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Pets no calor: os cuidados que evitam emergência

O Inmet prevê outubro mais quente que a média em boa parte do país, e cães e gatos sentem o calor antes de nós. O maior estudo sobre o tema mostra que o carro fechado não é o principal perigo: três em cada quatro casos de hipertermia em cães começam num passeio ou numa brincadeira. Seis afirmações que se ouvem sobre pets no calor, cada uma confrontada com o que a sustenta e com o que a contesta, e um roteiro para a temporada.

Redação Zuben · 16 de outubro de 2026 · Leitura de 10 minutos

Mulher de camiseta cinza, sorrindo, molha com uma mangueira um cachorro de pelo claro que se ergue nas patas traseiras para abocanhar o jato de água num quintal gramado
Molhar o cão com água fria é a forma mais eficiente de baixar a temperatura dele, inclusive numa emergência. Imagem ilustrativa. Foto: Tolga Ahmetler/Unsplash, recortada.

O cachorro não sua como nós. Ele perde calor sobretudo ofegando, e quando o ar está quente e úmido esse mecanismo deixa de dar conta. Quando a temperatura do corpo passa do limite, começa a hipertermia, que os veterinários chamam também de insolação ou intermação: uma emergência que pode lesar rins, coagulação e cérebro em poucas horas6.

O Brasil tem cerca de 62 milhões de cães e 31 milhões de gatos, segundo a Abinpet e o Instituto Pet Brasil11, e a temporada de risco já começou: o Inmet prevê para outubro temperaturas acima da média na maior parte do país, com desvios de mais de 2 °C em áreas de Goiás, do Distrito Federal e de Minas Gerais12. Não há no país uma estatística nacional de casos de hipertermia em animais. Os melhores números vêm do Reino Unido, onde o programa VetCompass, do Royal Veterinary College, analisa os prontuários de centenas de milhares de cães.

Como nas outras reportagens da série, o texto não parte de uma conclusão. Pega as frases que mais circulam sobre pets no calor, do carro fechado à tosa, e mostra para cada uma o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.

74,2%dos casos de hipertermia em cães começaram com exercício, e não no carro
14,2%dos cães atendidos com hipertermia em clínicas comuns morreram
4,2 vezesé a chance maior de hipertermia em raças de focinho curto
21,7%dos cães foram resfriados pelos donos antes de chegar ao veterinário

Fontes: Hall, Carter e O’Neill (2020), em Animals e na Scientific Reports; Beard e colegas (2024), na Veterinary Record; Hall e colegas (2023), na Veterinary Sciences. Dados de cães atendidos no Reino Unido.

Quem corre mais risco

Qualquer cão ou gato pode ter hipertermia, mas os estudos apontam três grupos em que o perigo é claramente maior. Na análise de 905 mil cães atendidos em 2016 no Reino Unido, pesaram a raça, o peso acima da média da raça e a idade acima de dois anos2.

  • Focinho curtoRaças braquicefálicasBuldogue inglês, buldogue francês, pug, shih tzu e chow chow têm vias aéreas estreitas e ofegam mal. Entre cães atendidos em emergência em 2022, tinham 4,2 vezes a chance de hipertermia dos cães de focinho médio3.
  • PesoCães obesos e muito grandesGordura isola e dificulta a perda de calor. Cães acima do peso médio da raça e cães com mais de 50 quilos tiveram risco maior2, e a obesidade aumentou a chance de morte num estudo hospitalar6.
  • Idade e saúdeIdosos, filhotes e doentesCães com mais de dois anos tiveram mais casos que os jovens2, e gatos com 15 anos ou mais parecem mais suscetíveis8. Doenças cardíacas e respiratórias reduzem a margem do animal.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“Cachorro só passa mal de calor se ficar trancado no carro.”

O que sustenta

O carro fechado é o cenário mais lembrado nas campanhas, e com razão: é o caso em que o animal não tem como escapar. Quando a hipertermia acontece dentro de um veículo, a chance de morte foi semelhante à dos casos causados por exercício no estudo britânico1.

E o carro aquece rápido mesmo em dias amenos, como mostra a afirmação seguinte. Entre os cães atendidos em emergência no Reino Unido em 2022, 12,4% dos casos de hipertermia começaram num veículo quente4.

O que contesta

Os números mostram outro vilão. Num estudo com 1.259 casos de hipertermia em cães atendidos em clínicas britânicas, 74,2% começaram com exercício, 12,9% com ambiente quente e só 5,2% com o animal confinado num veículo1. O título do artigo resume a conclusão: os cães não morrem só em carros quentes.

Na amostra de emergência de 2022, o exercício também liderou, com 51,5% dos casos, seguido do ambiente quente, com 31%4. Passeio no horário errado, corrida atrás da bola e brincadeira no quintal ao sol estão no topo da lista.

O que os dados permitem dizerA frase está errada no que mais importa. O carro fechado é o cenário mais grave e o mais evitável, mas a maioria dos cães passa mal em atividades que o dono considera normais: o passeio no meio do dia, a corrida no parque, a brincadeira prolongada ao sol. Os dados são do Reino Unido, onde o verão é mais curto e mais ameno que o brasileiro; aqui, o calor do meio do dia pesa ainda mais.

Afirmação 2

“Com a janela aberta e o carro na sombra, dá para deixar o pet alguns minutos.”

O que sustenta

A sombra reduz o sol direto sobre o carro, e uma fresta na janela parece permitir a troca de ar. Para quem vai “só ali rapidinho”, a sensação é de que poucos minutos não fazem diferença.

Em dias frios ou nublados, de fato, o aquecimento é menor, e muitos tutores já deixaram o animal no carro sem consequências visíveis, o que reforça a impressão de segurança.

O que contesta

O estudo mais citado sobre o tema, publicado na revista Pediatrics, mediu carros estacionados ao sol em dias de 22 °C a 36 °C. A temperatura interna subiu em média cerca de 1,8 °C a cada cinco minutos, 80% do aumento aconteceu na primeira meia hora, e deixar as janelas entreabertas teve pouco efeito sobre a velocidade ou o máximo atingido7. Mesmo no dia mais ameno, o interior chegou a 47 °C7.

Há ainda a lei. Desde 2020, maus-tratos a cães e gatos são punidos com reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda, com aumento de pena se o animal morrer13, e tutores já foram presos em flagrante por deixar cães trancados em carros.

O que os dados permitem dizerA frase é falsa. A janela entreaberta não impede o aquecimento, e a sombra muda de lugar com o sol. O estudo foi feito para avaliar o risco a crianças, mas a física do carro é a mesma, e o cão tem menos recursos que uma pessoa para perder calor. A regra segura é simples: se o animal não pode descer com você, ele fica em casa.

Afirmação 3

“Só raça de focinho achatado precisa de cuidado especial.”

O que sustenta

As raças braquicefálicas lideram todos os estudos. No levantamento de clínicas de 2016, o chow chow, o buldogue inglês e o buldogue francês estavam entre as raças de maior risco2; segundo o Royal Veterinary College, o buldogue inglês teve 14 vezes a chance de um labrador2. Na emergência, a chance dos cães de focinho curto foi 4,2 vezes maior3.

O motivo é anatômico: narinas estreitas, palato longo e traqueia fina dificultam a ofegação, que é a principal forma de o cão perder calor.

O que contesta

Os cães atléticos e grandes também aparecem com destaque. Num hospital veterinário de Israel, pastores belgas malinois, golden retrievers e labradores estavam super-representados entre os casos de hipertermia, ao lado das raças braquicefálicas, enquanto cães de menos de 8 quilos apareciam pouco6.

O peso conta mais que a raça em muitos casos: cães acima do peso médio da raça e cães de mais de 50 quilos tiveram risco maior no estudo britânico2. E são justamente os cães ativos, que correm até cair, os mais expostos à hipertermia por exercício.

O que os dados permitem dizerAs raças de focinho curto precisam, sim, de cuidado redobrado, e para elas até um passeio moderado num dia quente pode ser demais. Mas o cuidado não é exclusivo delas. Cães grandes, obesos, idosos e os muito ativos também estão no grupo de risco, e no estudo israelense atrasar o atendimento por mais de 90 minutos esteve associado a mais mortes6.

Afirmação 4

“No verão, tosar bem curto deixa o cachorro mais fresco.”

O que sustenta

Pelo embolado, com nós e sujeira, retém calor e umidade junto à pele, e nesses casos a tosa ou uma boa escovação melhora o conforto do animal. Há veterinários que consideram a tosa de cães de pelagem dupla aceitável, desde que o tutor compense a proteção perdida, evitando sol e relento10.

Para raças de pelo longo e fino, sem subpelo, uma tosa mais baixa também facilita o banho e a secagem no verão.

O que contesta

A maioria dos veterinários ouvidos pela imprensa considera a ideia um equívoco: o pelo funciona como isolante térmico tanto contra o frio quanto contra o calor, e o subpelo retém uma camada de ar que protege a pele do sol10. Raspar expõe a pele a queimaduras solares.

Em raças como spitz alemão e chow chow, a tosa rente pode provocar a alopecia pós-tosa, em que o pelo demora anos para voltar ou não volta10. Não foi localizado estudo científico que mostre que a tosa curta reduza a hipertermia.

O que os dados permitem dizerNão há prova de que raspar refresque, e há riscos conhecidos, sobretudo para raças de pelagem dupla. O que tem consenso é a escovação frequente para tirar o subpelo morto e os nós, e, quando a tosa for necessária, deixar o pelo com alguns centímetros. Nenhuma tosa substitui sombra, água e passeio no horário certo.

Afirmação 5

“Água gelada num cão com hipertermia causa choque. Use toalha molhada.”

O que sustenta

A recomendação de resfriar devagar, com água “morna, mas não gelada”, circulou por anos em manuais de primeiros socorros. A preocupação era que o frio contraísse os vasos da pele, prendendo o calor no corpo, ou provocasse tremores.

Há também um risco real no banho de imersão: cães de focinho curto ou inconscientes podem aspirar água, e por isso a cabeça deve ficar apoiada e fora da água5. Um estudo antigo registrou mortes de cães logo após a imersão em água gelada5.

O que contesta

As diretrizes veterinárias de emergência de 2016 trocaram essa orientação por “resfriar primeiro, transportar depois”, com imersão em água fria ou molhar e ventilar como métodos preferidos5. Os autores do estudo britânico de 2023 afirmam que a ideia de que a água fria faz mal por contrair os vasos não tem bom respaldo nas evidências5.

A toalha molhada, o método mais usado pelos tutores (51,3% dos cães resfriados), esfria mais devagar que a imersão, segundo estudos em pessoas e cavalos citados pelos autores5. E só 21,7% dos cães chegaram ao veterinário já resfriados pelos donos5.

O que os dados permitem dizerA frase está desatualizada. O que os veterinários de emergência recomendam hoje é molhar o cão com água fria, de torneira ou mangueira, e mantê-lo num lugar ventilado, antes e durante o trajeto até a clínica. Gelo direto na pele e álcool não estão entre os métodos indicados, e toalha molhada parada sobre o corpo esfria pouco. O resfriamento não substitui o atendimento: é ele que faz o cão chegar em melhores condições.

Afirmação 6

“Gato se vira sozinho no calor.”

O que sustenta

Os casos em gatos são bem mais raros. Num levantamento de clínicas britânicas de 2013 a 2018, foram registrados 16 casos de hipertermia em gatos, contra mais de cem em cães8. O gato não costuma ser levado para correr nem passear no meio do dia, o que elimina o principal gatilho dos cães.

Ele também procura sozinho o lugar mais fresco da casa, como o piso frio do banheiro, e reduz a atividade nas horas quentes.

O que contesta

Quando acontece, a hipertermia felina vem do ambiente: no mesmo estudo, todos os casos em gatos, coelhos e porquinhos-da-índia foram causados por calor ambiente, e 75% dos casos em gatos ocorreram nos dois meses mais quentes do ano8. Quarto fechado, janela com sol direto, caixa de transporte no carro e apartamento sem ventilação são as armadilhas.

Gatos idosos, a partir de 15 anos, parecem mais vulneráveis8, e o gato só costuma ofegar de boca aberta quando já está em sofrimento. Coelhos de raças de focinho curto também apareceram entre os casos8.

O que os dados permitem dizerO gato se vira melhor que o cão desde que tenha para onde ir. O cuidado com ele é garantir a saída: portas internas abertas, um cômodo fresco, água em mais de um ponto da casa e nada de deixá-lo na caixa de transporte ao sol ou no carro. Gato ofegando de boca aberta não é normal e pede veterinário.

Sinais de hipertermia e o que fazer agora

  • Fique atento a ofegação intensa e barulhenta, língua e gengiva muito vermelhas ou arroxeadas, baba em excesso, fraqueza, cambaleio, vômito, diarreia, confusão ou desmaio.
  • Leve o animal para a sombra ou para um lugar fresco e ventilado, e pare qualquer atividade.
  • Molhe o corpo todo com água fria de torneira ou mangueira e ponha um ventilador ou o ar do carro na direção dele. Com cão de focinho curto ou desacordado, mantenha a cabeça fora da água.
  • Não use gelo direto na pele, álcool nem toalha molhada parada sobre o corpo. Ofereça água para beber só se ele estiver consciente.
  • Ligue para o veterinário e vá para a clínica mais próxima, de preferência com atendimento 24 horas, continuando a molhar e ventilar no caminho. Mesmo que o animal pareça melhor, ele precisa ser examinado.

Viu um animal passando mal trancado num carro? Procure o dono nos estabelecimentos próximos e chame a polícia, pelo 190.

O que funciona e o que não funciona

As medidas abaixo reúnem as orientações dos estudos citados e das diretrizes veterinárias. Nenhuma dispensa a atenção aos sinais; juntas, reduzem bastante o risco.

Funciona

  • Passear no começo da manhã ou à noite, com o piso já frio.
  • Testar o chão com o dorso da mão: se não aguentar sete segundos, está quente demais para as patas9.
  • Água fresca em mais de um ponto da casa e na garrafinha do passeio.
  • Sombra e ventilação o dia todo, inclusive para o cão que fica no quintal.
  • Encurtar e desacelerar as brincadeiras nos dias quentes, sobretudo com raças de focinho curto.
  • Escovação frequente e controle do peso.

Não funciona ou piora

  • Deixar o animal no carro, mesmo na sombra e com a janela aberta.
  • Passear entre o fim da manhã e o meio da tarde em dia quente.
  • Raspar o pelo de raças de pelagem dupla.
  • Toalha molhada parada sobre o corpo de um cão com hipertermia.
  • Gelo direto na pele ou álcool.
  • Esperar para ver se melhora antes de ir ao veterinário.

Roteiro para a temporada de calor

  1. Mude o horário do passeio. Nos dias quentes, saia cedo ou depois que o sol se pôr. Os casos de hipertermia se concentram nas ondas de calor: no Reino Unido, 59,6% dos casos de 2022 ocorreram em 40 dias de onda de calor4.
  2. Teste o chão. Com o ar a 25 °C, o asfalto ao sol pode passar de 50 °C9. Prefira grama e terra, e evite asfalto e areia ao sol.
  3. Leve água. Garrafinha no passeio, pausas na sombra e volta para casa ao primeiro sinal de cansaço.
  4. Ajuste a brincadeira. Corrida, bola e bicicleta ficam para dias e horários frescos. Para raças de focinho curto, idosos e obesos, os passeios no calor devem ser curtos e lentos.
  5. Prepare a casa. Água em mais de um lugar, cômodos ventilados com portas abertas e nada de caixa de transporte ou casinha ao sol.
  6. Nunca no carro. Se o animal não puder descer com você, ele fica em casa.
  7. Aprenda os sinais. Ofegação intensa, gengiva muito vermelha, cambaleio e vômito pedem ação imediata: molhar com água fria, ventilar e ir ao veterinário.
  8. Saiba para onde ir. Guarde antes da temporada o endereço e o telefone da clínica 24 horas mais próxima. Na hipertermia, o tempo conta.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Cuidar do pet no calor é questão de rotina e de ter a informação certa à mão na hora do susto. Três utilitários simples ajudam nisso.

  • RotinaZubenRemindLembretes para trocar a água ao longo do dia e para o passeio no horário fresco, antes que o sol esquente o chão.
  • AnotaçõesZubenNotesPara guardar o telefone e o endereço da clínica 24 horas, o peso do animal e os sinais de alerta da hipertermia.
  • LuzZubenLightLanterna sempre à mão para o passeio da noite, quando o piso já esfriou.

Os aplicativos funcionam sem cadastro e guardam os dados apenas no aparelho. Não medem a temperatura do animal nem substituem o atendimento veterinário.

A pergunta que ficou

A imagem do cão trancado no carro tem um mérito: ninguém discorda de que é errado. O risco maior, mostram os dados, está em hábitos que quase ninguém considera perigosos, como o passeio do meio-dia e a bola no quintal ao sol. Mudar o horário e o ritmo do passeio previne mais casos do que qualquer produto.

O que falta no Brasil é medir. Os números que sustentam esta reportagem vêm de prontuários britânicos, de um país com verões mais curtos que os nossos. Com mais de 90 milhões de cães e gatos e ondas de calor cada vez mais frequentes, o país ainda não sabe quantos animais chegam às clínicas com hipertermia, nem quantos deixam de chegar a tempo.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui a consulta veterinária. Diante de sinais de hipertermia, resfrie o animal e procure atendimento imediatamente. Os principais números vêm de estudos feitos no Reino Unido e em Israel, porque não há estatística nacional sobre o tema no Brasil. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem, e os produtos anunciados não foram avaliados pela redação nem substituem os cuidados descritos.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 16 de outubro de 2026.

  1. HALL, E. J.; CARTER, A. J.; O’NEILL, D. G. Dogs don’t die just in hot cars: exertional heat-related illness (heatstroke) is a greater threat to UK dogs. Animals, v. 10, n. 8, 2020. Resumo disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov.
  2. HALL, E. J.; CARTER, A. J.; O’NEILL, D. G. Incidence and risk factors for heat-related illness (heatstroke) in UK dogs under primary veterinary care in 2016. Scientific Reports, v. 10, 2020. Disponível em: doi.org/10.1038/s41598-020-66015-8. Comparação com o labrador: ROYAL VETERINARY COLLEGE, rvc.ac.uk.
  3. BEARD, S. e outros. Epidemiology of heat-related illness in dogs under UK emergency veterinary care in 2022. Veterinary Record, 2024. Disponível em: doi.org/10.1002/vetr.4153.
  4. ROYAL VETERINARY COLLEGE. New research from the RVC suggests human heat-health alerts could help prevent heatstroke in dogs (sobre o estudo de Beard e outros). Disponível em: rvc.ac.uk.
  5. HALL, E. J.; CARTER, A. J.; BRADBURY, J. e outros. Cooling methods used to manage heat-related illness in dogs presented to primary care veterinary practices during 2016–2018 in the UK. Veterinary Sciences, v. 10, n. 7, p. 465, 2023. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
  6. BRUCHIM, Y. e outros. Heat stroke in dogs: a retrospective study of 54 cases (1999-2004) and analysis of risk factors for death. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 20, n. 1, p. 38-46, 2006. Resumo disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov.
  7. McLAREN, C.; NULL, J.; QUINN, J. Heat stress from enclosed vehicles: moderate ambient temperatures cause significant temperature rise in enclosed vehicles. Pediatrics, v. 116, n. 1, e109-e112, 2005. Disponível em: doi.org/10.1542/peds.2004-2368.
  8. HALL, E. J.; RADFORD, A. D.; CARTER, A. J. Surveillance of heat-related illness in small animals presenting to veterinary practices in the UK between 2013 and 2018. Open Veterinary Journal, v. 12, n. 1, p. 5-16, 2022. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
  9. FOUR PAWS. Hot asphalt: a danger to your dog’s paws. Disponível em: four-paws.org.
  10. CORREIO. Tosar ou não tosar? Veja como agir com os pets em tempos de calor extremo. Disponível em: correio24horas.com.br; CORREIO BRAZILIENSE, blog Mais Bichos. Tosar ou não tosar? Eis a questão. Disponível em: correiobraziliense.com.br.
  11. CARTACAPITAL. Dados da Abinpet e do Instituto Pet Brasil sobre a população de animais de estimação. Disponível em: cartacapital.com.br.
  12. INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Outubro: como será o clima no Brasil? 25 set. 2026. Disponível em: portal.inmet.gov.br.
  13. BRASIL. Lei nº 14.064, de 29 de setembro de 2020. Altera a Lei nº 9.605/1998 para aumentar as penas cominadas ao crime de maus-tratos aos animais quando se tratar de cão ou gato. Disponível em: planalto.gov.br.
  14. Imagem: mulher molhando um cachorro com mangueira, de Tolga Ahmetler, via Unsplash, sob a Licença Unsplash.
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