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Etanol ou gasolina: a regra dos 70% ainda vale?

Com dois feriados prolongados em novembro, a dúvida na bomba volta. Desde agosto, a gasolina comum leva 32% de etanol, os testes do Inmetro mostram carros que fogem da média e há quem diga que o limite subiu para 78%. De onde vem a regra, quando ela falha e como fazer a conta para o seu carro, em seis afirmações confrontadas com o que as sustenta e com o que as contesta.

Redação Zuben · 19 de outubro de 2026 · Leitura de 10 minutos

Duas meninas sorriem e acenam com os braços para fora da janela traseira de um carro escuro, enquanto um homem, no banco da frente, as fotografa pela janela
Na viagem do feriado, a escolha na bomba pesa no orçamento da família. Imagem ilustrativa. Foto: Samsung Memory/Unsplash, recortada.

Quem tem carro flex já ouviu a conta de cabeça: divida o preço do etanol pelo da gasolina; se der até 70%, abasteça com etanol. Em novembro, ela vai ser feita muitas vezes. Finados cai numa segunda-feira, dia 2, e o Dia da Consciência Negra numa sexta, dia 20, o que dá dois fins de semana longos e muita estrada pela frente.

A regra continua de pé, mas o terreno em volta dela mudou. Desde 1º de agosto, a gasolina vendida nos postos tem 32% de etanol anidro na mistura, contra 27% até 202556. Engenheiros dizem que isso empurrou o limite para 75% ou até 78%79. A tabela oficial do Inmetro, com 284 versões flex medidas em laboratório, mostra que a média dos carros ainda bate quase exatamente nos 70%4.

Como nas outras reportagens da série, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre etanol e gasolina e mostra, para cada uma, o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.

63%é quanto o etanol custava em relação à gasolina na média do país, na semana de 4 a 10 de outubro
10 + DFestados em que o etanol compensava pela regra dos 70%, com o Distrito Federal
65 a 73%é a faixa, arredondada, em que fica o ponto de equilíbrio das 284 versões flex testadas pelo Inmetro em 2026
32%de etanol anidro vão hoje em cada litro de gasolina comum, desde 1º de agosto de 2026

Fontes: ANP, Síntese Semanal de Preços nº 41/2026; Inmetro, Tabela PBE Veicular 2026, com cálculo da redação; Ministério de Minas e Energia.

De onde vem a regra

O etanol tem menos energia por litro que a gasolina: são cerca de 22 megajoules contra 32, segundo os valores citados em reportagem do UOL7. Por isso o carro anda menos com um tanque de etanol. Quando os motores flex se popularizaram, essa diferença, já descontado o etanol que a gasolina brasileira sempre levou, ficava perto de 30%: o etanol rendia cerca de 70% da gasolina. Daí a conta. Se ele custar menos que isso, cada quilômetro sai mais barato.

Na prática, três números decidem se a regra serve para você.

  • O preçoQuanto custa cada litro no postoMuda de semana a semana e de estado para estado. A média nacional é publicada toda semana pela ANP1.
  • O carroQuanto ele roda com cada combustívelDepende do motor, da calibração e do câmbio. A etiqueta do Inmetro traz os dois consumos, medidos em laboratório4.
  • A gasolinaQuanto etanol ela já temQuanto mais etanol na mistura, menos energia a gasolina entrega por litro. Hoje são 32%5.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“A regra dos 70% vale para qualquer carro flex.”

O que sustenta

Na média, ela acerta em cheio. A redação calculou, para cada uma das 284 versões flex da tabela do Inmetro de 2026, quanto o consumo com etanol representa do consumo com gasolina. A média e a mediana deram exatamente 70%4.

E a maioria fica perto disso: 220 versões, três em cada quatro, estão entre 69% e 71%. Entre os carros mais vendidos, o Polo 1.0 aspirado fica em 69,4%, o Onix 1.0 manual em 69,9%, a Strada 1.3 em 69,3% e o Argo 1.0 em 70%4.

O que contesta

As pontas existem. O SUV Tiggo 7 Sport, da Caoa Chery, rende com etanol só 65,5% do que rende com gasolina; o Citroën C3 XTR chega a 72,6%. Para o primeiro, abastecer com etanol a 68% do preço da gasolina já é prejuízo; para o segundo, ainda é economia4.

E o laboratório não é a rua. Um levantamento de 2013 com dados do próprio programa do Inmetro encontrou 73 de 92 carros flex em que o etanol rendia menos de 70% no trânsito urbano11. Estilo de direção, trânsito e manutenção mudam o resultado de cada motorista.

O que os dados permitem dizerComo regra de bolso, os 70% funcionam para a maioria dos carros, e o erro raramente passa de dois pontos. Para quem tem um modelo que foge da média, ou dirige de um jeito muito diferente do teste, a conta feita com o consumo do próprio carro é mais confiável que a regra.

Afirmação 2

“Com a gasolina E32, o etanol passou a compensar até 78% do preço.”

O que sustenta

A física está do lado do argumento. Cada ponto a mais de etanol anidro na mistura tira um pouco de energia da gasolina. “Nesse sentido, a gasolina piorou”, resumiu Gerson Borini, engenheiro com mais de 30 anos na indústria automotiva, em entrevista ao UOL. Pelas contas dele, o etanol pode continuar interessante até cerca de 78% do preço da gasolina7.

Borini lembra ainda que os testes oficiais de consumo usam uma gasolina de referência com 22% de etanol, que “não existe mais nas bombas brasileiras”8. Ou seja: a etiqueta mede o carro com uma gasolina mais forte que a do posto.

O que contesta

O salto de 27% para 32% de etanol foi feito em duas etapas, e cada uma mexeu pouco no consumo. O estudo do Instituto Mauá de Tecnologia para o Ministério de Minas e Energia, com 16 carros e 13 motos, não encontrou impacto relevante no consumo ao passar para 30%10. Para a etapa seguinte, de 30% para 32%, especialistas ouvidos pelo jornal O Tempo estimaram uma perda de autonomia de 1% a 1,5%9.

Os mesmos especialistas situaram o novo limite entre 73% e 75%, e não em 78%9. E o motor flex não aproveita toda a energia do mesmo jeito com os dois combustíveis: é por isso que a tabela do Inmetro, mesmo com gasolina de 22%, já dá 70% na média, e não os 75% que a conta de energia pura sugere48.

O que os dados permitem dizerA gasolina de hoje rende um pouco menos, e isso favorece o etanol: o ponto de equilíbrio do carro médio provavelmente subiu de 70% para algo entre 72% e 73%. Os 78% são um teto teórico, que poucos motores alcançam. Na dúvida, abastecer com etanol até 70% continua sendo uma escolha segura; entre 70% e 73%, vale conferir o consumo do próprio carro.

Afirmação 3

“Na estrada, a gasolina sempre leva vantagem.”

O que sustenta

A ideia tem base antiga. No levantamento de 2013 sobre os carros flex, a desvantagem do etanol aparecia ainda maior na estrada que na cidade11. E há modelos atuais em que isso continua valendo: no HB20 1.0 aspirado, o etanol rende 74,4% da gasolina na cidade, mas só 69,5% na estrada; na Strada 1.3 de cabine simples, 70% contra 68,7%4.

O que contesta

Na tabela de 2026, o padrão se inverteu na maior parte dos carros. Em 176 das 284 versões flex, o etanol rende proporcionalmente mais na estrada que na cidade, segundo o cálculo da redação. Na média, a relação é de 69,9% na cidade e 70,3% na estrada, praticamente a mesma4.

O Argo 1.0, por exemplo, faz 69,1% na cidade e 71,7% na estrada. Para ele, a viagem do feriado é justamente onde o etanol mais compensa4.

O que os dados permitem dizerNão existe regra geral para a estrada. Em quase dois terços dos carros atuais, o etanol se sai um pouco melhor na rodovia que na cidade, mas a diferença costuma ser de um ou dois pontos. Antes de uma viagem longa, vale olhar os números de estrada do seu modelo na etiqueta do Inmetro.

Afirmação 4

“Hoje o etanol é a escolha mais barata no Brasil inteiro.”

O que sustenta

Na média do país, a vantagem é clara. Na semana de 4 a 10 de outubro, o litro do etanol hidratado custava R$ 4,14 e o da gasolina, R$ 6,54, segundo a ANP1. A relação ficou em 63,3%, bem abaixo dos 70%, e o etanol compensava em dez estados e no Distrito Federal2.

Em São Paulo, o maior mercado do país, o etanol custava 60,7% da gasolina; em Mato Grosso, 61%; em Mato Grosso do Sul, 62,1%2.

O que contesta

Nos outros 16 estados, a regra manda abastecer com gasolina. No Rio Grande do Norte, o etanol custava 76,2% da gasolina; em Sergipe, 75,8%; no Maranhão, 74,6%, pelas médias estaduais da ANP na mesma semana3. Longe das usinas do Centro-Sul, o frete encarece o etanol.

E o preço anda. Em cinco semanas, o etanol subiu R$ 0,18 por litro na média nacional12. Entre safras, a vantagem costuma diminuir.

O que os dados permitem dizerO etanol é hoje a escolha mais barata no Centro-Sul e em boa parte do Centro-Oeste, mas não no país inteiro. No Nordeste e no Norte, quase sempre a gasolina sai na frente. A média nacional diz pouco para quem abastece: o que vale é o preço da bomba onde você está, e ele muda toda semana.

Afirmação 5

“O etanol é o combustível que menos polui.”

O que sustenta

No ciclo de vida, que vai da lavoura ao escapamento, o etanol de cana emite muito menos gás de efeito estufa. Os valores oficiais fixados pelo Conselho Nacional de Política Energética para o programa Mover dão 22,73 gramas de CO2 equivalente por megajoule para o etanol hidratado e 73,78 para a gasolina C, já com o etanol da mistura13. É uma redução de cerca de 70% por unidade de energia.

A própria mistura de 32% também é defendida por esse motivo: a linha de estudos que embasou o aumento do teor associa o E30 a uma redução de pelo menos 1,7 milhão de toneladas de gases por ano10.

O que contesta

A conta depende de onde a cana é plantada. Pesquisadores do antigo Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol já apontavam a mudança no uso da terra como a principal dificuldade para fechar o balanço de emissões14. Um estudo da UFSCar concluiu que converter pastagens em canaviais e intensificar a pecuária para compensar a área perdida aumenta as emissões de gás carbônico, metano e óxido nitroso15.

Os próprios números variam conforme a usina, o fornecedor da cana e o ano de referência, e o etanol vindo de áreas recém-convertidas pode ter um saldo bem pior que a média oficial15.

O que os dados permitem dizerPelos números oficiais, o etanol de cana tem uma pegada de carbono bem menor que a da gasolina, mesmo com o maior consumo por quilômetro. A vantagem depende de a cana não avançar sobre áreas que guardam carbono, e esse ponto ainda é discutido entre pesquisadores. Para o clima, ele é a melhor opção líquida disponível no posto; não é emissão zero.

Afirmação 6

“Abastecer sempre com etanol estraga o motor e dá problema no frio.”

O que sustenta

O etanol é mais difícil de vaporizar em dias frios, e por isso o carro flex pode demorar a pegar nas manhãs de inverno, sobretudo no Sul e nas serras17. Carros mais antigos, motos e importados sem adaptação também merecem atenção: com mais etanol, borrachas, mangueiras e vedações podem se desgastar mais rápido16.

O que contesta

Os motores flex foram projetados para rodar com qualquer proporção dos dois combustíveis, e os carros modernos não devem ter problemas, mesmo com a gasolina E3216. Nos testes do Instituto Mauá para o E30, com 16 carros e 13 motos, não houve impacto negativo relevante em desempenho, dirigibilidade ou consumo10.

Na partida a frio, a falha costuma vir da falta de manutenção do sistema de partida, e não do etanol em si. A orientação dos fabricantes de velas é não insistir na chave, para não encharcar as velas, e rodar de 10 a 15 quilômetros depois de trocar de combustível, para o motor reconhecer a mistura17.

O que os dados permitem dizerPara carro flex em bom estado, o etanol não é inimigo do motor. O cuidado real é com a partida em dias frios e com veículos que não foram feitos para ele. Quem mora em região fria pode alternar ou misturar os combustíveis no inverno sem prejuízo.

Como fazer a conta para o seu carro

  1. A regra rápida. Divida o preço do litro do etanol pelo da gasolina. Com R$ 4,14 e R$ 6,54, a média de outubro, dá 0,63, ou 63%1.
  2. O limite do seu carro. Divida o consumo com etanol pelo consumo com gasolina, em km/l. No Polo 1.0 MPI, 10,0 dividido por 14,4 dá 69,4%4. Se o etanol custar menos que isso em relação à gasolina, ele compensa.
  3. O preço máximo. Multiplique esse limite pelo preço da gasolina. Para o Polo, com gasolina a R$ 6,54, o etanol vale a pena até cerca de R$ 4,54.
  4. O custo por quilômetro. Divida o preço do litro pelo consumo. No mesmo Polo, o etanol sai a R$ 0,41 por km e a gasolina a R$ 0,45. Numa viagem de 500 km, são cerca de R$ 20 de diferença.
  5. O consumo de verdade. Os números do Inmetro são de laboratório. Para a conta mais precisa, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quantos litros entram no abastecimento seguinte. Faça isso com cada combustível.

Quando cada um vale mais

As situações abaixo resumem o que os dados mostram. Elas valem para carros flex em bom estado de manutenção.

O etanol tende a valer mais

  • Quando custa até 70% do preço da gasolina, para praticamente qualquer carro.
  • Entre 70% e 73%, se o seu carro rende acima da média com etanol.
  • No Centro-Sul e no Centro-Oeste, perto das usinas.
  • Em carros cuja etiqueta mostra relação melhor na estrada, para a viagem do feriado.
  • Para quem quer reduzir a pegada de carbono do próprio carro.

A gasolina tende a valer mais

  • Quando o etanol passa de 73% do preço da gasolina.
  • Em modelos que rendem bem menos com etanol, abaixo de 68%.
  • Na maior parte do Norte e do Nordeste, onde o etanol chega caro.
  • Em motos e carros antigos que não são flex.
  • Em viagens a regiões onde não se sabe se haverá etanol barato no caminho.

Roteiro para a viagem do feriado

  1. Olhe a etiqueta. Procure o seu modelo na tabela do Inmetro e anote o consumo com cada combustível, na cidade e na estrada4.
  2. Calcule o seu limite. Consumo com etanol dividido pelo consumo com gasolina. Guarde esse número no celular.
  3. Pesquise o preço do destino. A ANP publica as médias por estado e por cidade toda semana1.
  4. Calibre os pneus antes de sair. Pneu com pressão abaixo da indicada pelo fabricante aumenta o consumo com qualquer combustível.
  5. Abasteça onde é mais barato. Se o etanol compensa na sua cidade e não no destino, encha o tanque antes de sair.
  6. Misturar não é problema. No carro flex, completar o tanque com o outro combustível não prejudica o motor; a conta passa a ser proporcional.
  7. Anote os abastecimentos. Litros, quilômetros e preço de cada parada mostram o consumo real do carro na estrada.
  8. Refaça a conta depois. Com o consumo real em mãos, o seu limite deixa de ser estimativa.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

A conta entre etanol e gasolina depende de três números que mudam: o preço na bomba, o consumo do carro e o valor do próprio veículo. Três utilitários simples ajudam a manter tudo à mão.

  • ContasZubenCalcPara dividir o preço do etanol pelo da gasolina na fila da bomba e calcular o custo por quilômetro de cada um.
  • AnotaçõesZubenNotesPara anotar litros, quilômetros e preço de cada abastecimento e descobrir o consumo real do seu carro.
  • Preço de referênciaZubenFipePara consultar o valor de tabela do carro e colocar na conta o que ele custa para rodar e o que ele vale.

ZubenCalc e ZubenNotes funcionam sem internet e guardam os dados apenas no aparelho. O ZubenFipe precisa de internet para consultar a tabela.

A pergunta que ficou

A regra dos 70% nasceu como um atalho, e continua sendo um bom atalho: na média dos carros testados pelo Inmetro, ela acerta na casa decimal. O que mudou foi o entorno. A gasolina tem mais etanol, o que puxa o ponto de equilíbrio um pouco para cima, os carros fogem da média em até cinco pontos e o preço do etanol varia mais de 15 pontos entre um estado e outro.

Para quem vai pegar a estrada em novembro, a recomendação que todas as fontes compartilham é a mesma: fazer a conta com o próprio carro e com o preço do posto. Fica a pergunta: você sabe quantos quilômetros o seu carro faz com cada litro, ou ainda escolhe o combustível pelo hábito?

Aviso: este conteúdo é informativo. Preços de combustíveis variam por posto e por semana, e os consumos do Inmetro são medidos em laboratório, em condições padronizadas; o consumo de cada carro depende do estado de conservação, do uso e da forma de dirigir. Siga sempre o manual do fabricante do veículo. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem, e os produtos anunciados não foram avaliados pela redação.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 19 de outubro de 2026.

  1. AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS (ANP). Síntese semanal de preços dos combustíveis, edição 41/2026, semana de 04/10/2026 a 10/10/2026. Disponível em: gov.br/anp.
  2. DIÁRIO DO GRANDE ABC. ANP: etanol é mais competitivo do que a gasolina em 10 Estados e no DF. 9 out. 2026, com informações da Agência Estado. Disponível em: dgabc.com.br.
  3. CALCULA TOTAL. Preço do etanol no Brasil e Preço da gasolina no Brasil: média da ANP por estado, semana de 04/10/2026 a 10/10/2026. Disponível em: calculatotal.com.
  4. INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA (INMETRO). Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular: tabela de consumo e eficiência energética 2026, atualização de 14 ago. 2026. Disponível em: gov.br/inmetro.
  5. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA. CNPE aprova elevação do teor de etanol anidro na gasolina para 32%. Jul. 2026. Disponível em: gov.br/mme.
  6. FORBES AGRO. CNPE aprova aumento temporário da mistura de etanol na gasolina para 32%. Jul. 2026. Disponível em: forbes.com.br.
  7. GAMA, P. Nova gasolina: por que abastecer com etanol passou a valer mais a pena. UOL, 12 ago. 2026, reproduzido pela Fecombustíveis. Disponível em: fecombustiveis.org.br.
  8. BORINI, G. Gasolina brasileira: a regra dos 70% morreu. Autoentusiastas, 21 mar. 2026. Disponível em: autoentusiastas.com.br.
  9. MINASPETRO. Gasolina E32: aprenda a calcular se o etanol vale mais a pena. 4 ago. 2026, com especialistas ouvidos pelo O Tempo. Disponível em: minaspetro.com.br.
  10. NOVACANA. MME divulga estudo técnico sobre a viabilidade da mistura de 30% de anidro na gasolina, sobre o estudo do Instituto Mauá de Tecnologia. Mar. 2025. Disponível em: novacana.com.
  11. NOVACANA. Em carro flex, etanol rende menos que o previsto, com dados da Gazeta do Povo sobre o Programa Brasileiro de Etiquetagem. Abr. 2013. Disponível em: novacana.com.
  12. CLICK PETRÓLEO E GÁS. Etanol sobe R$ 0,18 em cinco semanas e só compensa no lugar da gasolina em 10 estados e no DF pela regra dos 70%. Out. 2026. Disponível em: clickpetroleoegas.com.br.
  13. NOVACANA. CNPE determina intensidade de carbono de fontes de energia para o programa Mover. 17 out. 2025. Disponível em: novacana.com.
  14. AGÊNCIA FAPESP. Base sólida, sobre o programa de sustentabilidade do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE). Disponível em: agencia.fapesp.br.
  15. ECYCLE. Cultivo de cana em área de pasto degradada aumenta emissões, sobre estudo da UFSCar no Journal of Environmental Management. Disponível em: ecycle.com.br.
  16. MORAES, J. O que muda para o motorista com mais etanol na gasolina? CNN Brasil, 15 jul. 2026. Disponível em: cnnbrasil.com.br.
  17. JOVEM PAN. Por que o carro flex falha no frio e o segredo para o motor pegar de primeira, com orientações da NGK. Disponível em: jovempan.com.br.
  18. Imagem: família em viagem de carro, por Samsung Memory, via Unsplash, sob a Licença Unsplash.
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