. Para quem mantém o mesmo carro, a renovação de 2026 tende a vir igual ou mais barata; para quem trocou por um modelo mais caro, não.

Afirmação 2

“Motorista jovem paga mais porque bate mais.”

O que sustenta

A diferença por idade é a maior de todas no índice. Em agosto, quem tinha de 18 a 25 anos pagava, na mediana, 7,2% do valor do carro por ano; de 26 a 35 anos, 5,5%; e com 56 anos ou mais, 3,5%. O jovem paga, proporcionalmente, o dobro do motorista mais velho2.

As seguradoras justificam a diferença com a própria experiência: o preço reflete a frequência e o custo dos sinistros de cada grupo, e o motorista novo ainda não acumulou classe de bônus, o desconto que cresce a cada renovação sem acionar o seguro, até a classe 1010.

O que contesta

A média do grupo é cobrada de cada jovem, inclusive do que dirige com cuidado. E a distância vem diminuindo: entre agosto de 2025 e agosto de 2026, o índice de 18 a 25 anos caiu 1,5 ponto, de 8,7% para 7,2%, o menor nível em 13 meses2.

A tentação de colocar o carro do filho no nome dos pais para pagar menos tem custo. Pelo Código Civil, quem faz declarações inexatas ou omite circunstâncias que influenciam o preço pode perder o direito à indenização5. Informar o condutor principal errado é o caso típico.

O que os dados permitem dizerSer jovem é, de longe, o fator do perfil que mais encarece o seguro, e a diferença se mantém mesmo com a queda recente. Ela diminui com o tempo e com o bônus. Esconder quem dirige pode sair muito mais caro do que o desconto: a seguradora pode negar a indenização.

Afirmação 3

“Mulher paga menos seguro que homem.”

O que sustenta

No índice da TEx, sim. Em agosto, a mediana feminina foi de 4,2% do valor do carro, contra 4,5% da masculina. A diferença aparece em todos os estados civis: solteiras pagavam 5,0%, e solteiros, 5,4%; casadas, 3,8%, e casados, 4,2%2.

No levantamento da Creditas, com motoristas de 33 anos e casados, a média em agosto foi de R$ 2.118,10 para mulheres e R$ 2.212,73 para homens3.

O que contesta

A vantagem é pequena e está encolhendo. Em um ano, a distância entre os índices masculino e feminino caiu de 0,5 para 0,3 ponto percentual2. Em vários modelos, a diferença entre homens e mulheres na Creditas fica em poucas dezenas de reais por ano3.

E o critério é discutido. Na União Europeia, o Tribunal de Justiça decidiu em 2011, no caso Test-Achats, que usar o sexo para diferenciar o preço de seguros é discriminação; desde 21 de dezembro de 2012, os contratos novos têm de ter preço igual para homens e mulheres6. No Brasil, as seguradoras podem usar o sexo no cálculo.

O que os dados permitem dizerNo Brasil, as mulheres pagam um pouco menos, mas a diferença é de poucos décimos de ponto e vem caindo. Estado civil e, sobretudo, idade mexem muito mais no preço do que o sexo. A Europa mostra que é possível precificar sem esse critério.

Afirmação 4

“O CEP pesa mais do que o motorista.”

O que sustenta

Com o mesmo perfil, homem de 33 anos e casado, e os mesmos dez carros, a média das cotações em agosto foi de R$ 3.134,37 no Rio de Janeiro e de R$ 2.037,73 em Florianópolis, segundo a Creditas3. Só pela cidade, o seguro carioca saía 54% mais caro, pelo cálculo da redação.

Isso acontece porque o endereço onde o carro dorme resume riscos que o motorista não controla: roubo, furto, enchente e trânsito. É por isso que as seguradoras perguntam o CEP de pernoite, e não apenas o da residência.

O que contesta

Fora do Rio, as capitais pesquisadas ficaram muito próximas. Entre Florianópolis, São Paulo, Brasília, Salvador, Goiânia e Porto Alegre, a diferença da mais barata para a mais cara foi de apenas 6% para os homens3. Nesses lugares, o carro escolhido mexe mais no preço que a cidade.

E a idade do motorista, sozinha, dobra a taxa, como mostra o índice da TEx2. O levantamento da Creditas cobre apenas 11 capitais e um único perfil, então não diz como o preço muda entre bairros nem no interior.

O que os dados permitem dizerO endereço pode encarecer muito o seguro onde o risco de roubo é alto, como no Rio de Janeiro. Na maioria das capitais pesquisadas, porém, a cidade muda pouco o preço, e a idade e o carro pesam mais. Declarar o CEP de pernoite verdadeiro é obrigação: informar outro para pagar menos tem o mesmo risco de declarar o condutor errado.

Afirmação 5

“Carro elétrico tem seguro caro demais.”

O que sustenta

Entre os dez carros mais vendidos de agosto, os seguros mais caros foram justamente de eletrificados. Para homens, o híbrido BYD Song Plus teve média de R$ 3.600,84 por ano, o GWM Haval H6 de R$ 3.213,35 e o elétrico BYD Dolphin de R$ 2.669,13. O mais barato foi o Volkswagen Polo Track, com R$ 1.533,033.

A diferença entre o Song Plus e o Polo Track passou de 130%. Bateria, peças importadas e a rede de oficinas ainda pequena encarecem o conserto, e o seguro acompanha.

O que contesta

Parte da diferença é só o preço do carro: um SUV híbrido custa bem mais que um compacto, e o seguro, cobrado em proporção do valor, sobe junto. O Dolphin Mini, elétrico de entrada, teve média de R$ 2.261,47, mais perto dos populares que dos SUVs3.

E o preço muda depressa. De julho para agosto, a média do Dolphin caiu 21% para homens e a do Fiat Argo, um carro a combustão, caiu 37%3. O próprio levantamento reconhece que não comparou preço de peças, custo de reparo nem frequência de sinistros de cada modelo.

O que os dados permitem dizerOs eletrificados têm hoje os seguros mais caros entre os carros mais vendidos, e o custo de reparo ajuda a explicar. Mas o valor do próprio carro responde por boa parte da diferença, e os preços desse segmento oscilam muito de um mês para outro. Antes de comprar um elétrico, vale cotar o seguro junto com o carro.

Afirmação 6

“Proteção veicular é a mesma coisa que seguro, só que mais barata.”

O que sustenta

A proteção veicular das associações costuma ter mensalidade menor, porque funciona por rateio: os associados dividem entre si o custo dos sinistros, sem a margem de lucro de uma seguradora. Ela atende quem as seguradoras recusam ou cobram caro, como donos de carros mais velhos. A Susep estimava, em 2024, cerca de 3 mil associações, com 5 a 8 milhões de pessoas8.

E ela deixou de ser terra de ninguém. A Lei Complementar 213, de janeiro de 2025, criou a proteção patrimonial mutualista e a colocou sob a fiscalização da Susep9. As regras vieram com a Resolução 491 do Conselho Nacional de Seguros Privados, de maio de 2026. “O Brasil possui um déficit de proteção patrimonial”, disse Regis Dudena, presidente do conselho8.

O que contesta

A regularização ainda está no começo. Pela própria Susep, a associação cadastrada aparece como “em regularização”, o que não é o mesmo que regular: ela só fica regular depois de contratar uma administradora autorizada, e o prazo final para isso é 7 de maio de 2028. Associações que não se cadastraram até 15 de julho de 2025 não podem mais operar7.

No rateio, o valor pode mudar de um mês para outro, conforme os sinistros do grupo, e a garantia de pagamento depende da saúde financeira da associação. Com as novas exigências de governança e de gestão, a expectativa é que parte dessa diferença de preço diminua8.

O que os dados permitem dizerProteção veicular e seguro não são a mesma coisa, embora a nova lei os aproxime. A proteção pode custar menos, mas, até a regularização terminar, o associado tem menos garantias do que o segurado. Quem escolhe uma associação deve conferir a situação dela no site da Susep e ler o regulamento do rateio antes de assinar.

Como pagar menos sem ficar desprotegido

  1. Cote em várias seguradoras. No levantamento da Creditas, o preço do mesmo carro mudou mais de 30% de um mês para outro3. Compare sempre as mesmas coberturas e a mesma franquia.
  2. Diga a verdade no questionário. Condutor principal, CEP de pernoite e uso do carro mudam o preço, e uma resposta falsa pode custar a indenização5.
  3. Pense na franquia. Uma franquia maior baixa o preço do seguro, mas é você quem paga essa parte nos consertos menores.
  4. Cuide do bônus. Cada ano sem acionar o seguro aumenta a classe de bônus, até a 10. Renove no prazo e pergunte à seguradora como ela trata atrasos e trocas de carro10.
  5. Avalie o que pode ficar de fora. Carro reserva, vidros e assistência encarecem a apólice. Fique com o que você usaria de verdade.
  6. Confira quem vende. Seguradoras e associações podem ser consultadas no site da Susep7.

Seguro ou proteção veicular

As situações abaixo resumem o que os dados mostram. Valem como ponto de partida, e não substituem a leitura das condições de cada contrato.

O seguro tende a valer mais

  • Para carros novos ou financiados, em que uma perda total sem indenização seria um desastre.
  • Para quem quer garantia de pagamento e um órgão regulador com regras estáveis.
  • Para quem já tem classe de bônus alta e paga uma taxa menor.
  • Para quem precisa de cobertura contra terceiros com valores altos.

A proteção veicular pode fazer sentido

  • Para carros mais velhos, que as seguradoras recusam ou cobram caro.
  • Quando a associação já está cadastrada na Susep e mostra as contas do rateio.
  • Para quem aceita que a mensalidade varie com os sinistros do grupo.
  • Como alternativa a ficar sem nenhuma proteção.

Roteiro para a próxima cotação

  1. Separe os dados do carro. Modelo, ano, versão e o valor na tabela Fipe, que serve de base para a indenização.
  2. Defina o condutor principal. É quem mais dirige o carro, e não quem paga a conta.
  3. Informe o CEP de pernoite. O endereço onde o carro passa a noite, com garagem ou não.
  4. Escolha as coberturas antes de cotar. Assim as propostas ficam comparáveis.
  5. Peça pelo menos três cotações. Por corretor, comparador ou direto nas seguradoras.
  6. Compare franquia e assistências. O preço mais baixo pode vir com franquia mais alta.
  7. Leia as exclusões. É ali que ficam as situações em que a seguradora não paga.
  8. Anote o vencimento. Renovar no prazo preserva o bônus acumulado.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

O preço do seguro depende do valor do carro, de comparar propostas e de não perder o prazo da renovação. Três utilitários simples ajudam nessas tarefas.

  • Preço de referênciaZubenFipePara consultar o valor de tabela do carro, a base que o seguro usa para calcular o prêmio e a indenização.
  • ComparaçãoZubenNotesPara anotar as cotações, franquias e coberturas de cada seguradora numa lista e comparar sem confusão.
  • PrazosZubenRemindPara criar um lembrete antes do vencimento da apólice e renovar sem perder a classe de bônus.

ZubenNotes e ZubenRemind funcionam sem internet e guardam os dados apenas no aparelho. O ZubenFipe precisa de internet para consultar a tabela.

A pergunta que ficou

O seguro de carro está mais barato em relação ao valor dos carros do que há um ano, mas a conta continua pesada para muita gente, e sete em cada dez carros rodam sem nenhuma apólice. Idade e endereço explicam boa parte das diferenças entre motoristas; sexo e estado civil, uma parte menor. A proteção veicular vira uma alternativa mais vigiada, mas ainda em transição.

Nenhum desses fatores muda de uma hora para outra, mas a escolha das coberturas, da franquia e de quem vende, sim. Fica a pergunta: quando foi a última vez que você comparou o seu seguro com outras propostas, em vez de só renovar?

Aviso: este conteúdo é informativo e não é recomendação de contratação de nenhuma seguradora ou associação. Os valores citados vêm de índices e levantamentos com perfis e premissas definidos, e o preço de cada apólice depende das respostas ao questionário, das coberturas e da franquia escolhidas. Leia as condições gerais antes de contratar. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem, e os produtos anunciados não foram avaliados pela redação.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 20 de outubro de 2026.

  1. NIERO, J. Classe C lidera o seguro automóvel, mas 71% dos carros ainda não têm cobertura, com dados da Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg. InfoMoney, 29 jul. 2026. Disponível em: infomoney.com.br.
  2. TEx TECNOLOGIA (SERASA EXPERIAN). Relatório econômico: Índice de Preços do Seguro de Automóvel e Moto (IPSA e IPSM), agosto de 2026. Disponível em: textecnologia.com.br.
  3. MENDONÇA, L. Seguro auto até 24% mais barato no Brasil? Levantamento mostra reduções em 2026, com dados da Creditas Seguros. Carros e Garagem, 24 set. 2026. Disponível em: carrosegaragem.com.br.
  4. PORTAL DO TRÂNSITO. Brasil registra um veículo roubado ou furtado a cada dois minutos, aponta Anuário da Segurança Pública, sobre o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Jul. 2026. Disponível em: portaldotransito.com.br.
  5. BRASIL. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), art. 766. Disponível em: planalto.gov.br.
  6. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA UNIÃO EUROPEIA. Acórdão no processo C-236/09, Association belge des Consommateurs Test-Achats e outros, 1 mar. 2011. Disponível em: curia.europa.eu.
  7. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP). Associações de proteção patrimonial mutualista: cadastro, fases e prazos. Disponível em: gov.br/susep.
  8. INFOMONEY. Governo publica novas regras e avança na regularização da proteção veicular. 6 maio 2026. Disponível em: infomoney.com.br.
  9. BRASIL. Lei Complementar nº 213, de 15 de janeiro de 2025. Disponível em: planalto.gov.br.
  10. ALLIANZ SEGUROS. Regras de bônus do seguro automóvel. Disponível em: allianz.com.br.
  11. Imagem: jovem sorrindo num carro conversível, por Wendell Fernandes, via Unsplash, sob a Licença Unsplash.
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