Saúde · Vacinação
Vacinas de adulto: quais você deveria ter tomado e provavelmente não tomou
Hoje é o Dia Nacional da Vacinação, e a caderneta do adulto continua sendo a mais esquecida da casa. A cobertura da vacina da gripe entre os idosos caiu de 70,9% em 2021 para 48,7% em 2024, e menos de quatro em cada dez doses de covid enviadas aos municípios em 2025 foram aplicadas. O que o SUS oferece a quem tem mais de 25 anos, o que fica de fora, e seis afirmações que se ouvem sobre vacina de adulto, cada uma confrontada com o que a sustenta e com o que a contesta.
Redação Zuben · 17 de outubro de 2026 · Leitura de 11 minutos
Quase todo mundo sabe se o filho está com as vacinas em dia. Bem menos gente sabe responder a mesma pergunta sobre si. Quando foi o último reforço contra o tétano? Foram três doses da hepatite B ou só uma? A tríplice viral da infância conta? Para a maioria dos adultos, a caderneta ficou numa gaveta da casa dos pais, ou se perdeu.
O calendário existe e é gratuito. O Calendário Nacional de Vacinação de 2026 tem uma tabela própria para adultos de 25 a 59 anos e outra para quem tem 60 ou mais12, e em setembro o SUS passou a oferecer uma vacina pneumocócica nova a quem tem 85 anos ou mais3. O problema é a procura. Os sinais de queda estão nas vacinas que dependem do adulto ir até o posto.
Como nas outras reportagens da série, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre vacina de adulto e mostra para cada uma o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.
Fontes: Luchesi, Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2025, com dados do SI-PNI; Agência Brasil, com dados do Ministério da Saúde; Ministério da Saúde, citado pelo jornal O Hoje; relatório da Conitec, citado pelo Conselho Federal de Farmácia.
O que o SUS oferece ao adulto
O calendário do adulto é curto, e quase todo ele vale “conforme histórico vacinal”: a sala de vacina confere o que já foi tomado e completa o que falta1. Quem não tem comprovante costuma ser tratado como não vacinado. A lista muda com a idade e com a situação de cada um.
- 25 a 59 anosA base de todo adultoHepatite B (3 doses), dupla adulto contra difteria e tétano (3 doses e reforço a cada 10 anos), febre amarela (1 dose) e tríplice viral contra sarampo, caxumba e rubéola (2 doses até 29 anos, 1 dose de 30 a 59)1.
- 60 anos ou maisEntram gripe e covidAlém da base, uma dose anual da vacina da gripe e uma dose de covid a cada seis meses. Desde setembro, quem tem 85 anos ou mais recebe a pneumocócica 20-valente sem receita23.
- Situações especiaisProfissão, gravidez e doençasProfissionais de saúde recebem dTpa e varicela, povos indígenas têm vacinas a mais, e pessoas com doenças que reduzem a imunidade são atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, os CRIE1.
Seis afirmações postas à prova
Afirmação 1
“Vacina é coisa de criança. Quem tomou tudo na infância está protegido.”
O que sustenta
Parte da proteção da infância dura a vida toda. Para a tríplice viral, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) afirma que, em adultos com as duas doses, não há evidência que justifique uma terceira como rotina10. Quem tomou a febre amarela a partir dos 5 anos tem dose única pelo critério do Ministério da Saúde10.
E boa parte dos brasileiros fez a lição de casa quando criança: num levantamento online com 139 adultos, 90,6% disseram ter completado o esquema da infância12.
O que contesta
Não é o caso do tétano. A proteção da dupla adulto cai com o tempo, e o reforço é a cada dez anos, ou cinco depois de um ferimento de risco17. O Brasil registrou 192 casos de tétano acidental em 2022, 222 em 2023 e 128 em 2024, com letalidade acima de 26% em todos os anos; a maioria das mortes é de idosos e trabalhadores rurais7.
Há também as vacinas que não existiam quando os adultos de hoje eram crianças, como a da hepatite B, que só chegou à rotina infantil nos anos 1990. No mesmo levantamento, só 43,9% mantinham as vacinas atualizadas na vida adulta12.
Uma doença evitável que ainda mata um em cada quatro
Casos de tétano acidental confirmados no Brasil, por ano
Fonte: Ministério da Saúde, citado pelo jornal O Hoje em junho de 2025. A letalidade ficou acima de 26% nos três anos; em países desenvolvidos, fica entre 10% e 17%, segundo a mesma reportagem. Os dados de 2024 são provisórios.
O que os dados permitem dizerA frase vale para algumas vacinas e falha em outras. Duas doses de tríplice viral na infância bastam; o tétano pede reforço a cada dez anos, e quem nasceu antes da vacina da hepatite B entrar na rotina pode nunca ter tomado nenhuma dose. O levantamento online citado é pequeno e não representa o país, mas aponta na mesma direção dos dados oficiais.
Afirmação 2
“A vacina da gripe não funciona: tomei e peguei gripe do mesmo jeito.”
O que sustenta
A proteção varia de um ano para o outro. A vacina é refeita todo ano com as cepas que a Organização Mundial da Saúde prevê para a temporada, e a efetividade depende da combinação entre essas cepas e as que de fato circulam, como reconhece a própria SBIm10.
Além disso, muitas infecções respiratórias do inverno não são gripe, e a vacina não protege contra elas. Para quem toma a dose e fica resfriado semanas depois, a impressão de que ela “não pegou” é compreensível.
O que contesta
A vacina é feita de vírus inativado e não causa gripe. O objetivo principal, sobretudo para idosos, é evitar a forma grave, a internação e a morte, e não toda e qualquer infecção. Por isso o Ministério da Saúde a mantém no calendário de quem tem 60 anos ou mais, com uma dose a cada temporada2.
A adesão caiu justamente nesse grupo. A cobertura dos idosos, que bateu a meta de 90% de 2016 a 2019, foi de 70,9% em 2021 a 48,7% em 20244. Os motivos mais citados em pesquisa foram medo de reação, a crença de que se pega pouca gripe e não saber que a vacina era necessária4.
Menos da metade dos idosos se vacinou contra a gripe em 2024
Cobertura da vacina da gripe entre pessoas com 60 anos ou mais, em %; a meta é 90%
Fonte: Luchesi, Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2025, com dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI). A autora lembra que coberturas acima de 100% em 2020 resultaram de uma estimativa de população desatualizada.
O que os dados permitem dizerA vacina da gripe tem eficácia moderada e variável, e ninguém sério promete que ela evite todo resfriado. Mas ela não causa gripe, e o argumento a favor dela nos idosos é reduzir os casos graves, não os leves. A queda da cobertura é real e foi grande em pouco tempo; os números de 2025 e 2026 ainda não foram consolidados em fonte nacional.
Afirmação 3
“A covid virou uma gripe comum. Reforço é exagero.”
O que sustenta
A emergência acabou. Depois de cinco anos de vacinação e de infecções em massa, a maior parte da população tem algum grau de imunidade, e o número de casos graves é muito menor que o de 2020 a 20226.
Por isso a vacina deixou de ser oferecida a todos como campanha. Desde 2024, ela é de rotina para crianças pequenas, gestantes e idosos, e quem tem de 5 a 59 anos sem condição de risco não está no grupo prioritário.
O que contesta
A doença continua mandando gente para o hospital. Em 2025, pelo menos 10.410 pessoas tiveram síndrome respiratória aguda grave por covid e cerca de 1,7 mil morreram, segundo o Infogripe, da Fiocruz6.
Para quem tem 60 anos ou mais, o calendário prevê uma dose a cada seis meses2. A procura ficou longe disso: das 21,9 milhões de doses distribuídas aos estados e municípios em 2025, só 8 milhões foram aplicadas6. “A covid não foi embora”, resumiu Leonardo Bastos, coordenador do Infogripe6.
Seis em cada dez doses ficaram na geladeira
Doses de vacina contra a covid em 2025, em milhões
Fonte: Agência Brasil, reportagem de janeiro de 2026, com dados do Ministério da Saúde. O ministério informou que o painel público subestima a cobertura dos idosos, por isso não há percentual confiável por faixa etária.
O que os dados permitem dizerPara um adulto jovem e saudável, a covid hoje costuma ser leve, e o próprio SUS não o inclui na rotina. Para quem tem 60 anos ou mais, a recomendação oficial é uma dose a cada seis meses, porque é nesse grupo que se concentram as formas graves. Chamar o reforço do idoso de exagero contraria o calendário e os números do Infogripe.
Afirmação 4
“O SUS dá todas as vacinas que um adulto precisa.”
O que sustenta
O Programa Nacional de Imunizações é um dos maiores programas públicos de vacinação do mundo, e cobre de graça as doenças de maior impacto no adulto: hepatite B, difteria, tétano, febre amarela, sarampo, caxumba e rubéola, além de gripe e covid para os idosos12.
E o calendário cresce. Em 2026, a pneumocócica 20-valente entrou para crianças em junho e para quem tem 85 anos ou mais em setembro, com meta de vacinar 90% dos cerca de 2,3 milhões de brasileiros nessa idade3.
O que contesta
O calendário da SBIm para adultos inclui vacinas que o SUS não oferece na rotina: herpes-zóster e pneumocócica a partir dos 50 anos, gripe anual para todos os adultos, hepatite A, HPV para quem não foi vacinado e reforço com a tríplice bacteriana acelular, a dTpa, que também protege contra a coqueluche10. Para os idosos, a SBIm acrescenta a vacina contra o vírus sincicial respiratório, de rotina a partir dos 70 anos5.
A do herpes-zóster é o caso mais discutido. Em janeiro de 2026, o Ministério da Saúde decidiu não incorporá-la, após a Conitec concluir que ela não seria custo-efetiva: vacinar idosos com 80 anos ou mais e imunossuprimidos custaria R$ 5,2 bilhões em cinco anos8. De 2008 a 2024, o SUS registrou 30.801 internações pela doença8. Na rede privada, as duas doses foram lançadas a R$ 1.6869.
O que os dados permitem dizerO SUS cobre o essencial, e cobre bem, mas não tudo o que as sociedades médicas recomendam. A diferença não é descuido: é uma escolha de custo e benefício, feita pela Conitec, que pode ser revista se o preço cair. Para o adulto, a consequência prática é que algumas vacinas, como a do zóster, dependem de conversa com o médico e de dinheiro do próprio bolso.
Afirmação 5
“Sarampo é coisa do passado. Não preciso conferir a tríplice viral.”
O que sustenta
O Brasil foi recertificado como livre da circulação endêmica do sarampo em novembro de 2024, e os casos de 2026 começaram com viajantes que trouxeram o vírus de fora11.
Os números do país são pequenos perto dos vizinhos: até a semana epidemiológica 31, foram 24 casos confirmados, 23 em São Paulo e 1 no Rio de Janeiro11.
O que contesta
O vírus está circulando forte nas Américas. Entre janeiro e julho de 2026, a região registrou 49.213 casos e 48 mortes, cerca de cinco vezes mais que no mesmo período de 2025, e a Organização Pan-Americana da Saúde alertou em agosto que é o maior número em 22 anos11.
Em São Paulo, 21 dos 23 casos vieram de junho a agosto, com duas linhagens diferentes do vírus, sinal de mais de uma introdução, e a secretaria estadual aponta a persistência de grupos com esquema incompleto11. Sarampo é uma das doenças mais contagiosas que existem.
O que os dados permitem dizerO Brasil ainda não tem transmissão sustentada, mas o risco de importação é o maior em duas décadas. Para o adulto, a conta é simples: até 29 anos, duas doses de tríplice viral; de 30 a 59, uma1. Quem não sabe se tomou pode se vacinar no posto, e quem viaja ao exterior deve conferir antes de embarcar.
Afirmação 6
“Já tive a doença. Não preciso de vacina.”
O que sustenta
Para algumas doenças, a infecção deixa imunidade duradoura. Quem já teve catapora não precisa da vacina de varicela, que a SBIm indica apenas para quem é suscetível10, e o calendário do SUS a oferece aos profissionais de saúde e aos povos indígenas “sem história da doença”1.
O mesmo raciocínio vale para quem teve sarampo confirmado, o que explica por que muitos adultos mais velhos, que pegaram a doença na infância, não se preocupam com a tríplice viral.
O que contesta
Em outras doenças, ter tido não protege. A SBIm recomenda a vacina do herpes-zóster mesmo para quem já teve o problema, seis meses depois do quadro, e a dTpa mesmo para quem teve coqueluche, porque “a proteção conferida pela infecção não é permanente”10.
O tétano é o exemplo extremo: a toxina age em quantidade tão pequena que a doença não deixa imunidade, e quem sobrevive precisa se vacinar do mesmo jeito. E a lembrança de “ter tido” nem sempre é confiável, porque várias doenças com manchas na pele se parecem.
O que os dados permitem dizerDepende da doença. Catapora e sarampo confirmados deixam proteção; zóster, coqueluche e tétano, não. Na dúvida, a orientação do calendário é vacinar: as vacinas do adulto podem ser aplicadas em quem já teve contato com a doença, e o profissional da sala de vacina avalia cada caso.
Como pôr a caderneta em dia
- Procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima com documento com foto e cartão do SUS. Leve a caderneta antiga, se encontrar.
- Sem comprovante, a sala de vacina avalia a sua idade e situação e indica o que tomar. Em geral, quem não tem registro recomeça ou completa o esquema, sem prejuízo à saúde.
- As vacinas aplicadas nos últimos anos costumam aparecer no aplicativo Meu SUS Digital, do Ministério da Saúde. Vale conferir antes de ir ao posto.
- Se você tem doença que reduz a imunidade, faz tratamento de câncer, é transplantado ou tem outra condição especial, peça ao médico o encaminhamento para o CRIE, que tem vacinas a mais.
- Depois da vacina, dor e inchaço no braço e febre baixa são comuns e passam em um ou dois dias. Reação forte ou que não passa deve ser comunicada à unidade de saúde.
O que funciona e o que não funciona
As medidas abaixo reúnem as orientações dos calendários do Ministério da Saúde e da SBIm. Nenhuma substitui a avaliação na sala de vacina; juntas, evitam as falhas mais comuns.
Funciona
- Guardar a caderneta ou uma foto dela no celular, e conferir a cada aniversário.
- Anotar a data do último reforço contra o tétano e marcar o próximo para dez anos depois.
- Tomar a vacina da gripe todo ano, a partir dos 60 anos ou se estiver num grupo de risco.
- Para quem tem 60 anos ou mais, manter a dose de covid a cada seis meses.
- Conferir a tríplice viral e a febre amarela antes de viajar.
- Conversar com o médico sobre as vacinas recomendadas que o SUS não oferece.
Não funciona ou piora
- Achar que as vacinas da infância valem para sempre.
- Deixar de tomar a vacina da gripe porque “pega gripe do mesmo jeito”.
- Esperar um corte ou um prego enferrujado para lembrar do tétano.
- Adiar a vacina por medo de uma reação que costuma ser leve.
- Confiar só na memória sobre doenças que teve na infância.
- Pular a dose porque perdeu a caderneta: dá para recomeçar.
Roteiro para atualizar as vacinas
- Ache o histórico. Procure a caderneta antiga e confira o que aparece no Meu SUS Digital.
- Comece pelo tétano. Se o último reforço da dupla adulto foi há mais de dez anos, ou você não lembra, ele é o primeiro da lista1.
- Confira a hepatite B. São três doses. Quem tomou uma ou duas completa o esquema, sem recomeçar.
- Veja a tríplice viral. Duas doses até 29 anos e uma de 30 a 59, com atenção redobrada neste ano de sarampo nas Américas11.
- Febre amarela, uma vez. Uma dose aplicada a partir dos 5 anos vale para a vida toda pelo critério do Ministério da Saúde10.
- Depois dos 60, entram gripe e covid. Uma dose de gripe por temporada e uma de covid a cada seis meses2. Com 85 anos ou mais, peça também a pneumocócica 20-valente3.
- Pergunte pelas outras. Herpes-zóster, hepatite A, HPV e dTpa são recomendadas pela SBIm e, em geral, ficam na rede privada10.
- Marque a próxima. Saia do posto com a data do próximo reforço anotada.
Onde os aplicativos Zuben podem ajudar
Vacina de adulto se perde por esquecimento: o reforço de dez anos, a segunda dose, a caderneta que sumiu. Três utilitários simples ajudam a não perder o fio.
- LembretesZubenRemindPara marcar a segunda e a terceira dose da hepatite B, a vacina da gripe de cada ano e o reforço do tétano daqui a dez anos.
- DocumentosZubenPDFPara fotografar a caderneta de vacinação e guardar uma cópia em PDF, junto com a dos filhos.
- AnotaçõesZubenNotesPara anotar as vacinas tomadas, as datas e as que o médico recomendou tomar na rede privada.
Os aplicativos funcionam sem cadastro e guardam os dados apenas no aparelho. Não substituem a caderneta oficial nem o registro do Ministério da Saúde.
A pergunta que ficou
As campanhas de vacinação no Brasil sempre falaram com os pais. O adulto, quando aparece, é como responsável pela criança. O resultado está nos números: a vacina da gripe perdeu quase metade dos idosos em três anos, a da covid sobrou nas geladeiras, e o tétano, que tem vacina barata e eficaz desde o século passado, ainda mata um em cada quatro doentes.
Ao mesmo tempo, as vacinas novas que mais interessam ao adulto, como a do herpes-zóster, esbarram no preço. Fica a pergunta: o país vai conseguir convencer os adultos a tomar as vacinas que já são de graça, antes de discutir quais outras deveria oferecer?
Bibliografia
Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 17 de outubro de 2026.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Calendário Nacional de Vacinação 2026: vacinas do adulto (25 a 59 anos). Disponível em: gov.br/saude.
- BRASIL. Ministério da Saúde. Calendário Nacional de Vacinação 2026: vacinas do idoso (a partir de 60 anos). Disponível em: gov.br/saude.
- AGÊNCIA GOV. Vacina pneumo20 vai ser ofertada para quem tem mais de 85 anos. Set. 2026. Disponível em: agenciagov.ebc.com.br.
- LUCHESI, B. M. Adesão à vacina contra influenza em pessoas idosas: reflexões e perspectivas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 3, e20250210, 2025. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
- SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação SBIm idoso 2026/2027. Disponível em: sbim.org.br.
- FREIRE, T. Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa. Agência Brasil, republicado pela CNN Brasil, 25 jan. 2026. Disponível em: cnnbrasil.com.br.
- AVELAR, L. Esquecer da vacina contra tétano ainda é comum e pode ser fatal. O Hoje, 10 jun. 2025. Disponível em: ohoje.com.
- CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Ministério da Saúde mantém vacina contra herpes-zóster fora do SUS. 15 jan. 2026. Disponível em: cff.org.br.
- PODER360. Vacina contra herpes-zóster é lançada no Brasil por R$ 1.686. 2022. Disponível em: poder360.com.br.
- SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação SBIm adulto 2026/2027. Atualizado em 19 jun. 2026. Disponível em: sbim.org.br.
- SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Saúde, Centro de Vigilância Epidemiológica. Nota Informativa Conjunta nº 03/2026: sarampo no Estado de São Paulo, 2026. Ago. 2026. Disponível em: cosemssp.org.br.
- ZAMPRONI, L. N.; GIANNETTI, A.; ZWICKER, G. Conhecimento, percepção e adesão ao calendário vacinal em adultos brasileiros: um inquérito online. SciELO Preprints, 2026. Disponível em: preprints.scielo.org.
- Imagem: profissional de saúde aplica vacina numa mulher idosa, do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), via Unsplash, sob a Licença Unsplash. O crachá da profissional foi desfocado pela redação.