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Comportamento · Saúde mental

Solidão: mais conectados e mais sozinhos? O que dizem as pesquisas

A OMS calcula que uma em cada seis pessoas no mundo se sente sozinha e associa a solidão a 871 mil mortes por ano. No Brasil, uma pesquisa de 2026 chegou a quatro em cada dez. Mas a ideia de uma “epidemia” causada pelo celular divide os pesquisadores. Seis afirmações sobre solidão, redes sociais, morar sozinho, idade, saúde e força de vontade, cada uma confrontada com o que a sustenta e com o que a contesta.

Redação Zuben · 15 de outubro de 2026 · Leitura de 11 minutos

Jovem de cabelo castanho e blusa listrada, sentada sozinha a uma mesa num ambiente escuro, apoia o rosto na mão e olha para o celular com expressão abatida
Estar sempre ao alcance de uma mensagem não é o mesmo que se sentir acompanhado. Imagem ilustrativa. Foto: Kev Costello/Unsplash, recortada.

Outubro é o mês da saúde mental, e a solidão entrou de vez nessa conversa. Em junho de 2025, a Comissão sobre Conexão Social da Organização Mundial da Saúde publicou o primeiro relatório global sobre o tema: uma em cada seis pessoas no mundo é afetada pela solidão, e a falta de conexão social está associada a cerca de 100 mortes por hora, mais de 871 mil por ano1. Um mês antes, a Assembleia Mundial da Saúde havia aprovado a primeira resolução sobre o assunto1.

No Brasil, os números chamam atenção. Uma pesquisa da Family Talks com a consultoria Market Analysis, divulgada em abril de 2026, encontrou quatro em cada dez brasileiros dizendo que se sentem sozinhos2. No mesmo mês, o IBGE mostrou que 15,6 milhões de pessoas moram sozinhas no país, mais que o dobro de 20123.

A explicação que mais circula junta tudo numa frase: estamos mais conectados e mais sozinhos, e a culpa é da tela. Como nas outras reportagens da série, o texto não parte dessa conclusão. Pega as afirmações mais comuns sobre a solidão e mostra, para cada uma, o que a sustenta, o que a contesta e o que os dados permitem dizer.

1 em 6pessoas no mundo é afetada pela solidão, segundo a OMS
871 milmortes por ano associadas à solidão, cerca de 100 por hora
40%dos brasileiros dizem se sentir sozinhos, segundo pesquisa de 2026
15,6 milhõesde brasileiros moram sozinhos, contra 7,5 milhões em 2012

Fontes: Organização Mundial da Saúde, via OPAS; Family Talks e Market Analysis, via Tribuna Online; IBGE, PNAD Contínua 2025, via Diário de Pernambuco.

Três palavras que não são sinônimos

Boa parte da confusão no debate vem de misturar conceitos que a OMS faz questão de separar1. Uma pessoa pode viver cercada de gente e se sentir sozinha, e outra pode morar só e não sentir falta de nada.

  • O que se senteSolidãoO sofrimento causado pela distância entre os vínculos que a pessoa gostaria de ter e os que tem de fato. É subjetiva: só quem sente pode dizer.
  • O que se contaIsolamento socialA falta objetiva de contatos: poucas pessoas com quem falar, poucos encontros, pouca participação em grupos. Pode ser medida de fora.
  • O que se buscaConexão socialA quantidade e a qualidade das relações de uma pessoa, das conversas com a família aos laços com vizinhos e colegas. É o que a OMS quer promover.

A distinção importa porque os dados de cada um contam histórias diferentes. Os números sobre quem mora sozinho ou passa menos tempo com amigos medem o isolamento. As pesquisas que perguntam “você se sente sozinho?” medem a solidão. Nem sempre as duas coisas andam juntas.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“Vivemos uma epidemia de solidão.”

O que sustenta

Os números de prevalência são altos. A OMS fala em uma em cada seis pessoas no mundo1, e o cirurgião-geral dos Estados Unidos usou a palavra “epidemia” no título de um alerta oficial em 20234. No Brasil, 40% disseram se sentir sozinhos na pesquisa de 20262, e um levantamento da Ipsos em 28 países, feito na virada de 2020 para 2021, pôs o país em primeiro lugar, com 50%, contra 33% na média5.

Os indicadores de isolamento também se moveram. O alerta americano mostra que o tempo que jovens de 15 a 24 anos passavam pessoalmente com amigos caiu cerca de 70% entre 2003 e 20204.

O que contesta

Epidemia supõe crescimento rápido, e as séries longas não mostram isso com clareza. Uma revisão do Our World in Data reuniu estudos que acompanharam a solidão por décadas: entre estudantes americanos do fim do ensino médio, quase nada mudou de 1976 a 2006; entre adultos acima de 50 anos nos EUA, a solidão não subiu de 2005 a 2016; na Suécia, também não subiu em dez anos entre idosos de 85 a 95 anos6.

E os números brasileiros não são comparáveis entre si. A Ipsos mediu no auge da pandemia; a Family Talks, em 2026, com outra pergunta e outra amostra25. A queda de 50% para 40% não prova melhora, assim como os 40% não provam piora.

O que os dados permitem dizerA solidão é comum, e isso basta para tratá-la como problema de saúde pública, como faz a OMS. O que os dados não mostram é uma explosão recente da solidão em si: o que cresceu de forma inequívoca foram os sinais de isolamento, como mais gente morando só e menos encontros presenciais. “Epidemia” é uma palavra útil para chamar atenção e imprecisa para descrever a tendência.

Afirmação 2

“As redes sociais deixam as pessoas mais sozinhas.”

O que sustenta

Há um experimento conhecido a favor. Na Universidade da Pensilvânia, 143 universitários foram sorteados para limitar Facebook, Instagram e Snapchat a 10 minutos por dia cada um, ou usar normalmente, por três semanas. O grupo que limitou teve queda significativa de solidão e de sintomas de depressão, maior entre quem começou mais deprimido7.

O relatório da OMS inclui as tecnologias digitais entre os fatores de solidão e pede vigilância sobre o efeito do tempo de tela e das interações negativas na internet sobre a saúde mental dos jovens1. O tempo com amigos caiu justamente nos anos em que o celular se espalhou4.

O que contesta

O efeito medido em grandes bases de dados é pequeno. Um estudo da Universidade de Oxford com mais de 350 mil adolescentes concluiu que o uso de tecnologia explica no máximo 0,4% da variação no bem-estar, quase o mesmo que comer batata com regularidade; dormir bem e tomar café da manhã pesavam muito mais8.

O experimento da Pensilvânia também tem limites: foram três semanas, só com universitários, e o próprio grupo que não limitou o uso teve queda de ansiedade, o que os autores atribuem a simplesmente prestar atenção no próprio hábito7. E a tela também aproxima: mensagens e chamadas de vídeo mantêm vínculos com quem mora longe.

O que os dados permitem dizerNão há base para apontar a rede social como a causa principal da solidão, e há algum indício de que reduzir o uso ajuda quem já está mal. Os estudos medem sobretudo tempo de tela, e não o que se faz com ele: rolar o feed sozinho e conversar com um amigo por vídeo contam igual nessas pesquisas. A conclusão mais segura é menos “largue o celular” e mais “use o celular para falar com alguém, e não no lugar do encontro”.

Afirmação 3

“Morar sozinho é o caminho para a solidão.”

O que sustenta

O número de pessoas morando sozinhas mais que dobrou no Brasil: de 7,5 milhões em 2012 para 15,6 milhões em 2025, ou 19,7% dos domicílios, segundo a PNAD Contínua do IBGE3. Idosos são 41,2% desse grupo3.

E morar só está associado à solidão. No Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros, o ELSI-Brasil, quem morava sozinho tinha prevalência de solidão constante 2,44 vezes maior9. Na metanálise mais citada sobre o tema, viver só aparece ligado a um risco de morte 32% maior10.

O que contesta

Morar só é uma situação; solidão é um sentimento. Os pesquisadores lembram que países com muita gente morando sozinha, como Dinamarca e Suíça, estão entre os que relatam menos solidão e mais apoio social6. Para muitos, morar só é escolha, sinal de renda e de autonomia, e não de abandono.

O IBGE atribui o aumento sobretudo ao envelhecimento da população e a mudanças de comportamento3, e não a uma ruptura de laços. Na segunda onda do ELSI, o que mais pesou para a solidão foi a relação com o cônjuge, mesmo quando ele não morava na mesma casa11.

O que os dados permitem dizerMorar sozinho aumenta o risco, mas não decide nada sozinho. O que pesa é se a pessoa tem com quem contar: um parceiro, amigos, vizinhos, um grupo. O dado do IBGE é um alerta sobretudo para os idosos que moram sós, em quem o isolamento se soma a doenças e à perda de parceiros.

Afirmação 4

“Solidão é coisa de idoso.”

O que sustenta

O isolamento pesa mais na velhice. A OMS estima que ele atinja até um em cada três idosos1. No ELSI-Brasil, 16,8% das pessoas com 50 anos ou mais disseram se sentir sozinhas sempre, e outras 31,7% algumas vezes9.

Os estudos que acompanham as mesmas pessoas ao longo do tempo mostram que, depois dos 75 anos, a solidão volta a subir, puxada por problemas de saúde e pela perda do companheiro6.

O que contesta

As taxas mais altas estão entre os jovens. A OMS registra que de 17% a 21% das pessoas de 13 a 29 anos relatam solidão, com os maiores índices entre adolescentes1. No Brasil, a pesquisa de 2026 encontrou 46,7% entre 25 e 34 anos e 30,2% acima dos 652.

Na escola, o quadro se repete. No PISA 2022, 27% dos estudantes brasileiros de 15 anos disseram se sentir sozinhos na escola, contra 16% na média da OCDE, o quinto maior índice entre 81 países e economias12.

O que os dados permitem dizerA solidão tem duas faces por idade. Entre os jovens, é mais frequente e ligada à fase de construir laços, mudar de cidade e de escola. Entre os idosos, é menos frequente, mas vem junto com isolamento real e problemas de saúde, o que a torna mais perigosa. Tratar o tema como “coisa de idoso” deixa de fora quem mais relata o sentimento.

Afirmação 5

“Solidão faz tão mal quanto fumar 15 cigarros por dia.”

O que sustenta

A comparação vem do alerta do cirurgião-geral americano4 e se apoia numa metanálise de 70 estudos com mais de 3 milhões de pessoas: solidão, isolamento e morar só foram associados a chances de morte 26%, 29% e 32% maiores10.

A OMS lista os efeitos: mais risco de AVC, doenças do coração, diabetes, declínio cognitivo e morte precoce, e o dobro de chance de depressão1. No ELSI-Brasil, quem se sentia sempre sozinho tinha prevalência de depressão 4,49 vezes maior9.

O que contesta

A equivalência com o cigarro é uma imagem para comunicar o tamanho do risco, e não uma medida. Os percentuais da metanálise são razões de chance tiradas de estudos observacionais, que mostram associação e não provam causa10.

A causa também pode correr no sentido inverso: quem adoece sai menos de casa, perde contato e passa a se sentir sozinho. No ELSI, a solidão aparece ligada à depressão, mas o estudo é transversal e não diz qual veio primeiro9.

O que os dados permitem dizerA frase exagera na precisão e acerta na direção. Não há como dizer que uma tarde sozinho equivale a um maço de cigarros, mas o conjunto de estudos, feitos em países e épocas diferentes, aponta na mesma direção: a falta de vínculos está ligada a mais doença e a morte mais cedo. É por isso que a OMS passou a tratar a conexão social como tema de saúde, e não só de comportamento.

Afirmação 6

“Para sair da solidão, basta força de vontade.”

O que sustenta

Há gestos individuais que a própria OMS recomenda: procurar os amigos, entrar em grupos do bairro, cumprimentar os vizinhos, fazer trabalho voluntário1. Mudar um hábito, como no experimento que reduziu o tempo de rede social, também teve efeito em poucas semanas7.

E iniciativa conta: a solidão tende a se alimentar de si mesma, com a pessoa evitando contatos por medo de rejeição, e quebrar esse ciclo depende em parte de dar o primeiro passo.

O que contesta

A solidão não se distribui por acaso. Na pesquisa de 2026, ela atingia 45,6% nas classes C2, D e E e 24,7% na classe A, e 46,2% das mulheres contra 35,3% dos homens2. A OMS encontra 24% de solidão nos países de baixa renda, o dobro dos 11% nos ricos1. Jornada longa, transporte demorado e falta de dinheiro para sair pesam.

Por isso a OMS pede ação também do poder público, com praças, bibliotecas e espaços de convivência, e atendimento psicológico quando necessário1. Na pesquisa brasileira, 61,1% atribuíram a solidão principalmente a fatores externos, e não a falhas pessoais2.

O que os dados permitem dizerIniciativa ajuda, mas tratar a solidão como falta de vontade culpa quem tem menos tempo, menos dinheiro e menos lugares para conviver. Os dois níveis se completam: o gesto pessoal de procurar alguém e as condições que tornam o encontro possível. Quando a solidão vem com tristeza persistente, perda de interesse pelas coisas ou pensamentos de morte, o passo seguinte é buscar ajuda profissional.

Se a solidão está pesando

  • Conte para alguém de confiança como você está. Uma conversa sincera costuma aliviar mais do que parece.
  • O Centro de Valorização da Vida (CVV) atende de graça, 24 horas, pelo telefone 188, e também por chat em cvv.org.br. Não é preciso estar em crise para ligar.
  • A unidade básica de saúde e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do SUS oferecem acolhimento e atendimento psicológico.
  • Em emergência, ou se houver risco à vida, ligue para o SAMU, no 192.

O que a pesquisa apoia e o que não apoia

As medidas abaixo reúnem as recomendações da OMS e o que os estudos citados nesta reportagem permitem afirmar. Nenhuma substitui atendimento quando a solidão vem acompanhada de depressão.

Tem apoio nas pesquisas

  • Contato regular com amigos e família, mesmo curto, de preferência pessoalmente.
  • Participar de grupos com encontro fixo: esporte, coral, igreja, curso, voluntariado.
  • Usar o celular para conversar com pessoas conhecidas, e não só para rolar a tela.
  • Atenção especial a idosos que moram sós e a jovens que mudaram de cidade ou de escola.
  • Atendimento psicológico quando a solidão se arrasta ou vem com tristeza persistente.

Não tem apoio ou atrapalha

  • Achar que mais seguidores ou mais curtidas resolvem a falta de vínculos próximos.
  • Culpar só o celular e ignorar renda, jornada de trabalho e falta de lugares para conviver.
  • Tratar a solidão como frescura ou falta de vontade.
  • Supor que quem mora sozinho está necessariamente sozinho, ou que quem mora acompanhado não está.
  • Esperar a solidão “passar sozinha” quando já dura meses.

Roteiro para criar e manter vínculos

  1. Faça um inventário. Liste as pessoas com quem você gostaria de ter mais contato. Ver os nomes no papel ajuda a perceber quem sumiu.
  2. Marque, não espere. Um café, uma caminhada, um almoço de domingo. Encontros com data marcada acontecem; os “vamos combinar” quase nunca.
  3. Crie uma rotina fixa. Um grupo que se reúne toda semana, no mesmo dia, cria laços pela repetição, sem depender de convite.
  4. Use a tela a favor. Troque parte do tempo de rolagem por uma chamada de vídeo ou um áudio para alguém. A conversa conta mais que o feed.
  5. Olhe para o lado. Cumprimente os vizinhos e conheça quem mora perto. Em uma emergência, é quem chega primeiro.
  6. Ofereça ajuda. O voluntariado dá propósito e contato com pessoas de outros grupos, e está entre as recomendações da OMS.
  7. Cuide de quem está só. Um telefonema semanal para um parente idoso que mora sozinho faz diferença na semana dele.
  8. Peça ajuda quando pesar. Se a solidão vem com tristeza que não passa, procure a unidade de saúde ou o CVV, no 188.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Vínculos se mantêm com pequenos gestos repetidos, e é fácil esquecê-los na correria. Três utilitários simples ajudam a não deixar as pessoas para depois.

  • LembretesZubenRemindUm aviso semanal para ligar para a mãe, mandar mensagem para um amigo ou visitar um parente que mora sozinho.
  • AgendaZubenCalendarPara marcar o encontro com data, o aniversário de quem você não quer esquecer e o dia fixo do grupo.
  • AnotaçõesZubenNotesPara guardar a lista de pessoas que você quer procurar, grupos do bairro e o telefone do CVV.

Os aplicativos funcionam sem cadastro e guardam os dados apenas no aparelho. Não substituem a convivência nem o atendimento em saúde mental.

A pergunta que fica

“Mais conectados e mais sozinhos” é uma frase boa demais para ser inteiramente verdadeira. Os dados mostram que a solidão é comum, que pesa na saúde e que atinge mais jovens, mulheres e pobres do que o senso comum imagina. Mostram também que o isolamento cresceu, com mais gente morando só e menos tempo com amigos. O que não mostram é que a tela seja a vilã principal: o efeito medido das redes é pequeno, e a mesma ferramenta que distrai também aproxima.

A pergunta que fica é menos sobre o celular e mais sobre o que se faz com o tempo e com os lugares que sobram para conviver. A OMS respondeu tratando a conexão social como questão de saúde pública. Do lado de cá, a resposta pode começar com algo menor: uma ligação para quem está sozinho.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui avaliação ou tratamento em saúde mental. Se você está em sofrimento, ligue para o CVV (188, gratuito, 24 horas) ou procure a unidade de saúde; em emergência, ligue para o SAMU (192). As pesquisas citadas usam perguntas, amostras e períodos diferentes e não devem ser comparadas diretamente entre si. As ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem, e os produtos anunciados não foram avaliados pela redação nem tratam a solidão.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 15 de outubro de 2026.

  1. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Conexão social é associada à melhoria da saúde e redução do risco de morte prematura (relatório da Comissão sobre Conexão Social da OMS). 30 jun. 2025. Disponível em: paho.org.
  2. TRIBUNA ONLINE. Pesquisa revela que 40% dos brasileiros se sentem sozinhos (pesquisa Family Talks e Market Analysis). 2 abr. 2026. Disponível em: tribunaonline.com.br.
  3. DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Cresce número de brasileiros que vivem sozinhos, aponta IBGE (PNAD Contínua 2025). Abr. 2026. Disponível em: diariodepernambuco.com.br.
  4. U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. Our Epidemic of Loneliness and Isolation: The U.S. Surgeon General’s Advisory on the Healing Effects of Social Connection and Community. 2023. Resumo em: SMITHSONIAN MAGAZINE, An epidemic of loneliness threatens health of Americans, surgeon general says, maio 2023. Disponível em: smithsonianmag.com.
  5. IPSOS. Brasil fica em 1º lugar entre 28 países em ranking dos que mais sentem solidão. 2021. Disponível em: ipsos.com.
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  8. ORBEN, A.; PRZYBYLSKI, A. K. The association between adolescent well-being and digital technology use. Nature Human Behaviour, v. 3, 2019. Resumo da Universidade de Oxford: oii.ox.ac.uk.
  9. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA. Solidão e sua associação com indicadores sociodemográficos e de saúde em adultos e idosos brasileiros: ELSI-Brasil. v. 39, n. 7, 2023. Disponível em: ncbi.nlm.nih.gov.
  10. HOLT-LUNSTAD, J.; SMITH, T. B.; BAKER, M.; HARRIS, T.; STEPHENSON, D. Loneliness and Social Isolation as Risk Factors for Mortality: A Meta-Analytic Review. Perspectives on Psychological Science, v. 10, n. 2, 2015. Disponível em: scholarsarchive.byu.edu.
  11. MARCELINO, K. G. S.; BRAGA, L. S.; LIMA-COSTA, M. F.; TORRES, J. L. Características familiares e solidão em adultos e idosos: ELSI-Brasil. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 27, 2024. Disponível em: scielosp.org.
  12. FOLHA DE PERNAMBUCO. Brasil está entre países com mais estudantes que se sentem solitários na escola (PISA 2022). Disponível em: folhape.com.br.
  13. Imagem: jovem olhando o celular, de Kev Costello, via Unsplash, sob a Licença Unsplash.
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