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Saúde · Comportamento

Sono: dormimos pior do que antes?

Um em cada cinco adultos das capitais brasileiras dorme menos de seis horas, e a queixa de insônia quase dobrou em São Paulo em vinte anos. Só que, quando o sono é medido por aparelhos, e não por perguntas, a queda some. Seis afirmações comuns sobre o assunto, cada uma confrontada com a evidência que a sustenta e com a que a contesta.

Redação Zuben · 5 de outubro de 2026 · Leitura de 14 minutos

Pintura de Van Gogh: um casal de camponeses dorme deitado no feno, à sombra de um monte de palha, com as foices e os sapatos ao lado; ao fundo, uma carroça e bois sob o céu azul
“A sesta”, que Vincent van Gogh pintou entre 1889 e 1890 a partir de um desenho de Millet: o descanso no meio do dia de trabalho, bem antes da luz elétrica e do celular. Museu d’Orsay, Paris. Imagem em domínio público, via Wikimedia Commons.

A ideia de que a vida moderna roubou o sono é quase um consenso. A luz elétrica esticou o dia, o celular foi para a cama, o trabalho invadiu a noite, e o resultado seria uma população cansada, que dorme menos e pior do que os avós dormiam. Livros, reportagens e campanhas de saúde repetem a tese com a segurança de quem descreve um fato.

Quando se vai aos dados, o quadro fica mais interessante. As pesquisas de opinião mostram, de fato, gente cada vez mais insatisfeita com o próprio sono. Já os estudos que mediram o sono com aparelhos, ao longo de mais de cinquenta anos, não encontraram a queda que todo mundo dá como certa. As duas coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo, e a diferença entre elas é a parte mais útil da história.

Como nas outras reportagens desta série, o texto não parte de uma conclusão. Pega as afirmações mais repetidas e faz com cada uma a mesma coisa: mostra o que a sustenta, o que a contesta e o que sobra de pé.

20,2%dos adultos das capitais brasileiras dormem menos de seis horas por noite
31,7%relatam ao menos um sintoma de insônia
168estudos com sono medido por aparelhos, de 1960 a 2013, não mostraram queda na duração
7 miné quanto a melatonina antecipa o sono, em média, nos estudos controlados

Fontes: Ministério da Saúde, Vigitel (divulgado em 2026); Youngstedt e colegas, Sleep Medicine Reviews (2016); Ferracioli-Oda e colegas, PLoS One (2013).

O retrato no Brasil

Pela primeira vez, o Vigitel, inquérito telefônico do Ministério da Saúde feito nas capitais e no Distrito Federal, perguntou aos brasileiros sobre o sono. O resultado, divulgado no início de 2026: 20,2% dos adultos dormem menos de seis horas por noite e 31,7% relatam pelo menos um sintoma de insônia. Entre as mulheres, a queixa chega a 36,2%; entre os homens, a 26,2%1.

Há um número bem maior em circulação: o de que 72% dos brasileiros sofrem de algum distúrbio do sono, atribuído a um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz e repetido em dezenas de reportagens2. A distância entre 72% e 31,7% não é um erro de conta. Ela mostra que o resultado depende do que se pergunta: qualquer alteração do sono, de um lado; sintomas específicos de insônia, de outro. Vale guardar essa diferença, porque ela reaparece ao longo de todo o debate.

O único estudo brasileiro que repetiu a mesma pergunta, do mesmo jeito, em décadas diferentes foi feito na cidade de São Paulo por pesquisadores da Unifesp. A parcela de adultos com dificuldade para pegar no sono passou de 13,9% em 1987 para 19,15% em 1995 e 25% em 20073. O mesmo grupo estimou que cerca de um terço dos adultos paulistanos tem apneia obstrutiva do sono, as pausas na respiração que fragmentam a noite e que, em geral, quem tem não percebe2.

Seis afirmações postas à prova

Afirmação 1

“Dormimos cada vez menos.”

O que sustenta

As pesquisas de opinião apontam nessa direção. Nos Estados Unidos, o instituto Gallup faz a mesma pergunta desde 1942. Naquele ano, 59% diziam dormir oito horas ou mais, e só 3% dormiam cinco horas ou menos. Em dezembro de 2023, eram 26% e 20%. Pela primeira vez, a maioria, 57%, disse que se sentiria melhor se dormisse mais; em 2013 eram 43%4. Em São Paulo, a queixa de dificuldade para dormir quase dobrou em vinte anos3.

O que contesta

Quando o sono é medido, e não relatado, a queda não aparece. Uma revisão reuniu 168 estudos feitos entre 1960 e 2013, com 6.052 adultos saudáveis que tiveram o sono registrado por aparelhos, e não encontrou relação entre o ano do estudo e a duração do sono5. Nos diários de uso do tempo do governo americano, com 181 mil pessoas, o sono em dias de semana aumentou 1,4 minuto por ano entre 2003 e 2016, cerca de 17 minutos a mais por noite no período6.

O que os dados permitem dizerO que piorou com certeza foi a percepção: mais gente acha que dorme pouco e mal. A duração medida, até onde há registro, ficou parecida. As duas coisas se conciliam se o problema estiver menos nas horas e mais na qualidade, na regularidade e na preocupação com o sono, que cresceu junto com o estresse. No Brasil, faltam medições antigas para dizer qual das duas histórias vale.

Afirmação 2

“Todo adulto precisa de oito horas.”

O que sustenta

As duas principais sociedades médicas do sono dos Estados Unidos recomendam, em consenso, que adultos de 18 a 60 anos durmam sete horas ou mais por noite, de forma regular8. Uma análise que somou 16 estudos e 1,38 milhão de pessoas encontrou risco de morte 12% maior entre os que dormiam pouco9.

O que contesta

A recomendação fala em sete, e não em oito. Na mesma análise, quem dormia muito, em geral nove horas ou mais, tinha risco 30% maior, mais que o dobro do aumento visto no sono curto9. Três povos sem luz elétrica, estudados na Tanzânia, na Namíbia e na Bolívia, dormem em média 6,4 horas e quase não cochilam7. E há famílias com uma mutação genética rara cujos portadores dormem cerca de seis horas e um quarto sem prejuízo aparente10.

O que os dados permitem dizer“Oito horas” é um número redondo, e não uma lei biológica. O que a evidência sustenta é uma faixa, em torno de sete horas para a maioria dos adultos, com variação de pessoa para pessoa. O melhor termômetro é o dia seguinte: quem acorda sem despertador e passa o dia desperto provavelmente dorme o suficiente, seja qual for a conta.

Afirmação 3

“A culpa é da tela e da luz azul.”

O que sustenta

O experimento mais citado é de Harvard. Voluntários leram antes de dormir ora em um aparelho que emite luz, ora em um livro de papel. Nas noites de tela, demoraram quase dez minutos a mais para adormecer, produziram menos melatonina e acordaram mais sonolentos11.

O que contesta

Em 2024, um grupo internacional de pesquisadores do sono reviu a questão e concluiu que o efeito da luz das telas é pequeno: nos estudos reunidos, o atraso para adormecer ficou abaixo de dez minutos, o que os autores consideram pouco para explicar noites mal dormidas12. Uma revisão Cochrane de 17 ensaios não encontrou evidência conclusiva de que óculos com filtro de luz azul melhorem o sono13.

O que os dados permitem dizerA luz azul virou vilã maior do que os números justificam. O que a tela faz com mais força é tomar o lugar do sono: o vídeo seguinte, a conversa que não acaba, a notícia que irrita. Dez minutos de atraso pela luz importam pouco; uma hora rolando o celular na cama importa muito. O filtro de luz resolve o primeiro problema, e não o segundo.

Afirmação 4

“Melatonina e remédio resolvem.”

O que sustenta

A procura cresce. Nos Estados Unidos, a parcela de adultos que tomam melatonina passou de 0,4% em 1999 para 2,1% em 201814. No Brasil, a Anvisa liberou a substância como suplemento em outubro de 2021, sem receita, para maiores de 19 anos e com limite de 0,21 mg por dia17. E ela tem efeito: nos estudos controlados, quem toma adormece antes e relata sono melhor15.

O que contesta

O efeito é modesto: em média, 7 minutos a menos para adormecer e 8 minutos a mais de sono, na soma de 19 estudos15. A dose do rótulo nem sempre é a do frasco: em 25 marcas de balas de melatonina vendidas nos EUA, a quantidade real variou de 74% a 347% da declarada16. Quanto aos remédios, a Anvisa passou a exigir receita azul para o zolpidem em agosto de 2024, depois de constatar aumento do uso irregular18.

O que os dados permitem dizerA melatonina funciona um pouco, e seu melhor uso é ajustar o horário do sono, como na mudança de fuso, e não derrubar quem está agitado. Para a insônia que dura meses, a recomendação médica de primeira linha não é um comprimido: é a terapia cognitivo-comportamental para insônia, que o Colégio Americano de Médicos indica antes de qualquer medicamento24. Remédio para dormir é assunto de consulta, e não de prateleira.

Afirmação 5

“O fim de semana paga a dívida de sono.”

O que sustenta

Um estudo sueco acompanhou mais de 38 mil pessoas por 13 anos. Quem dormia pouco durante a semana e compensava no sábado e no domingo teve a mesma mortalidade de quem dormia sete horas todas as noites. Quem dormia pouco a semana inteira, sem compensar, morreu mais20.

O que contesta

O resultado sueco só valeu para quem tinha menos de 65 anos20. E, em laboratório, a compensação falhou: voluntários com sono restrito na semana e livre no fim de semana beliscaram mais à noite, ganharam peso e tiveram queda de 9% a 27% na sensibilidade à insulina, conforme o tecido medido. No grupo que não compensou, a queda foi de 13%19.

O que os dados permitem dizerDormir mais no fim de semana é melhor do que não compensar nunca, mas não zera a conta. E tem um custo próprio: acordar três horas mais tarde no domingo é como viajar três fusos e voltar na segunda-feira. O que os estudos favorecem é a regularidade, com horários parecidos todos os dias, mais do que a compensação em parcelas.

Afirmação 6

“Relógio e aplicativo que medem o sono ajudam a dormir melhor.”

O que sustenta

Os aparelhos de pulso são bons em uma coisa: registrar a que horas a pessoa deita e levanta, noite após noite. Comparados ao exame de laboratório, acertam bem os períodos de sono22. Para quem não faz ideia de como é sua rotina, enxergar que dorme à meia-noite em um dia e às três da manhã em outro já é uma informação útil.

O que contesta

Os mesmos aparelhos erram ao detectar os despertares, e por isso tendem a superestimar o tempo dormido, e não são confiáveis para dizer quanto houve de sono profundo ou de sono REM22. Em 2017, pesquisadores americanos descreveram pacientes tão preocupados em atingir a nota perfeita no aplicativo que passaram a dormir pior, e deram ao quadro o nome de ortossonia21.

O que os dados permitem dizerO relógio serve para ver horários, e não para dar diagnóstico. Os gráficos de fases do sono são estimativas, e a nota da noite não deve valer mais do que a sensação ao acordar. Se medir deixa a pessoa ansiosa na hora de deitar, o aparelho virou parte do problema e pode ficar na gaveta.

O que sobra de pé

  • A queixa aumentou; a duração medida, não. O que piorou com clareza foi a satisfação com o sono.
  • A meta é uma faixa, e não um número. Cerca de sete horas para a maioria dos adultos, com variação individual.
  • A tela atrapalha mais pelo tempo que toma do que pela luz que emite.
  • Melatonina tem efeito pequeno, e insônia que dura meses se trata primeiro com terapia, e não com comprimido.
  • Regularidade vale mais que compensação. O fim de semana ajuda, mas não zera a conta.
  • Medir demais pode piorar. O aparelho mostra horários, e não a qualidade do sono.

O que a evidência recomenda

  1. Fixe a hora de acordar. É o horário mais fácil de controlar, e ele puxa o resto: quem levanta sempre na mesma hora tende a sentir sono sempre na mesma hora.
  2. Corte a cafeína seis horas antes de deitar. Em um experimento, uma dose alta tomada seis horas antes reduziu o sono em mais de uma hora, sem que os voluntários percebessem23.
  3. Tire o celular da cama, e não só a luz azul. Deixe o aparelho carregando fora do alcance da mão e use um despertador comum.
  4. Luz forte de manhã, luz fraca à noite. A claridade do dia ajusta o relógio do corpo; à noite, prefira lâmpadas de luz quente e mais baixas.
  5. Não brigue com a insônia na cama. Se o sono não vem, levante, faça algo calmo com pouca luz e volte quando ele aparecer. É um dos pilares da terapia para insônia24.
  6. Não tome remédio para dormir por conta própria. Nem o de outra pessoa, nem a sobra de uma receita antiga.

Quando procurar um médico

  • Dificuldade para dormir ou para manter o sono três vezes por semana ou mais, por três meses ou mais.
  • Ronco alto com pausas na respiração, percebidas por quem dorme ao lado, ou sonolência forte durante o dia: são sinais de apneia do sono, que tem tratamento.
  • Sono que atrapalha o trabalho, os estudos ou a direção. Dirigir com sono é perigoso.
  • Uso frequente de remédio ou de álcool para conseguir dormir.

O atendimento pode começar na unidade básica de saúde, que encaminha para o especialista quando necessário.

Onde os aplicativos Zuben podem ajudar

Boa parte do que a evidência recomenda é questão de horário e de rotina. Dois utilitários simples cobrem essa parte, sem medir nem dar nota ao seu sono.

  • HoráriosZubenRemindUm lembrete diário para a última xícara de café e outro para começar a desacelerar, uma hora antes de deitar.
  • RotinaZubenCalendarO mês inteiro à vista para marcar a consulta, o exame do sono e os dias em que a rotina saiu do eixo.

Os aplicativos funcionam sem internet e não pedem cadastro.

A pergunta que ficou

Dormimos pior do que antes? Pelos números disponíveis, a resposta mais honesta é: queixamo-nos mais, e isso não é pouco. Uma população em que um terço relata sintomas de insônia tem um problema real, ainda que as horas de sono não tenham encolhido como se imagina. A queixa é, ela própria, um dado.

O que os dados não autorizam é a nostalgia. O camponês que cochila no quadro de Van Gogh não dormia em um mundo sem preocupações, e os povos que vivem hoje sem luz elétrica dormem menos do que a recomendação dos médicos. O que mudou foi o que cerca o sono: a luz disponível a qualquer hora, o trabalho que alcança a cama e, por ironia, a própria ansiedade de dormir direito. Das três, a última é a única que piora quanto mais atenção recebe.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica, diagnóstico ou tratamento. Não comece, interrompa nem mude o uso de medicamentos ou suplementos sem orientação profissional. Boa parte das pesquisas citadas foi feita fora do Brasil, e estudos de associação não provam causa. Pesquisas de opinião registram o que as pessoas relatam. Os produtos anunciados são itens de cama e de iluminação, não tratam distúrbios do sono, e as ofertas identificadas como publicidade não influenciaram o conteúdo da reportagem.

Bibliografia

Fontes consultadas pela redação. Páginas acessadas em 5 de outubro de 2026.

  1. JORNAL DE BRASÍLIA. Estudo aponta que 20,2% dos brasileiros dormem menos de 6 horas por noite (dados do Vigitel, Ministério da Saúde). 1º fev. 2026. Disponível em: jornaldebrasilia.com.br.
  2. OLHAR DIGITAL. Maioria dos brasileiros sofre com algum distúrbio do sono (levantamento atribuído à Fiocruz e dados do Episono, do Instituto do Sono). 27 set. 2024. Disponível em: olhardigital.com.br.
  3. SANTOS-SILVA, R. et al. Increasing trends of sleep complaints in the city of Sao Paulo, Brazil. Sleep Medicine, v. 11, n. 6, 2010. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov.
  4. GALLUP. Americans Sleeping Less, More Stressed. 15 abr. 2024. Disponível em: news.gallup.com.
  5. YOUNGSTEDT, S. D. et al. Has adult sleep duration declined over the last 50+ years? Sleep Medicine Reviews, v. 28, 2016. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov.
  6. UNIVERSIDADE DA PENSILVÂNIA. Americans Are Getting More ZZZZs (estudo de Basner e Dinges, Sleep, 2018). Disponível em: almanac.upenn.edu.
  7. UCLA HEALTH. Our ancestors probably didn’t get 8 hours a night, either (estudo de Yetish e colegas, Current Biology, 2015). Disponível em: uclahealth.org.
  8. WATSON, N. F. et al. Recommended amount of sleep for a healthy adult: a joint consensus statement of the American Academy of Sleep Medicine and Sleep Research Society. Sleep, v. 38, n. 6, 2015. Disponível em: pubmed.ncbi.nlm.nih.gov.
  9. CAPPUCCIO, F. P. et al. Sleep duration and all-cause mortality: a systematic review and meta-analysis of prospective studies. Sleep, v. 33, n. 5, 2010. Disponível em: wrap.warwick.ac.uk.
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  11. CHANG, A.-M. et al. Evening use of light-emitting eReaders negatively affects sleep, circadian timing, and next-morning alertness. PNAS, v. 112, n. 4, 2015. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
  12. SLEEP REVIEW. Blue Light from Devices Not the Sleep Stealer We Thought (revisão de Bauducco e colegas, Sleep Medicine Reviews, 2024). Disponível em: sleepreviewmag.com.
  13. SINGH, S. et al. Blue-light filtering spectacle lenses for visual performance, sleep, and macular health in adults. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2023. Resumo em: college-optometrists.org.
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  16. HCPLIVE. Unpredictable Amounts of Melatonin, CBD Identified in Kids Gummies (estudo de Cohen e colegas, JAMA, 2023). Disponível em: hcplive.com.
  17. OLHAR DIGITAL. Melatonina: “hormônio do sono” pode ser vendido sem prescrição médica. 17 nov. 2021. Disponível em: olhardigital.com.br.
  18. ITATIAIA. Zolpidem vira tarja preta e tem regras para receita e venda endurecidas pela Anvisa. 16 maio 2024. Disponível em: itatiaia.com.br.
  19. UNIVERSIDADE DO COLORADO EM BOULDER. Catching up on sleep over the weekend doesn’t work (estudo de Depner e colegas, Current Biology, 2019). Disponível em: colorado.edu.
  20. LIVE SCIENCE. Can You Make Up for Lost Sleep on the Weekend? (estudo de Åkerstedt e colegas, Journal of Sleep Research). 2018. Disponível em: livescience.com.
  21. SLEEP FOUNDATION. Orthosomnia (sobre o estudo de Baron e colegas, Journal of Clinical Sleep Medicine, 2017). Disponível em: sleepfoundation.org.
  22. SLEEP FOUNDATION. New Research Evaluates Accuracy of Sleep Trackers (estudo de Chinoy e colegas, Sleep, 2021). 9 fev. 2024. Disponível em: sleepfoundation.org.
  23. DRAKE, C. et al. Caffeine effects on sleep taken 0, 3, or 6 hours before going to bed. Journal of Clinical Sleep Medicine, v. 9, n. 11, 2013. Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov.
  24. QASEEM, A. et al. Management of chronic insomnia disorder in adults: a clinical practice guideline from the American College of Physicians. Annals of Internal Medicine, v. 165, n. 2, 2016.
  25. Imagem: Vincent van Gogh, “A sesta (a partir de Millet)”, 1889–1890, Museu d’Orsay. Domínio público, via Wikimedia Commons.
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